Fanelo Ya Mina
Somos uma organizacao da sociedade civil dedicada ao envolvimento de homens e rapazes em esforcos de promocao da igualdade de genero. (My Duty)!
Fanelo Ya Mina Institute is a non-profit organization founded by Celma E. Menezes and her closest associates. The decision to create the organization, was based on the interactions between Miss Menezes and several African Women from all walks of life, particularly the most disadvantaged ones, who taught her the value of living a meaningful life by instilling in her a sense of purpose, vision and s
04/05/2026
Ecos da cerimônia do lançamento público da PNANDH - Plano Nacional de Ação sobre Negócios e Direitos Humanos, ocorrido recentemente em Maputo. O Fanelo Ya Mina fez-se representar, como membro do consórcio do Projeto Cidadania Ativa, no qual é responsável pela integração de gênero com equidade e inclusão de Bebeto no ambiente de negócios e direitos humanos, na geografia do norte de Moçambique.
04/05/2026
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
CONVOCATÓRIA
Nos termos do artigo 20 dos Estatutos do Fanelo Ya Mina, com sede na Av. 25 de Setembro, n° 420, 1° Andar, J3, Edifício Jat I, Maputo, Moçambique, convoco, com dispensa de formalidades legais, a Assembleia Geral Extraordinária para se reunir no próximo dia 08 de Maio de 2026, pelas 09h00, na sede da mesma, para deliberar sobre a seguinte ordem de trabalhos:
Um: Informação sobre o estado actual do Instituto Fanelo Ya Mina.
Dois: Deliberação sobre as propostas de ajustamento de:
- Manual de Governação e estrutura institucional;
- Gestão financeira e controle interno;
- Conformidade, aprovisionamento e RH;
- Capacidade programática e operacional.
Três: Ajustamento do Plano de Actividades para o Exercício Fiscal 2026
Quatro: Outros assuntos de interesse para o Instituto
29/04/2026
Ecos da cerimônia de lançamento do projeto CNDH-MOZ, sobre negócios e direitos humanos, no palco região do Norte. O evento decorreu no dia 19 de Março de 2026.
29/04/2026
05/10/2024
Sobre o Vídeo BLAW no Pérolas do Oceano - RTP Africa
É com indescritível apreço que assisto repetidamente a este vídeo.
Está perfeitamente ajustado a minha retórica quotidiana sobre a necessidade da inclusão e de luta contra a indiferença, o status quo, que é problemático.
Mina Couto faz menção a necessidade de tratar a inclusão “com algum cuidado” por forma a salvaguardar “a inclusão de todos” e “não de uma elite” apenas. Remata “esta sociedade é uma fábrica de exclusão”. É como se uma parte da população é tratada como seres humanos e a outra como CIDADÃS DE SEGUNDA CLASSE.
A exclusão verifica-se nos programas e projetos. Ela verifica-se, também, na família, na comunidade, na educação e formação, na saúde, na banca e finanças, no desporto e na cultura, na comunicação social, bem como em todos os domínios da vida política e pública, em particular no trabalho e emprego, nas posições de chefia, de liderança.
O Sr. Paulo Reis faz uma excelente exposição “Liderança é tradicionalmente exercida por homens”. Acrescenta que “é difícil atingir os lugares de topo”. Deste modo, a oratória de Sr. Reis está totalmente alinhada a retórica do fenómeno “the leaky pipelines” ou simplesmente “The higher you go, the fewer women there are", conforme se retira da citação de Wangari Maathai (primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel).
A EY identifica a liderança, como uma área onde é necessário investir para tornar possível a concretização de integração transversal da perspetiva do género.
Importa destacar a corrente pró-feminismo com diferencial de engajamento de homens, sempre que há deficiências ou dificuldades na constatação de uma relação mais equilibrada e mais justa.
É por isso que o engajamento dos homens em posição de liderança torna-se imprescindível para mudar o “status quo” e inverter a ordem prevalecente do desequilíbrio de género, em benefício da dignidade e direitos humanos das raparigas e mulheres.
Agregando homens comprometidos e recetivos ao género, o BLAW visa suprir necessidades específicas das mulheres, na sua pluralidade, concorrendo assim para a remoção dos fatores de discriminação estruturantes, no domínio do trabalho, emprego e empreendedorismo.
Contamos com Mia Couto e Sr. Paulo Reis e outros “like-minded men”, para a construção e valorização de uma verdadeira Cultura da Igualdade de Género no País livre de Opressão, Misoginia e Sexismo para com as mulheres, e elevar a bandeira da igualdade de género em Moçambique, com equidade e justiça para todos/as.
Acresce, dizer, outra particularidade sobre o vídeo. Ele foi partilhado hoje, exatamente dia 4 de Outubro, dia da Paz. E a Paz é INCLUSÃO.
Agradeço de novo à liderança da EY e New Faces New Voices pela confiança.
À igualdade entre homens e mulheres, entre rapazes e raparigas.
À equidade entre as pessoas!
À justiça entre os seres humanos.
À saúde do Be Like a Woman
Por: Celma Celma Elizabeth Menezes
03/05/2024
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01/05/2024
On May 1st Labour Day Men Have a Responsibility
19/03/2024
Our position statement on women’s month. Celebrating women’s milestone with a critical eye on structural problems
18/03/2024
“Eu não sou livre enquanto outra mulher for prisioneira”
“I am not free while any woman is unfree”
Audre Lorde
Feminista & Defensora dos Direitos Civis
Feminist & Equal Rights Advocate
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