Explicações do Rui
Prestamos apoio num vasto conjunto de disciplinas do Ensino Básico/Secundário e do Ensino Superior O sucesso dos nossos alunos é o nosso objectivo.
O nosso blog procura esclarecer algumas dúvidas expostas e apresentar alguns exercícios resolvidos e comentados. Nas nossas instalações poderá ter todo o apoio necessário às disciplinas do ensino básico ao superior, incluindo preparação para exames. Venha conhecer-nos melhor!
05/04/2022
Esta boa notícia posso partilhar, um aluno/a que começou com negativa, agora já "voa" sozinho/a...
Considerando que, na sequência do encerramento de todas as escolas, e outros espaços similares (devido à Semana da Contenção entre 3 e 7 de janeiro) as crianças e jovens se encontram neste momento sem atividades letivas, o CCEMS propõe um conjunto de atividades/desafios de aprendizagem que podem ser realizados em família, ou individualmente pelos alunos, com abordagens diferenciadas em função das faixas etárias.
As atividades estão desenhadas para que os alunos possam aprender conteúdos e desenvolver competências adjacentes e complementares aos curriculares, mas de forma lúdica e informal.
Nesta sequência, agradecemos o V/ apoio na divulgação das atividades junto dos pais/encarregados de educação ou mesmo junto dos alunos potencialmente interessados.
As instruções e links de acesso encontram-se disponíveis em dois formatos:
- Portal do CCEMS: https://bit.ly/SemanaContencaoJaneiro2022
- Em formato PDF: https://bit.ly/SemanaContencao3a7_2022
Explicações de economia...
Mesmo que prefiras ter um "mau" a ter um "bom" podes vir ter connosco:
Temos explicações de:
_Matemática,
_Física,
_Desenho,
_Geometria Descritiva,
_Química,
_Mecânica,
_Estática...
Do ensino básico, secundário e superior. Fazemos preparação para os exames nacionais.
E porque o COVID-19 parece que vem para ficar, é obrigatório o uso de máscara e encontram-se disponíveis dispensadores de soluções líquidas de base alcoólica.
Explicações do Rui Prestamos apoio num vasto conjunto de disciplinas do Ensino Básico/Secundário e do Ensino Superior
Existem diferentes fatores ansiogénicos nas várias idades e as crianças não são exceção. As explicações são da pediatra Joana Martins. Hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental.
Como ajudar as crianças a gerir a ansiedade?
As explicações de uma pediatra
É ponto assente que vivemos dias difíceis. A pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 mergulhou-nos a todos num mar incerto: entre as vagas de transmissão da doença, entre os parcos avanços e muitos retrocessos do conhecimento científico, a verdade é que o nosso quotidiano mudou irremediavelmente.
E os miúdos sabem disto e sabem-no bem. Nunca, enquanto crianças, nós pensávamos ser possível encerrar a escola. E, no entanto, os miúdos de agora passaram por essa experiência fraturante. Se a escola, o epicentro do seu quotidiano, fecha, então é porque estamos a braços com algo sério.
E não vale a pena iludirmos-nos: as crianças são flexíveis, mas só porque parecem estar bem, não quer dizer que o estejam.
Quando leio a previsão da recessão económica que se avizinha, imagino que, aos cerca de 20% da população portuguesa que vive em risco de pobreza, se junte agora uma franja maior de classe média baixa, os eternos remediados.
E o que é que os miúdos têm quer ver com isto? Pois bem, tudo. Sabemos que de acordo com o grupo etário, existem diferentes fatores ansiogénicos. Se nas crianças em idade pré-escolar, a mudança da rotina ou o encerramento da escola, podem ser de facto, motivos de uma justificada ansiedade, nas crianças mais velhas, a perda do emprego de um dos pais e o impacto no orçamento familiar que isso representa também não é desprezável.
E o que dizer do aumento do número de divórcios motivados pelo decorrer do confinamento? E aqui sim, a separação dos pais é, transversalmente, o fator de grande stress.
Mas se estamos a falar de grandes motivos de ansiedade (a mudança de rotinas, a separação dos pais, a morte ou doença de um familiar e o desemprego bem como o reajuste á pobreza), a verdade é que as nossas crianças também sofrem as suas pequenas ansiedades. Parecem-nos ridículas a nós, adultos, que temos tantas e tão boas preocupações. Mas preocuparem-se porque perderam um carrinho que gostaram, rasgaram o vestido preferido, esqueceram-se de fazer os trabalhos de casa também são preocupações válidas.
E nós, como pais, temos que os ensinar a aceitar e gerir estas pequenas ansiedades.
Não, não é uma parvoíce.
Não, o medo que se sente de ar**has não é uma parvoíce, nem o é a timidez súbita que assola o nosso miúdo fanfarrão, no mesmo instante em que chega a uma festa de aniversário cheia de miúdos desconhecidos. É porque nós, os adultos, temos esta forma de desmaterializar as queixas de ansiedades das crianças. Fazemo-lo gratuitamente, com um encolher de ombros e um rebolar exasperado dos olhos: “Que disparate! – dizemos, “Que parvoíce!”.
E se calhar, o primeiro passo que podemos dar é justamente aceitar a ansiedade em si. Reconhecê-la não é a mesma coisa que defendê-la! Vejamos: “compreendo que não te sentes confortável com ar**has, que tem fazem impressão, mas sabias que o Homem Ar**ha é uma espécie de ar**ha e não deixa de ser um super herói?” ou “Bem sei que estar numa festa onde não se conhece ninguém não é pêra doce, mas queres começar por brincar comigo com aquela secção de brinquedos ali e depois logo vês se continuas a precisar de mim?”
Reforço, reforço, reforço
Esta nem sempre é fácil, mas nada como transmitir aos nossos miúdos que não é por serem ansiosos em relação a algum assunto que gostamos menos deles. Como por exemplo: “Bem sei que te queres vestir de preto integral porque essa é uma forma de te identificares sem dificuldade com o teu grupo de amigos. O que não tem mal nenhum, desde que tu gostes efetivamente de preto. Na verdade, nada como seres sincero contigo mesmo.”
Não só há um reforço da aceitação (gosto de ti, independentemente da cor que escolheres vestir), como também há uma confiança na decisão (aceito perfeitamente qualquer escolha, desde que seja tua).
E muitas vezes, mesmo com as crianças mais pequenas, reforçar a autonomia, com um interesse e respeito genuíno pelas suas escolhas, acaba por ser o caminho certo para reforçar o nosso afeto. Não se padece de colo, carinho, atenção ou amor a mais, certo?
O elefante na sala
Tendo em conta que, para ajudar os nossos miúdos a enfrentar, aceitar e ultrapassar as suas ansiedades, temos que aceitar que elas existem e reforçar o nosso afeto, não vale a pena tentar ignorar o elefante na sala (mas estás com essas coisas para quê?) ou ralhar-lhe (já te disse para parares com isso!) ou tentar minimizá-lo (mas estás a comportar-te como um bebé porquê?). As pequenas grandes ansiedades das crianças são reais nas suas cabeças, independentemente do que nos parecem a nós, adultos.
Procurar ajuda
Se a ansiedade de alguma forma interfere com a alimentação, o sono da criança ou adolescente, se desencadeia perda de rendimento escolar, isolamento, ou por outro lado, um comportamento de oposição, com muitas birras à mistura e uma enorme raiva e frustração, então pode muito bem ser a altura para procurar ajuda especializada. E como frequentemente a ansiedade se expressa com sintomas físicos como dor de cabeça, náusea, tontura ou a dor abdominal, comece por falar com o seu médico assistente (médico de família ou pediatra), porque é importante fazer um diagnóstico diferencial de todas estas situações.
Adicionalmente, logo numa etapa inicial, podem ser implementadas pequenas estratégias com elevado impacto familiar, que podem realmente ajudar a resolver o problema. No entanto, não devemos nunca descurar a ajuda profissional mais dirigida, com a avaliação cuidada e intervenção por um profissional de saúde mental na área da infância e adolescência.
Um artigo da médica pediatra Joana Martins.
10/10/2021
Agora no whatsapp
Segundo a Revista Sábado, desde o começo da vacinação de jovens com menos de 17 anos, no fim-de-semana de 14 e 15 de agosto, a incidência na faixa etária com menos de 20 anos caiu mais de 20%, a ritmo semelhante ao de faixas etárias mais vacinadas. Mortalidade entre menores de 50 anos caiu 85% desde o início de agosto.
O número de novos casos de covid-19 tem vindo a descer ligeiramente nas últimas semanas, depois de um planalto na incidência com o aparecimento da variante Delta, associada à Índia. A incidência atual está perto do limite de perigo de 240 casos por 100 mil habitantes, sobre o qual o país está acima desde o início de julho. Mas o avanço da vacinação tem ajudado ao abrandamento de casos, em especial das faixas etárias mais jovens – que são as responsáveis pela maior parte das infeções.
No último mês e meio, a faixa etária entre os 20 e 49 anos foi responsável por metade dos casos de covid-19 confirmados em Portugal, com a faixa etária dos menores de 20 anos a representar 26% dos infetados e os maiores de 50 anos a representarem cerca de 24% dos casos.
Mas, com o início da vacinação de jovens com 17 ou menos anos a partir do fim-de-semana de 14 e 15 de agosto, a incidência na faixa etária com menos de 20 anos caiu mais de 20%, num ritmo semelhante ao de faixas etárias mais vacinadas.
01/09/2021
É altura de chamar a atenção outra vez.
Se precisares de ajuda com as tuas notas podes vir ter connosco...
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Do ensino básico, secundário e superior. Fazemos preparação para os exames nacionais.
E porque o COVID-19 parece que vem para ficar, é obrigatório o uso de máscara e encontram-se disponíveis dispensadores de soluções líquidas de base alcoólica.
23/12/2020
... E o COVID-19 também continua por cá, mas se precisares de ajuda com as tuas notas podes vir ter connosco...
Temos explicações de:
_Matemática,
_Física,
_Desenho,
_Geometria Descritiva,
_Química,
_Mecânica,
_Estática,
_Biologia,
_Português,
_Inglês,
_entre outras...
Do ensino básico, secundário e superior. Fazemos preparação para os exames nacionais.
Tendo como prioridade garantir a segurança, é obrigatório o uso de máscara e encontram-se disponíveis dispensadores de soluções líquidas de base alcoólica.
01/10/2020
Aulas e COVID-19: o que deve saber segundo uma pediatra
Um artigo da médica pediatra Joana Martins.
Num contexto social de transmissão ativa do vírus, falar de segurança na ida à escola ou à creche é olhar para esta questão de forma bastante redutora. Inseguros do risco de contágio estamos todos, quando vamos ao supermercado, quando vamos à farmácia, quando atestamos os nossos carros na bomba de combustível.
Se a escola é segura? Não mais do que qualquer outro local público. Por isso, nada como abordar a questão por partes:
_ Quais são os sintomas da doença na idade pediátrica?
Habitualmente os sintomas desenvolvem-se numa janela de 2 a 14 dias após o contágio (em média 6 dias), sendo que habitualmente as crianças apresentarão febre e tosse.
No entanto, há uma enorme constelação de sinais e sintomas possíveis, desde a fadiga, dor de cabeça e mialgias, passando para a congestão nasal, perda olfativa, dor de garganta e dificuldade respiratória, sem esquecer os sintomas gastrointestinais de dor abdominal, diarreia, náuseas e vómitos.
_ As crianças têm risco de doença grave por infeção a SARS-CoV-2?
Não. As crianças, quando comparadas com os adultos, têm 20 vezes menor risco de serem hospitalizadas. Como tal, globalmente, o risco de doença grave numa criança previamente saudável é praticamente nulo. Não nos podemos esquecer, que ao contrário da gripe, que tem uma maior gravidade nos doentes asmáticos, no caso do SARS-C0V-2, essa associação não está comprovada (neste momento, já sabemos que não parece ser um fator de risco considerável).
_ As crianças são mais infecciosas do que os adultos?
Os estudos existentes são bastante contraditórios, no entanto o peso da evidencia científica parece apontar para que as crianças sejam menos infecciosas que os adultos. Isto não quer dizer que não possa existir contágio entre crianças no contexto escolar.
_ É possível distinguir clinicamente a COVID-19 de um síndrome gripal ou de uma bronquiolite numa criança pequena, sem recorrer a um teste específico?
É impossível distinguir clinicamente a COVID-19 de um síndrome gripal. A única pista que poderemos ter é a existência ou não de um contacto próximo comprovadamente infetado. Todos os casos com necessidade absoluta de confirmação diagnóstica exigem um teste confirmatório, que implica a colheita de secreções da naso e orofaringe com recurso a uma zaragatoa (cotonete gigante).
_ Como saber orientar os casos suspeitos ou confirmados de infeção?
Os pais podem contactar o seu médico assistente, mas, no contexto pandémico, é importante uniformizar as decisões clínicas, daí a importância do SNS24. Através do acesso telefónico, serão tomadas resoluções clínicas baseadas em algoritmos testados. É comprovadamente melhor do que seguir apenas e só o bom senso de cada um.
_ O que é que as escolas estão a fazer?
Cada escola está a adaptar as diretrizes da Direção-Geral da Saúde e Direção-Geral de Educação à sua realidade, tendo em conta a população escolar, recursos humanos e instalações. Isto leva a que cada escola disponha do seu regulamento.
Quando identificada uma criança sintomática, terão que ser contactados os encarregados de educação e o SNS24. Daí sairão orientações específicas.
O facto da escola requerer uma informação escrita do médico assistente que comprove que a criança não tem infeção a SARS-CoV-2, obviamente que obriga a realização de um teste diagnóstico, já que não existem sinais clínicos específicos da doença. No entanto, reserva-se às famílias o direito de, em alternativa, proporem o cumprimento de um período de isolamento de 14 dias, obviando assim esta necessidade.
_ Isolamento: para quem e durante quanto tempo?
O isolamento é necessário para os casos realmente suspeitos (validados pelos algoritmos de decisão do SNS24) não testados ou casos confirmados de infeção para o SARS-CoV-2. O período de isolamento estipulado são 14 dias. A decisão de realização de zaragatoas confirmatórias do fim da infeção (resultados negativos) cabe às autoridades de saúde, no entanto, é frequente que os casos positivos mantenham a excreção de partículas virais para além dos 14 dias, tornando frequentemente o isolamento mais prolongado.
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