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SNTSF - Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário -CGTP-IN

20/06/2026
19/06/2026

O Pacote Laboral caiu!

09/06/2026

DERROTAR O PACOTE LABORAL
O SNTSF/FECTRANS saúda os trabalhadores da CP, da IP, da MEDWAY, da TTSL, da MTS, do METRO DO PORTO, da VIAPORTO, da CAPTRAIN, da FERTAGUS e de mais de uma dezena de empresas onde intervimos, públicas e privadas.
A esmagadora maioria demonstrou a sua rejeição ao pacote laboral proposto pelo governo PSD/CDS, com a sua adesão à Greve Geral do dia 3 de junho. Muitos resistiram a chantagens e pressões, outros viram o seu direito à greve limitado pela imposição de serviços mínimos
Falamos de trabalhadores que, na sua grande maioria, têm horários desregulados, trabalham 24 horas por dia, por turnos e escalas, com folgas rotativas e salários que continuam longe de refletir a importância das funções que desempenham.
São trabalhadores que exigem ver a sua vida de trabalho melhorar, e não piorar. Recusam a imposição de trabalho para além do seu horário normal, independentemente das designações utilizadas pelo Código do Trabalho para o disfarçar. Exigem a redução da carga horária para as 35 horas semanais sem perda de retribuição, regras de remuneração dignas, um aumento justo dos salários e a manutenção e recuperação dos seus direitos. Não precisam de trabalhar mais para ganhar menos.
Acima de tudo, querem uma vida melhor. Querem ver a sua antiguidade reconhecida e valorizada, ter direito a uma reforma digna e exigem uma carreira com futuro. Um futuro seguro e estável que permita aos jovens estabilizar a sua vida e conciliar o trabalho com a constituição e o usufruto de uma vida familiar; pelo direito à habitação própria e acessível; pelo direito de poder ter filhos quando assim o decidirem sem que as mães vejam o acesso à maternidade como uma miragem; e pelo direito ao Serviço Nacional de Saúde público.
A mobilização demonstrada nesta greve foi um exemplo inequívoco de força, determinação, unidade e coragem, que deve ser partilhado e alargado a cada vez mais trabalhadores.
Hoje, mais do que nunca, é preciso combater as narrativas que nos atacam e as opiniões que defendem quem explora; aqueles que fragilizam os serviços públicos para favorecer interesses privados; aqueles que muito falam, mas desvalorizam quem verdadeiramente produz a riqueza deste país, OS TRABALHADORES!

03/06/2026

FOI UMA GRANDE GREVE GERAL NO SECTOR DOS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
«Ainda sem dispor de todos os dados, com o que está disponível, podemos afirmar que, no sector dos transportes e comunicações foi uma grande greve geral.
É uma luta que vai continuar, agora que o governo anunciou a discussão da sua proposta de pacote laboral para o próximo dia 18 de Junho. Com a continuação da nossa mobilização e luta, é possível derrotar o pacote laboral!
Na esmagadora maioria das empresas dos sectores públicos e privados, registou-se uma elevada adesão dos trabalhadores à greve geral, num quadro de ampla unidade na acção com outras organizações que saudamos, pelo contributo que deram a esta importante luta.
Saudamos todos os dirigentes, delegados e activistas sindicais, pelo trabalho desenvolvido e empenho em toda a organização da greve geral, trabalho imprescindível para o êxito desta luta em todos os sectores.
Tivemos adesões quase totais no Metropolitano de Lisboa, na CP que com a excepção dos trabalhadores chamados à prestação de serviços mínimos, teve uma adesão quase total na parte operacional e entre os 80% e 90% nas oficinas. Na MEDWAY/MSC circularam apenas os comboios de serviços mínimos
Na Carris adesão de 85% no sector oficinal e nas estações em que, com a excepção dos serviços mínimos, tivemos adesões entre os 65% e os 100%.
Cerca de 85% dos trabalhadores da ViaPorto (empresa que opera o Metro do Porto) estiveram em greve e também no Porto a circulação de carreiras da STCP foi num número muito pequeno.
No sector rodoviário de passageiros houve empresas onde se registaram adesões superiores à greve geral de Dezembro passado. Neste sector destacamos a TST e a ALSA TODI com a paralisação da esmagadora maioria dos trabalhadores. Locais de trabalho de empresas na região de Lisboa (Caneças, Boa Viagem, Alenquer, etc) com adesões da maioria dos trabalhadores, situação que já não acontecia há imenso tempo.
Noutras empresas do sector rodoviário de passageiros – Transdev distrito de Viseu muito poucos trabalhadores a trabalharem, BusWay distrito de Coimbra (Coimbra 80%, Penacova 90%, Poiares 100%, Lousão 100%, Soure 90%, Mira 100%, Cantanhede 95%, Condeixa 90%, Figueira da Foz 65%, Arganil e Góis 65%.)
Outras paralisações – Transportes Urbanos da Covilhã 100%, Transdev Braga 90%, Urbanos Vila real 48%, SUCH Vila real 100%, Flaviamobil (Vila Pouca de Aguiar100%, Chaves 50%, Valpaços 60%, Murça 100%)
Também nas regiões autónomas a luta se fez sentir – Na empresa que opera nas ilhas do Pico e Flores, apenas 4 trabalhadores não aderiram à greve. na Terceira a greve teve menos impacto e em São Miguel foi na ordem dos 40%. Nos Horários do Funchal funcionaram os serviços mínimos
Nos portos, toda a actividade reduzida aos serviços mínimos, com muitos navios a serem deslocados para outros portos fora de Portugal.
TTSL adesão da maioria dos trabalhadores, pese embora, por pressão da administração, houvesse trabalhadores que não aderiram tendo permitido a circulação de algumas carreiras no turno da manhã e inicio do período da tarde.
Sector aéreo, elevada adesão, que provocou enormes constrangimentos na actividade aeroportuária, e de acordo com o SITAVA registou-se em Lisboa a supressão de quase 65% dos voos previstos.
Na Lismarketing dos 26 postos apenas abriram 7.»

03/06/2026

TRABALHADORES DA TTSL RESPONDEM COM FORTE ADESÃO À GREVE GERAL CONTRA PRESSÕES DA ADMINISTRAÇÃO
A greve geral na TTSL saldou-se numa elevada adesão e mobilização, superando as tentativas de boicote por parte do conselho de administração. A empresa recorreu a práticas ilegais, como a proibição da entrada do piquete de greve nas instalações, além de chantagens e mensagens intimidatórias para questionar os trabalhadores sobre a sua participação.
Estas atitudes, que visavam ocultar irregularidades graves da gestão, mereceram o repúdio total dos trabalhadores. A esmagadora maioria afirmou, a uma só voz, a rejeição do pacote laboral e de qualquer acordo que represente um retrocesso nos direitos e garantias conquistados na TTSL.

Todos à Greve Geral » 3 de Junho de 2026 01/06/2026

Todos à Greve Geral » 3 de Junho de 2026 Tempo de Antena da CGTP-IN. No próximo dia 3 de Junho – Vamos fazer...

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