doclisboa
Doclisboa 2025
October 16-26 O Doclisboa pretende questionar o presente do cinema, em diálogo com o seu passado e assumindo o cinema como um modo de liberdade.
Recusando a categorização da prática fílmica, procuram-se as novas problemáticas presentes na imagem cinematográfica, nas suas múltiplas formas de implicação no contemporâneo. O Doclisboa tenta ser um lugar de imaginação da realidade através de novos modos de percepção, reflexão, novas formas possíveis de acção. Membro do Doc Alliance
www.dafilms.pt
Doclisboa wants to question the present of fil
06/06/2026
Hoje, as ruas de Lisboa enchem-se de cor. Celebramos com a 27.ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa o amor, a diversidade e a liberdade, sem nunca esquecer quem nos abriu o caminho. Uma luta feita de coragem e solidariedade contra o preconceito e a invisibilidade.
É neste tom de celebração que vos deixamos uma série de filmes das nossas edições passadas, com comentários do Letterboxd. Através de realidades q***r partilhadas nas nossas salas, continuaremos a ajudar a derrubar fronteiras, preconceitos e tabus. Contamos convosco?
Boa Marcha!
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Today, the streets of Lisbon are bursting with color. With the 27th LGBTI+ Lisbon Pride March, we celebrate love, diversity, and freedom, without ever forgetting those who paved the way for us. A struggle built on courage and solidarity against prejudice and invisibility.
In this celebratory spirit, we’re sharing a selection of films from our past editions, along with Letterboxd comments. Through q***r realities shared in our festival, we’ll continue to help break down borders, prejudices, and taboos. Can we count on you?
Have a great March!
02/06/2026
Siri Hustvedt estará hoje na Fundação Luso-Americana para uma conversa sobre o seu novo livro “Fantasmas” e nós aproveitamos a ocasião para anunciar que o filme “Siri Hustvedt – Dance around the Self”, de Sabine Lidl, terá a sua estreia nacional na próxima edição do Doclisboa, a decorrer entre 15 e 25 de Outubro.
Apresentado na secção Panorama da Berlinale 2026, o filme traça o percurso pessoal e literário de Hustvedt, bem como o amor e despedida da vida partilhada com o escritor Paul Auster (1947–2024). No Doclisboa, integrará a secção Heart Beat, sempre muito querida do público do festival.
Mais informação em doclisboa.org/noticias
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Siri Hustvedt will be at Fundação Luso-Americana today for a discussion about her new book “Ghosts”, and we’d like to take this opportunity to announce that the film “Siri Hustvedt – Dance around the Self”, directed by Sabine Lidl, will have its national premiere at the upcoming edition of Doclisboa, taking place from October 15 to 25.
Presented in the Panorama section of the 2026 Berlinale, the film traces Hustvedt’s personal and literary journey, as well as the love and farewell of the life she shared with writer Paul Auster (1947–2024). At Doclisboa, it will be part of the Heart Beat section, always a favorite with the festival’s audience.
More information at doclisboa.org/en/news
Chega já esta semana aos cinemas “Ali, Aqui” (2025), que teve estreia mundial na edição do Doclisboa de 2025 e foi muito bem recebido pelo público que esgotou a Cinemateca Portuguesa para vê-lo.
Entre Maio e Junho poderás encontrá-lo aqui:
➡️Cinema City Alvalade, de 28.05 a 3.06
➡️Cinema City Setúbal, de 28.05 a 3.06
➡️Academia Almadense, de 28.05 e 3.06
➡️Casa do Cinema de Coimbra, 1.06
No filme de Fábio Lima, José Monteiro, Marlene Nobre, Martina Maher, Rafael Moura e Sony (Edmilson Furtado), produzido no contexto do projecto de cinema comunitário .almada, Rafa sai de casa para fazer um recado ao pai e encontra situações inesperadas.
A partir da história principal, o filme revela outras: Nelson convence Txidy a cortar-lhe o cabelo em troca de ajuda; Jamir procura Tofinha nas hortas, junto ao rio Tejo; Sony deambula pelo Penajóia à procura de palavras para o seu poema Ali. Numa aventura pelos diversos bairros do Monte da Caparica, o filme é uma versão de um território e de uma história, a partir da memória dos seus habitantes.
19/05/2026
Já são conhecidos os vencedores do Prémio Doc Alliance 2026, anunciados hoje em Cannes, com a presença da equipa do Doclisboa. O Prémio Doc Alliance para Melhor Longa-Metragem foi atribuído a “The Case Against Space” (Reino Unido/França), de Graeme Arnfield. A distinção para Melhor Curta-Metragem foi para “Some of You Fu**ed Eva” (França), de Lilith Grasmug. Já a longa-metragem “Fantaisie” ( França), de Isabel Pagliai, que fez parte da edição de 2025 do Doclisboa, recebeu uma Menção Especial do Júri.
Felicitamos todos os vencedores e restantes nomeados, que podem ser encontrados em docalliance.org/news.
17/05/2026
Há 36 anos, a OMS retirou a homoss*xualidade da Classificação Internacional de Doenças, abrindo caminho à despatologização das identidades LGBTQIA+. Hoje, quando Portugal retrocede na autodeterminação de género e persistem números de violência contra pessoas q***r, o 17 de maio segue como uma data de resistência e memória.
Neste post, damos-te uma lista de sugestões de edições passadas do Doclisboa que retratam as formas de discriminação, resistência e exclusão enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+.
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36 years ago, WHO removed homos*xuality from the International Classification of Diseases, paving the way for the depathologization of LGBTQIA+ identities. Today, as Portugal takes a step backward on gender self-determination and violence against q***r people continues, May 17 remains a day of resistance and remembrance.
In this post, we provide a list of recommendations from past editions of Doclisboa that depict the forms of discrimination, resistance, and exclusion faced daily by LGBTQIA+ people.
🎥 “It’s not Fado, It’s Fa**ot Fado” (2022), by Erin Macpherson. By reclaiming the scars that homophobia and transphobia have given them, Fado B***a exposes what Fado music could have been if society were more accepting.
🎥 “Life Is Not a Competition, But I’m Winning” (2023), by Julia Fuhr Mann. A collective of q***r athletes sets out to honour those who were excluded from the winners’ podium. Together they create a radical utopia far from the rigid gender rules in competitive sports.
🎥 “Times of Desire” (2020), by Raquel Marques. A new place in the world is revealed while Bea is confronted with loss and what she imagines will come. In the house that prepares itself to embrace change, fears dwell. An unforeseen loneliness also seems to be part of her desire, that of being a mother without a partner and a le***an.
🎥 “In Hell with Ivo” (2025), by Kristina Nikolova. Hailing from Bulgaria, a conservative country where virtually no one is openly gay, emerges the flamboyant performance artist and musician Ivo Dimchev. Rejected by his family, Ivo invites us into his life, displaying himself with no shame and embracing his narcissism, s*x addiction and confrontational nature.
🎥 “Atopia” (2012), by Olivier De Vos. An introspective essay about the search for a place that exists between reality and imagination: a placeless place made up out of dreams, chimeras and a desire for gender fluidity.
🎥 “Casa Susanna” (2022), by Sébastien Lifsh*tz. In the 1950s and 1960s, deep in the north american countryside, a small wooden house was home to the first clandestine network of cross-dressers. Diane and Kate, now 80 years old, relate this forgotten but essential chapter of the early days of trans-identity.
🎥 “Playback” (2019), by Agustina Comedi. Far away from Argentina’s capital city, the end of a military regime promises a spring that doesn’t last long. ‘La Delpi’ is the only survivor from a group of transgender women and drag queens, who began to die of AIDS in the late 1980s. Today, the images of a unique and unknown footage are not only a farewell letter, but also a friendship manifesto.
🎥 “100 Ways to Cross the Border” (2022), by Amber Bemak. A self-reflexive documentary on the performance artist Guillermo Gómez-Peña’s 40-year career with La Pocha Nostra. When the media is filled with demonizing stories about the US–Mexico border, the film presents the philosophical frameworks of an artist with a dedication to artistic interventions on that border.
🎥 “The Beach of Enchaquirados” (2019), Iván Mora Manzano. Vicky is a fisherman by day and bar owner at night. When she was a little boy her dream was to be a radio soap opera star; nowadays she dreams of falling in love again.
🎥 “One Minute Is an Eternity for Those Who Are Suffering” (2025), by Fábio Rogério and Wesley Pereira de Castro. The protagonist place in Sergipe is the whole universe, with his most beloved ones: his mother, the animals, the plants, the books and the films. Between personal diary and a treatise about what it means to be human, the claustrophobia of fear and dreams that are bigger than reality, and the natural fluids and the abstraction of pixels, cinema is being born.
16/05/2026
[PT below] In partnership with the Slow Pitch – ZagrebDox Pro 2026 program, Nebulae 2026 will host the project “Transformation Stories from Akbelen Forest,” directed by Selen Çatalyürekli and produced by Zeyneb Gültekin (Nar Film, Turkey).
The project is told through an ecofeminist lens - a work that explores personal change and imagines a just transition from extraction toward regenerative, gender-aware futures.
Nebulae, Doclisboa’s Industry Space, takes place within the context of the festival and features a series of activities such as roundtables, project presentations, and creative and critical workshops.
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Em parceria com o programa Slow Pitch - ZagrebDox Pro 2026, o Nebulae 2026 receberá o projecto "Transformation Stories from Akbelen Forest," dirigido por Selen Çatalyürekli e produzido por Zeyneb Gültekin (Nar Film, Turquia).
O projecto é contado através de uma perspectiva ecofeminista - uma obra que explora a transformação pessoal e imagina uma transição justa da extracção para futuros regenerativos e sensíveis às questões de género.
O Nebulae, o Espaço de Indústria do Doclisboa, decorre no contexto do festival e traz uma série de actividades como mesas redondas, apresentações de projectos e laboratórios de criação e crítica.
13/05/2026
Recordamos-te que tens disponível para stream vários filmes de edições passadas do Doclisboa, na plataforma gratuita da CaixaForum+. Aproveitamos para deixar mais quatro recomendações para a tua semana. A selecção reflecte sobre o que é isto de estar vivo: do teatro aos movimentos políticos, da literatura ao território, da música clássica às paisagens urbanas e seus actores.
🎥 "Avenida Almirante Reis em 3 Andamentos", de Renata Sancho (2018, Portugal, 66’) documenta esta grande artéria da cidade de Lisboa, através de um mapeamento, ao longo do séc. XX, circunscrito à memória do espaço da avenida e às vivências que ali ocorreram e ocorrem. Através de imagens de arquivo, recua à sua abertura em 1908 e às grandes enchentes dos comícios republicanos, passando pelo 1º de Maio de 1974, e pelo quotidiano de quem nela trabalha e habita entre 2016 e 2018.
🎥 "Tempo|Espaço", de Tiago Afonso (2013, Portugal, 70’) documenta um conjunto de actividades organizadas a partir do mote das "Memórias do Cárcere", de Camilo Castelo Branco, ao longo de meio ano, no Estabelecimento Prisional Regional de Guimarães, explorando outros pormenores – tatuagens, vigias, ferrolhos – num dia a dia algures na fronteira entre o documentário observacional e os dispositivos provocados.
🎥 "Lisbon Revisited", de Edgar Pêra (2014, Portugal, 62’) leva-nos numa viagem onírica vista através dos olhos espantados de um trans‐humano e uma kino‐sinfonia de vozes dos inúmeros heterónimos de Fernando Pessoa. “Pensar é estar doente dos olhos”, disse Alberto Caeiro, o mais sensorial deles. Lisbon Revisited vive através desta doença, mostrando formas alternativas de ver (a cidade) e ouvir (Pessoa).
🎥 "No Meio das Coisas", de Luciana Fina (2013, Portugal, 72’): “Dialogar com a arquitectura e a poética de Manuel Tainha implica rimar não apenas com o desenho, o espaço e a luz , mas com o movimento, o tempo e a vida que os habitam. As palavras do arquitecto conduzem-me através de algumas das obras concebidas entre as décadas de 1950 e 1970, filmadas hoje, num momento da sua existência.” — Luciana Fina.
A CaixaForum+ é a plataforma cultural da Fundação ”la Caixa”, lançada em Portugal com o apoio do BPI.
Nela podes fazer stream online de conteúdos audiovisuais e podcasts sobre música, artes visuais e plásticas, artes performativas, cinema, história e pensamento, ciência, arquitetura e design ou literatura.
➡️ Aqui: caixaforumplus.org|s|doclisboa-caixaforum
08/05/2026
Em Maio de 1968, estudantes tomaram as ruas de Paris contra a guerra e a desigualdade. Uma revolução cultural, política e geracional que ecoou pelo mundo inteiro até aos dias de hoje.
No cenário actual em Portugal, onde estudantes enfrentam rendas e propinas incomportáveis e a investigação é dominada pela precariedade, reflectimos sobre a importância da desobediência estudantil e o trabalho académico como forma de resistência, através duma selecção de filmes que passaram pelo Doclisboa.
🎥 “June Turmoil” (1969), de Želimir Žilnik, documenta manifestações de estudantes, em Belgrado, em Junho de 1968, capturando a imersão dum actor profissional numa situação de vida real: Stevo Žigon declama, em frente a uma imensa multidão, o monólogo de Robespierre extraído de “A Morte de Danton”, de Büchner.
🎥 “We Demand” (2016), de Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold, conta a história do movimento contra a Guerra do Vietname na perspectiva de James R. Roebuck, um afro-americano que estudou na Universidade da Virgínia no entre os anos 60 e 70.
🎥 “United Red Army” (2007), de Kōji Wakamatsu. Em 1972, 14 membros do Exército Vermelho Unido foram executados, durante sessões de “autocrítica”. Os sobreviventes resistiram à polícia durante dias, num dos momentos cruciais da história do Japão. Este filme debate a radicalização das universidades nipónicas nos anos 60.
🎥 “Whoever Loves the Earth” (1974), de Joachim Hellwig, Uwe Belz, Jürgen Böttcher e Harry Hornig mostra o X Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes em Berlim Oriental em 1973. Sem comentários, vive apenas do som original dos estudantes em discussão, contributos musicais, discursos e apresentações, com particular destaque à activista Angela Davis.
🎥 “Cosas de mujeres” (1978), de Rosa Martha Fernández. Os anos 1970, no México, foram marcados pelo nascimento do movimento feminista e pelo surgimento de um novo cinema independente. O colectivo Cine Mujer, de várias alunas do Centro Universitário de Estudos Cinematográficos, realiza um trabalho sobre o ab**to no México, que eventualmente resultaria neste filme, apresentando o caso de uma jovem estudante submetida à humilhação de um médico que pratica a operação clandestinamente e a leva a ser hospitalizada.
🎥 “74” (2012), de Rania Rafei e Raed Rafei. A 19 de Março de 1974, estudantes ocuparam a Universidade Americana de Beirute, revoltando-se contra o aumento de 10% das propinas. O protesto foi parte de um vasto movimento exigindo mudança no país. A 13 de Abril de 1975, eclodiu a Guerra Civil Libanesa, pondo fim a todos os movimentos sociais. Em 2011, sete jovens activistas políticos recriaram a revolta estudantil de 1974, ao eclodirem revoluções por todo o mundo árabe.
🎥 “Pride” (2021), de Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold. Em 1975, estudantes da Universidade da Virgínia lançaram Pride, uma publicação mensal intelectualmente estimulante que cobria artes, cultura, história e política, sob orientação da Aliança de Estudantes Negros. Situado em Charlottesville, no início dos anos 1990, o filme acompanha uma aspirante a escritora enquanto ela finaliza notícias para a última edição de Pride.
🎥 “Not a Carwash” (2012), de Gentian Koçi. O realizador Kujtim Cashku tentou realizar uma conferência de imprensa para discutir uma disputa de terras com a sua escola de cinema e dirigentes municipais. A polícia interrompeu a concentração pacífica e tentou tomar o jardim e o cinema ao ar livre da escola. O filme capta os dias dramáticos que se seguiram quando alunos, professores, activistas e amantes de cinema tentaram impedir que o ecrã fosse destruído pela polícia e interesses empresariais.
🎥 “Winners fight” (2023), de Mukesh Kumaravel. Setembro, Universidade de Paris-Nanterre. Uma centena de alunos não tem colocação no início do ano lectivo. Perante esta situação, decidem fazer ouvir as suas vozes e junta-se-lhes uma união estudantil numa luta de vários meses.
04/05/2026
NEBULAE 2026 is already on track, and the call for Greek projects remains open. In the previous edition, this was the space where conversations, presentations, and new connections among film professionals came together—and this year we want to bring that same energy back.
The call for submissions is open until May 13.
This edition is developed in collaboration with . NEBULAE is supported by .
ℹ️ Learn more at the link in the bio.
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O NEBULAE 2026 já está em marcha, e a convocatória para projectos gregos continua aberta. Na edição anterior, este foi o espaço onde se cruzaram conversas, apresentações e novas ligações entre profissionais do cinema — e este ano queremos voltar a reunir a mesma energia.
A convocatória decorre para projectos gregos em desenvolvimento decorre até 13 de Maio.
Esta edição é desenvolvida em colaboração com o . O NEBULAE é apoiado por .
ℹ️ Sabe mais no link na bio.
01/05/2026
Já está disponível para stream uma selecção de filmes do Doclisboa que reflecte sobre o que é isto de estar vivo: do teatro aos movimentos políticos, da literatura ao território, da música clássica às paisagens urbanas e seus actores.
Podes assistir aqui: caixaforumplus.org|s|doclisboa-caixaforum
Aproveitamos ainda para deixar três recomendações para a tua semana.
🎥 Motu Maeva, de Maureen Fazendeiro | 2014 | França, Portugal | 43’
Retrato de Sonja, aventureira do século XX, a viver numa ilha que ela construiu sozinha: Motu Maeva.
🎥 O Diabo do Entrudo, de Diogo Varela Silva | 2024 | Portugal | 52’
Este filme explora os fascinantes caretos e os seus trajes elaborados, oferecendo não apenas uma visão das festividades carnavalescas mas também uma reflexão sobre as dinâmicas de género e a perpetuação de costumes ancestrais transmitidos entre gerações numa antiga aldeia portuguesa.
🎥 8816 Versos, de Sofia Marques | 2013 | Portugal | 78’
Camões terá demorado 20 anos a escrever os 8816 versos que compõem Os Lusíadas. António Fonseca dedicou quatro anos da sua vida a torná-los seus. Neste filme, é documentado o ano que antecedeu a apresentação final da falação d'Os Lusíadas, a 9 de Junho de 2012, em Guimarães, Capital Europeia da Cultura, que deu os versos de Camões a ouvir e a dizer.
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