Zuando Som

Zuando Som

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Música, amor e educação São canções que falam das crianças e para as crianças, respeitando e valorizando o universo infantil.

Idealizado em 2004 pelo compositor Rodrigo Prates, o Zuando Som vem conquistando o carinho das famílias em apresentações recheadas de ludicidade, histórias cantadas e contadas através de brincadeiras musicadas. O Zuando Som é um projeto que busca transformar em música quase tudo que envolve a infância, aproximando crianças e adultos, fazendo lembrar a importância da letra na música infantil. O pro

06/11/2026

Cada letra de música abre um universo próprio, onde a criança aprende sem perceber que está aprendendo e se diverte enquanto explora o som e o sentido das palavras. Quando a música encontra a letra, nasce um novo jeito de comunicar o que está escrito, mais vivo, mais sensível, mais fácil de sentir.

É nesse encontro que o Zuando Som trabalha: transformar linguagem em experiência, e aprendizado em algo que faz sentido no corpo, no ouvido e na imaginação.

06/09/2026

Já pensou em ensinar o alfabeto para os seus alunos de um jeito mais divertido?

Na Conversa Musicada desta semana, vamos contar a história de “Um Alfabeto Diferente”, livro e canção lançados pela Editora Gaúcha que continuam despertando a curiosidade de crianças, famílias e educadores.

Vamos revisitar a música, compartilhar histórias dos bastidores da gravação e mostrar como ela conquistou os alunos da Paula em uma escola pública aqui em Miami, transformando o aprendizado do português em uma experiência divertida e cheia de signif**ado.

Em algum momento dessa conversa, vou contar também como escrevi a letra depois de ter um sonho muito curioso com o alfabeto. Mas essa parte f**a para outro momento. 😉

E acompanhem ao longo desta semana porque vamos compartilhar muitas curiosidades sobre a criação da música, do livro, das gravações e das experiências que essa história proporcionou em salas de aula e encontros com crianças ao longo dos anos.

Se você gosta de música, literatura e educação, talvez você nunca mais olhe para o alfabeto da mesma maneira. 🎶📚✨

💥Em todas as plataformas 🎧

Um Alfabeto Diferente
Rodrigo Prates

Acontece que eu tive uma ideia diferente
Bonita assim a minha ideia quase feliz
Coisa esquisita pensar assim deste jeito, mas…

Diferente não quer dizer ruim
Esquisito seria se eu f**asse triste
Feito um picolé derretendo ao sol
Gastaria o meu tempo todo contigo
Haveria uma máscara pra me fantasiar de amor?

Imagina tudo que você quer
Jacaré tem a boca grande e nem sabe cantar
Kung Fu eu vi na televisão
Lindo o Bruce Lee imitando um dragão

Maria me trocou pelo João
Narizinho quer fugir do livro
Optou por vir morar comigo
Pandorga pra brincar no céu

Quebrou o brinquedo bom na minha mão
Rindo eu parei de chorar
Sapo não lava o pé
Tinha mas chulé acabou
Urubu come o que ninguém quer

Vez em quando eu tenho medo e chamo o meu irmão
Wafer é café da manhã
Xadrez é a blusa da minha mãe
Yoga deixa a gente zen
Zangado é o nome de um anão.

06/05/2026

Que o mundo está maluco, a gente já sabe. Mas o que fazer diante de tanta maluquice? O que fazer com aquilo que não controlamos e nem queremos controlar?
Seguimos vivendo e fazendo som. Afinal, a vida sempre tem razão.

05/27/2026

Sempre que a gente anda pelo Brasil, percebe que o território também é lugar de conhecimento.
Muito antes das universidades, os saberes já eram transmitidos pelos mestres e mestras, nas comunidades, nos encontros, nas festas, nas práticas culturais e na vida cotidiana.

Reconhecer o notório saber é entender que o conhecimento não pertence a um único espaço. Biblioteca, museu, escola, terreiro, rua, quilombo, aldeia e pontos de cultura também educam, preservam memória e formam pessoas.

A ideia de Pluriversidade nasce justamente desse encontro entre diferentes formas de aprender e ensinar. Um conhecimento construído em conjunto, respeitando as experiências, as oralidades, os territórios e quem mantém viva a transmissão cultural há gerações.

Descentralizar o saber é ampliar o olhar sobre educação, cultura e humanidade. O Brasil é gigante pela própria natureza. 💎🇧🇷

05/24/2026

Continuando a nossa Conversa Músicada sobre a letra de Meninas e Meninos gravada no álbum Grávido de Música, segue uma pequena reflexão sobre o papel das meninas em seus territórios.

💥Meninas e Meninos está disponível em todas as plataformas.

05/20/2026

Direto da 6ª Teia Nacional, seguimos falando sobre o empoderamento feminino desde a infância.

Nosso diálogo, desde a semana passada, vem da letra da canção Meninas e Meninos, gravada no álbum Grávido de Música, do Zuando Som, disponível em todas as plataformas digitais.

Ao acompanhar as articulações dos territórios através do Programa Cultura Viva, que conecta pontos de cultura de todo o país, percebemos a força que existe no coletivo.

É essencial que meninas sejam respeitadas em seus territórios, culturas e individualidades. Não apenas pelo que podem se tornar no futuro, mas pelo que já representam hoje.

05/19/2026

Estar na Teia é também entender na prática que cultura vai muito além do fazer artístico Ela nasce dos territórios, das memórias, das trocas e das formas como as pessoas aprendem a existir juntas.

A Teia Nacional é o maior encontro dos Pontos de Cultura do Brasil, espaços reconhecidos pela Política Cultura Viva por desenvolverem ações culturais e comunitárias em seus territórios. Mais do que apresentações artísticas, a Teia é um espaço de escuta, articulação e construção coletiva.

O Zuando Som não é um Ponto de Cultura.
Viemos para pesquisar, ouvir e aprender.

Entender como diferentes comunidades do Brasil pensam as infâncias, os afetos, o território, a educação e o futuro. Porque não existe infância desconectada do mundo em que ela cresce.

Quando a Teia fala sobre justiça climática, ela também fala sobre crianças. Sobre quem sente primeiro as desigualdades, a violência ambiental, a falta de espaço de brincar, de respirar e de imaginar futuros possíveis.

O Zuando Som acredita que música para a infância não pode ser feita de forma isolada. Ela precisa dialogar com quem vive a cultura na prática, nas aldeias, nas periferias, nas escolas, nos quintais e nas comunidades espalhadas pelo país.

Estamos aqui menos para ensinar e mais para ampliar a escuta. Porque toda vez que a cultura se encontra, a infância também ganha novas possibilidades de existir.

crianças

05/18/2026

O Zuando Som chega à Teia Nacional dos Pontos de Cultura 2026 mais para ouvir do que para falar. Mais para trocar do que para ocupar o centro.

O tema deste ano, “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, lembra algo fundamental: não existe futuro possível sem comunidade, sem território, sem escuta e sem respeito às diferentes formas de viver e produzir cultura.

Estaremos ali como espectadores atentos, ajudando a construir pensamentos junto de tantas pessoas, coletivos, artistas, educadores, povos originários e fazedores de cultura de todo o Brasil. Porque o aprendizado acontece justamente nesse encontro entre diferenças.

O Zuando Som acredita que educação e cultura caminham juntas. E também acredita que ninguém cresce sozinho. Aprender com outras realidades, outras infâncias, outras músicas, sotaques, histórias e modos de enxergar o mundo faz o projeto crescer de forma mais humana, mais consciente e mais conectada com o país real.

A Teia é isso: um espaço onde a cultura deixa de ser vitrine e vira convivência.

05/15/2026

Eu sou pai de três meninos e padrasto de uma menina. E foi justamente por causa dela que escrevi essa letra. Até então, eu achava que entendia a infância, mas a convivência com uma menina me fez perceber um universo inteiro que eu ainda não enxergava.

Foi ouvindo, observando e tentando entender aquele mundo que percebi as pequenas pressões e preconceitos que aparecem cedo demais. Quando o escolheu Meninas e Meninos para o disco, eu já sabia que estávamos tocando num tema delicado, mesmo numa época em que isso ainda era pouco discutido.

Eu continuo achando o que escrevi na música: as meninas são mais divertidas que os meninos. Existe uma poesia meio caótica nisso tudo. Querem cabelo liso, depois cacheado. Cortam o cabelo e depois querem deixar crescer de novo.

Talvez seja justamente essa mistura de força, sensibilidade e contradição que faça tudo ser tão interessante. Afinal, quem gera uma vida dentro do próprio corpo é uma mulher. E isso já deveria ensinar muita coisa para nós, homens.

05/13/2026

Empoderamento feminino também começa na infância.

Nas pequenas frases que incentivam, nas escolhas respeitadas, na liberdade de existir sem limites impostos pelo “isso é coisa de menina”.

Toda menina merece crescer sabendo que sua voz importa, que seu corpo merece respeito e que seus sonhos não precisam caber em padrões.

Nessa canção, eu e buscamos trazer à tona a importância desse olhar desde cedo. Porque educar também é transformar o presente.

Respeito ConversaMusicada

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