ASPP / PSP

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Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de ASPP / PSP, Sindicato laboral, Avenida Santa Joana Princesa, 2, Lisbon.

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP é uma organização profissional, constituída por pessoal com funções policiais, independentemente da categoria ou posto na escala hierárquica, da Polícia de Segurança Pública. Representando há mais de 30 anos a maioria dos Profissionais da PSP, a ASPP/PSP é a sucessora legítima da Associação Sócio-Profissional da PSP (ASPP) que, por sua vez, foi a legítima sucessora da Associação Pró-Sindical da PSP (ASP/PSP).

É uma longa história, que começou em 25 de Abril de 1974, com a Revolução dos Cravos, através da qual Portugal reconquistou a democracia, derrubando o regime do Estado Novo.

04/10/2026

ℝ𝕌𝕄𝕆 𝔸 𝕃𝕀𝕊𝔹𝕆𝔸

📣 𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒❗

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) convida todos os profissionais da PSP, GNR, restantes forças e serviços de segurança, bem como todos os cidadãos, a marcarem presença nas nossas ações de protesto.

A segurança pública é uma causa de todos e para todos❗

Segurança é investimento❗

A falta de meios e de efetivos afeta diretamente a vida das populações e a exaustão de quem veste a farda tem de terminar.

Depois de duas grandes ações de luta no Porto e em Leiria...

🔵 Contamos com a vossa voz e presença, 8.out. | 17H30 (Frente ao MAI) - Câmara Municipal de Lisboa.

Não cessaremos esta luta ❗

⚫ Apelamos a todos os presentes para que compareçam e vistam preto.

Porquê o preto?

Porque simboliza o luto pelo desrespeito pelos nossos direitos e pelas condições em que exercemos a nossa missão;

Porque demonstra a nossa seriedade e firmeza face aos problemas que afetam a PSP;

Porque unifica a nossa classe, mostrando que estamos todos do mesmo lado.

Claro que o mais importante de tudo não é a cor da roupa — é a tua presença. Este é apenas um apelo. Contamos com cada um de vocês. A nossa força está na união de todos!

⚠️ Assine a Petição 𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒 ⬇️
https://www.facebook.com/share/p/1FQLWZmiW5/

03/10/2026

𝐀𝐏𝐄𝐋𝐎 𝐀̀ 𝐏𝐑𝐄𝐒𝐄𝐍𝐂̧𝐀 𝐄 𝐒𝐎𝐋𝐈𝐃𝐀𝐑𝐈𝐄𝐃𝐀𝐃𝐄 | 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞𝐦 𝐃𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐇𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐞 𝐝𝐚 𝐃𝐢𝐠𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥

A situação limite a que estes profissionais da polícia têm sido sujeitos exige uma resposta firme, unida e intransigente em defesa dos direitos fundamentais, nomeadamente o respeito pelos horários de trabalho.

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) apela à forte mobilização e presença de 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒 os elementos afetados desta unidade/serviço (BSP | DIC Porto), bem como à solidariedade e ao sentido de camaradagem indispensáveis de todos os colegas da DIC de Lisboa e demais profissionais que sintam que esta luta é de todos nós.

▪️Data: 08 de outubro de 2026
Hora: 14:30 | Local: DN/PSP | Largo da Penha de França, Lisboa

O desrespeito pelas escalas e pelos limites horários legais penaliza a vida pessoal, familiar e o próprio equilíbrio psicológico necessário para o exercício de uma profissão tão exigente. Estarem presentes é demonstrar que não aceitam a erosão contínua das vossas condições de trabalho.

𝐂𝐎𝐌𝐏𝐀𝐑𝐄𝐂𝐄!

03/10/2026

𝐂𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚𝐝𝐨 89/2026

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏), representada pelo Dirigente 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐌𝐞𝐝𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 e pelo Delegado à Divisão Policial de Ponta Delgada 𝐑𝐮𝐢 𝐌𝐨𝐮𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨, reuniu recentemente com o novo Comando da Divisão Policial de Ponta Delgada.

O encontro teve um caráter institucional de apresentação de cumprimentos, aproveitando a 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 para desejar o maior sucesso no desempenho das novas funções.

Logo de seguida, num tom construtivo mas de grande exigência, a delegação colocou em cima da mesa os problemas estruturais que penalizam a segurança e o dia a dia dos profissionais:

▪️Infraestruturas degradadas:

Foram reiterados os alertas sobre infiltrações e caixilharias degradadas em vários departamentos. Destacou-se a gravidade da sede da Divisão (Comando, três esquadras e serviços), marcada por traves mestras degradadas que provocam a cedência de pisos e por uma cobertura em amianto, a par da anómala situação de uma esquadra que funciona, há largos anos, num corredor de um quartel de bombeiros.

▪️Insuficiência de meios materiais:

Sublinhou-se o envelhecimento crítico do parque automóvel, cuja idade média ronda os 20 anos, comprometendo a resposta operacional.

▪️Carência drástica de efetivos:

Alertou-se para a falta crónica de pessoal — com departamentos a funcionar com apenas um único elemento de serviço —, exigindo-se a reestruturação de valências.

▪️Excesso de despachos de exceção:

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 confrontou o Comando com o recurso abusivo a este mecanismo nos serviços remunerados: dos 39 fins de semana analisados, 30 foram abrangidos por despacho (76,9%), desvirtuando o seu caráter excecional.

▪️RESPOSTAS DO COMANDO

O Comandante reconheceu ter já conhecimento de várias problemáticas, esclarecendo que a resolução de alguns dossiers extravasa a sua esfera de competências, mas manifestou disponibilidade para mitigar os problemas identificados:

▪️Recursos Humanos:

Mostrou-se consciente das dificuldades e esperançoso num reforço de efetivos a breve trecho para apoiar as esquadras mais carenciadas.

▪️Parque Automóvel:

Avançou que o Comando Regional dos Açores deverá receber novas viaturas em breve, aguardando-se a distribuição.

Despachos de Exceção: Foram debatidas soluções alternativas para reduzir este recurso, ficando as propostas em análise.

▪️PRÓXIMOS PASSOS

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 registou com agrado a recetividade e o interesse demonstrados pelas chefias. Tendo em conta o pouco tempo de funções do novo Comando, aguardará o período razoável para uma resposta concreta, mantendo um acompanhamento firme na defesa das condições de trabalho dos profissionais da PSP.

A Direção da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏

03/10/2026

𝐏𝐎𝐑 𝐔𝐌 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐔𝐆𝐀𝐋 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐑𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒

Não cessaremos esta luta ❗

03/10/2026

𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮-𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐨 𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐚 𝐎𝐫𝐝𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐫𝐯𝐢𝐜̧𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐃. 𝐒𝐞𝐭𝐮́𝐛𝐚𝐥, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐨 𝐧𝐢̄𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐞 "𝑷𝒓𝒆𝒔𝒄𝒓𝒊𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒆𝒔𝒄𝒐𝒍𝒂𝒓𝒆𝒔".

O Correio da Manhã relata que o comandante do Comando da PSP de Setúbal — o terceiro maior do País em número de efetivos, depois de Lisboa e Porto — difundiu uma ordem de serviço que obriga todos os subordinados a subir e a descer escadas, nas instalações policiais, agarrados ao corrimão, abstendo-se de distrações causadas, por exemplo, pelo uso de telemóveis.

Na origem da decisão, segundo o próprio documento a que o jornal teve acesso, está "o elevado número de quedas (que a PSP não quantificou, apesar do pedido do CM), e outros incidentes com policiais nas escadarias e degraus que integram o edifício deste Comando Distrital". A ordem de serviço, que entrou em vigor na quinta-feira (data da respetiva difusão), descreve mesmo todas as formas desejadas de utilização, por parte dos elementos policiais, das escadarias dos respetivos locais de trabalho. Além de estarem obrigados, sempre que exista corrimão, a "manter permanentemente uma das mãos livres para se apoiar no mesmo durante a subida ou a descida", os agentes não podem usar telemóvel (em chamadas ou a escrever mensagens), e ainda ler documentos de serviço. Por fim, estão "proibidas corridas ou saltos de degraus", devendo o pessoal "subir e descer um degrau de cada vez".

Em resposta enviada ao CM, o comandante do Comando de Setúbal, superintendente Resende da Silva, explica que a ordem "tem a ver com matéria procedimental relativa a higiene e segurança no trabalho". "A motivação da mesma está inscrita no documento (elevado número de quedas), e destina-se a prevenir acidentes de trabalho", conclui.

No que se refere às consequências, o incumprimento da ordem de serviço não causa, diz a PSP, processos disciplinares. Mas pode, refere o documento, "fazer com que um eventual incidente seja tido como negligência grosseira, e não acidente em serviço". Relativamente a dados estatísticos, registaram-se 1580 processos de acidentes em serviço instaurados pela PSP durante o ano passado.




CM 03.10.2026

02/10/2026

Há frases que, pela sua simplicidade, explicam realidades complexas. É o caso de uma reflexão escrita por um colega de profissão e de posto: “Comunicação = emissor + mensagem + recetor. Se retirarmos o recetor da equação, porque não existe, não está disponível ou não quer ouvir, deixa de haver comunicação.” Esta frase leva-me a refletir sobre o que está a acontecer entre a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) e o Ministério da Administração Interna (MAI). A questão é simples: as polícias estão a falar, mas estará alguém a ouvir?

Quando as mesmas preocupações voltam à agenda e as posições continuam distantes, é legítimo perguntar se estamos perante diálogo ou apenas perante dois lados que falam sem conseguirem escutar-se. Quando a ASPP aponta problemas nas carreiras, na remuneração, nos suplementos ou nas condições de trabalho, a mensagem merece ser ouvida. Ouvir não significa concordar, mas negociar implica reconhecer que o outro lado tem algo para dizer.

Talvez o problema não esteja na inexistência de comunicação, mas na ausência de escuta. O Governo tem legitimidade para defender as suas soluções, enquanto a ASPP, enquanto estrutura sindical mais representativa, tem legitimidade para contestá-las, apresentar alternativas e defender os interesses daqueles que representa. Mas, no meio de reuniões, propostas e números, há uma realidade que não pode ser esquecida: as polícias são feitas de pessoas. Por detrás de cada efetivo existe uma história profissional, anos de serviço e experiência acumulada.

Na Madeira, essa realidade tornou-se ainda mais evidente com a perda de dois colegas: Maria José Cardoso e Emídio Abreu. A primeira, reconhecida como a primeira mulher polícia da Madeira e a primeira mulher com autoridade policial a prestar serviço no Comando Regional, deixou-nos já na aposentação. Abriu caminho e deixou o seu nome na história da Polícia na Região. O segundo partiu quando estava próximo da pré-aposentação, depois de uma vida dedicada à profissão.

Duas vidas. Duas histórias. Duas gerações de polícias. Dois colegas que deixaram de estar entre nós. E há uma consequência: o Comando Regional ficou ainda mais desfalcado. Não se trata apenas de dois números a menos numa escala. Perder profissionais significa perder capacidade operacional, experiência e memória institucional. Por detrás de cada lugar numa escala existe uma pessoa e, quando deixa de estar disponível, alguém terá de assegurar o serviço.

Conhece-se essa realidade quando é necessário fazer mais uma escala, quando uma folga é adiada, quando uma equipa trabalha com menos elementos ou quando se pede mais a quem já deu muito. É por isso que a mensagem da ASPP deve ser escutada, porque quem está diariamente no terreno possui uma perspetiva que não pode ser ignorada por quem toma decisões.

Maria José Cardoso e Emídio Abreu deixam também essa responsabilidade: a de não transformar os profissionais em números. Uma polícia forte não se constrói apenas com legislação ou equipamentos. Constrói-se, sobretudo, com pessoas que envelhecem na profissão, chegam à aposentação e, infelizmente, partem antes de dizer: “missão cumprida”.

É tempo de voltar à frase que deu origem a esta reflexão: Emissor + mensagem + recetor. Parece simples, mas é mais simples: se quem recebe a mensagem não quiser ouvir, não há comunicação. E sem comunicação não haverá entendimento. A ASPP não pede aceitação. Pede que as suas reivindicações sejam ouvidas, discutidas e ponderadas.

Não estamos apenas a falar de salários, suplementos ou carreiras. Estamos a falar de pessoas, de condições para cumprir uma missão e da capacidade do Estado para garantir aquilo que esperamos de uma polícia: estar lá quando é preciso. Na Madeira, essa capacidade tornou-se mais difícil. Por Maria José. Por Emídio. E por todos os que continuam a servir. Por isso, no dia 20 de outubro, os polícias da Madeira vão para a rua: não para deixar de dialogar, mas para mostrar que, quando a voz não é ouvida à mesa, se faz ouvir na rua.

Ouvir as polícias não é um favor. É uma obrigação de quem quer que a comunicação se transforme em diálogo.

Adelino Camacho

O1.10.2026

Entrevista Paulo Santos ASPP/PSP 02/10/2026

Declarações de 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, Presidente da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏, após o protesto de ontem em Leira.

Entrevistado pelo Dirigente da APG-GNR, Nuno Rodrigues, Criador, Gestor e Responsável de Contéudos da APGTV.

Entrevista Paulo Santos ASPP/PSP APGTV | EntrevistaNeste vídeo da APGTV, Nuno Rodrigues, Dirigente...

02/10/2026

𝐏𝐒𝐏 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐭𝐮́𝐛𝐚𝐥 𝐜𝐮𝐥𝐩𝐚 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐩𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞𝐝𝐚𝐬 𝐧𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬

O Comando Distrital de Setúbal da Polícia de Segurança Pública emitiu, a 1 de outubro, uma Ordem de Serviço dedicada à higiene e segurança no trabalho, com recomendações destinadas a prevenir acidentes nas escadas das instalações policiais.

Entre as medidas determinadas está a utilização do corrimão, sempre que este exista, mantendo pelo menos uma mão livre para apoio durante a subida ou descida. O documento determina também que os polícias não devem utilizar o telemóvel enquanto caminham nas escadas, nomeadamente para escrever mensagens ou consultar documentos.

A Ordem de Serviço estabelece ainda que os degraus devem ser percorridos um de cada vez, sendo desaconselhado correr ou saltar degraus.

Segundo o documento, a sinistralidade laboral «penaliza o serviço e a capacidade de resposta operacional», apontando as distrações e a falta de cuidado como fatores que podem contribuir para quedas nas escadas.

A divulgação da determinação motivou, entretanto, uma reação da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), que considera insuficiente a abordagem adotada pelo Comando Distrital.

Num comunicado, a estrutura sindical critica o que considera ser uma resposta centrada nos comportamentos individuais dos polícias, enquanto permanecem, segundo a associação, problemas relacionados com as condições físicas de algumas instalações policiais, a falta de equipamentos de proteção individual e situações decorrentes de acidentes em serviço.

A ASPP/PSP defende ainda uma maior atenção aos profissionais que aguardam por cirurgias, tratamentos de fisioterapia e outros atos médicos relacionados com acidentes em serviço, argumentando que a recuperação desses trabalhadores também teria impacto na capacidade operacional da PSP.

A associação sindical termina o comunicado criticando o que considera ser uma excessiva valorização de recomendações básicas de segurança, afirmando que «não brinquemos com quem trabalha».

https://www.facebook.com/share/p/1Hrny4kwrF/

PSP de Setúbal aponta solução para evitar que os agentes tenham quedas nas escadas: corrimão, um degrau de cada vez e nada de telemóvel. Saiba mais aqui: https://www.suliberico.pt/noticias/psp-de-setubal-culpa-telemoveis-por-quedas-nas-escadas--1847

02/10/2026

ℙℝ𝔼ℂ𝕀𝕊𝔸𝕄𝕆𝕊 𝔻𝔼 𝕋𝕀! 𝐏𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐐𝐔𝐄𝐒𝐓𝐈𝐎𝐍𝐀́𝐑𝐈𝐎

Caro(a) Colega,

A realidade da nossa profissão também se conta pelas experiências de quem está diariamente na linha da frente.

É nesse sentido que apelamos à tua colaboração num estudo sobre a vitimação policial, destinado a recolher informação que permita conhecer melhor as situações vividas pelos profissionais da Polícia de Segurança Pública, os seus impactos e as necessidades que delas resultam.

▪️A tua participação é muito importante!

Cada resposta representa uma experiência, uma realidade e uma voz que não deve ser ignorada. Quanto maior for a participação dos nossos colegas, mais rigorosos, representativos e relevantes serão os resultados.

Só através de dados concretos e da participação de quem vive diariamente esta profissão será possível conhecer verdadeiramente a dimensão do problema e contribuir para a definição de respostas adequadas.

Ao acederes ao formulário, encontrarás uma informação inicial detalhada, cuja inclusão constitui uma exigência legal, nomeadamente no âmbito do RGPD e das normas de proteção de dados. Esta informação explica as condições de participação e as garantias aplicáveis à recolha e tratamento dos dados, assegurando a confidencialidade, o anonimato e a proteção da informação disponibilizada, nos termos previstos.

▪️Reserva alguns minutos e
Partilha a tua experiência;

▪️Ajuda-nos a conhecer a realidade da vitimização policial;

▪️Contribui para que a voz dos profissionais seja sustentada por dados e evidência;

▪️A tua resposta pode fazer a diferença. A participação de todos pode transformar experiências individuais em conhecimento capaz de apoiar medidas concretas de proteção e valorização dos profissionais da PSP.

▪️Contamos contigo, porque conhecer a realidade é o primeiro passo para a transformar.

▪️Muito obrigado pelo teu tempo, pela tua disponibilidade e pelo seu contributo.

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