Rede Hopem

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A Rede HOPEM, é uma organização da sociedade civil moçambicana que trabalha em prol dos Direito

13/05/2026

“O QUE É FORÇA MENTAL?”

MITO: Aguentar tudo, não pedir ajuda, não demostrar que sinto um deconforto mental, não pedir ajuda.

VERDADE: Força mental é reconhecer que todos temos nossos limites, procurar ou pedir ajuda é uma demostração de amor próprio e de autocuidado.

11/05/2026

DESCRIÇÃO DE TAREFAS: SUPERVISORES (RAS) DE CAMPO

1. Designação do Posto de Trabalho / Função

Supervisores (ras) de Campo- SMNI, Imunização e Nutrição.

2. Contextualização

A HOPEM é uma entidade moçambicana sem fins lucrativos, fundada em 2009 e legalmente registada em 2012, composta por organizações e activistas da sociedade civil moçambicana que trabalham para a afirmação dos direitos humanos de homens, mulheres e crianças em Moçambique.

O trabalho da HOPEM abrange várias áreas de intervenção, com destaque para o fortalecimento da Saúde Materna, Neonatal e Infantil (SMNI), Imunização e Nutrição, incluindo o envolvimento da família, a promoção do engajamento positivo dos homens e a prevenção da violência baseada no género. Enquanto organização da sociedade civil, a HOPEM promove a afirmação dos direitos humanos das mulheres, crianças e homens moçambicanos, capacitando-os para reflectir criticamente sobre normas sociais e práticas que impactam negativamente a saúde da mulher, da criança e da família.

No âmbito do Projecto EPIC, cujas intervenções visam salvar vidas através da melhoria da provisão de serviços de SMNI, Imunização e Nutrição, baseados em evidências, por meio da entrega de um pacote de suporte técnico que fortalece a capacidade do sistema de saúde, a HOPEM implementa actividades nas províncias de Nampula e Zambézia. O projecto é implementado num consórcio liderado pela FHI360. Para este efeito, a HOPEM conta com Supervisores de Campo baseados nos distritos de implementação do projecto nas provincias da Zambézia e Nampula.

3. Relação Hierárquica

Os Supervisores de Campo estará em coordenação permanente com o Oficial de Monitoria e Avaliação, Assistente do Projecto e Gestor(a) do Projecto da HOPEM.

4. Áreas de Trabalho / de Responsabilidade

• Promoção da melhoria da qualidade dos serviços de Saúde Materna, Neonatal e Infantil (SMNI).
• Apoio ao aumento da cobertura e adesão à Imunização de mulheres grávidas, lactantes e crianças.
• Promoção de práticas adequadas de Nutrição materna, infantil e de crianças menores de cinco anos.

• Envolvimento positivo dos homens, famílias e comunidades para a melhoria do acesso, utilização e qualidade dos serviços de SMNI, Imunização e Nutrição.

5. Tarefas

• Contribuir para a planif**ação, implementação, supervisão e avaliação das actividades do projecto ao nível distrital;
• Coordenar e supervisionar as actividades comunitárias relacionadas com SMNI, Imunização e Nutrição, garantindo a qualidade técnica das intervenções;
• Conceber, implementar e acompanhar acções de capacitação, mobilização comunitária e advocacia, promovendo a adopção de boas práticas em saúde materna, neonatal, infantil, imunização e nutrição;
• Preparar e facilitar sessões comunitárias sobre engajamento masculino, saúde materna, imunização e nutrição, de acordo com o plano de actividades;
• Desenvolver e propor instrumentos, metodologias e abordagens ef**azes para o engajamento de homens, mulheres e famílias nos serviços de saúde;
• Identif**ar e estabelecer parcerias ao nível distrital com entidades governamentais, SDSMAS, unidades sanitárias, líderes comunitários e religiosos, matronas, organizações da sociedade civil, em articulação com o superior hierárquico;
• Assegurar que a implementação das actividades esteja alinhada com as boas práticas, normas do MISAU e políticas da HOPEM;
• Liderar o processo de capacitação contínua, mentoria e acompanhamento dos activistas e Assistentes de Campo;
• Criar, formar e acompanhar grupos de poupança comunitários;
• Trabalhar em estreita colaboração com Agentes Polivalente de Saúde (APS);
• Trabalhar com Comités de Saúde e Comités de Cogestão;
• Realizar monitoria regular das actividades e do desempenho dos activistas, identif**ando desafios e propondo medidas correctivas;
• Monitorar as actividades de acordo com os procedimentos de Monitoria e Avaliação definidos pelo projecto;
• Garantir a recolha, verif**ação e qualidade dos dados de campo;
• Liderar a elaboração de relatórios narrativos qualitativos e informativos em coordenação com o/a Assistente de Campo;
• Contribuir para a elaboração de relatórios mensais, incluindo o preenchimento da base de dados do projecto;
• Liderar a recolha de dados antes, durante e após as actividades, realizando pré-avaliações mensais da qualidade dos dados;
• Compilar, documentar e disseminar boas práticas e lições aprendidas do projecto;
• Coordenar a implementação das actividades em parceria com o/a Assistente de Campo;
• Realizar outras tarefas relacionadas, conforme solicitado

6. Requisitos

• Ensino médio ou técnico em Saúde Materna, Neonatal e Infantil, Nutrição, Saúde Pública ou áreas afins, com sólidos conhecimentos em saúde comunitária;
• Mínimo de 2 anos de experiência em projectos comunitários de saúde, preferencialmente em SMNI, Imunização e/ou Nutrição;

• Conhecimentos em abordagens baseadas em direitos humanos, com enfoque em saúde sexual e reprodutiva;
• Experiência comprovada de trabalho em contexto comunitário;
• Domínio de informática (MS Word, Excel, PowerPoint e Internet);
• Capacidade de produção de relatórios técnicos de qualidade;
• Capacidade de desenvolver e adaptar ferramentas de capacitação;
• Capacidade de trabalhar em equipa multidisciplinar;
• Capacidade de utilizar abordagens participativas;
• Habilidades de negociação, facilitação comunitária e gestão de conflitos;
• Habilidades de animação e mobilização de grupos;
• Possuir carta de condução para motorizadas (Categoria A);
• Domínio da língua local constitui uma vantagem;
• Capacidade de trabalhar sob pressão e com múltiplas tarefas;
• Capacidade de trabalhar com modelos de gestão baseados em resultados.

7. Duração e Condições do Contrato

• Tipo de contrato: a definir de acordo com as políticas da organização;
• Duração: vinculada à duração do Projecto EPIC;
• Local de trabalho: Provincias de Nampula (distritos Monapo, Ilha de Moçambique e Erati).

8. Condições do Processo de Seleção

• A Rede HOPEM não está obrigada a conceder qualquer vaga como resultado deste processo de selecção. A organização reserva-se o direito de modif**ar, suspender, cancelar ou não efectuar qualquer selecção, não sendo responsável por quaisquer custos incorridos pelos candidatos na preparação ou submissão das propostas. O presente processo f**a, igualmente, condicionado à aprovação do projecto pelo doador.

9. Documentação
• A submissão das candidaturas deve ser acompanhada pela carta de motivação, CV, cópia de certif**ado de habilitações deve ser feito pelo endereço eletrónico: [email protected], até ao dia 13 de Maio de 2026.

Nota1: Somente as/os candidatos pré-seleccionados serão contactados.
Nota 2: Somos um empregador de oportunidades iguais, encorajamos a candidatura de mulheres.

10. Disposições Finais

• Os presentes Termos de Referência poderão ser revistos sempre que necessário, de acordo com as necessidades do projecto e da organização, mediante aprovação da Direcção.

07/05/2026

MITOS E VERDADES

MITO-Homens não sofrem menos que mulheres. Sofrem de forma mais silenciosa porque as normas sociais desencorajam a expressão de vulnerabilidade e a procura de ajuda. Essa invisibilidade não signif**a menos dor, resulta em taxas mais elevadas de comportamentos de risco e suicídio.
O silêncio não signif**a ausência de dor, signif**a falta de espaço para a expressar.

01/05/2026

FELIZ DIA DOS TRABALHADORES!

24/04/2026

Descrição Oficial de Campo

1.Designação do Posto de Trabalho
Oficial de Campo

1. Contextualização

A HOPEM é uma entidade moçambicana sem fins lucrativos, fundada em 2009 e legalmente registada em 2012, composta por 30 organizações e activistas da sociedade civil moçambicana trabalhando para afirmação dos direitos humanos de homens, mulheres e crianças moçambicanas.
O trabalho da HOPEM abrange várias áreas de intervenção destacando o fortalecimento na área de saúde materna infantil, incluindo envolvimento da família, violência contra as mulheres. Enquanto organização da sociedade civil, a HOPEM promove a afirmação dos direitos humanos das mulheres, crianças e homens moçambicanos através do envolvimento positivo dos homens, e capacita-os para pensar criticamente sobre modelos que não prejudicam a saúde da mulher, criança e dele próprio.
No âmbito do projecto Alcançar, cujas intervenções visam salvar vidas, através da melhoria da provisão de serviços de saúde materna, neonatal e infantil (SMNI) baseados em evidências através da entrega de um pacote de suporte técnico que incremente a capacidade do sistema de gestão de saúde. É implementado na provincial de Nampula, num consórcio liderado pela FHI360, com os fundos da USAID, onde a HOPEM conta com Oficiais de Campo, em diferentes distritos de Nampula. Para o efeito, pretende contrar dois oficiais de campo nível dos distritos de Moma e Ilha de Moçambique.

2. Relação hierárquica

O (A) Oficial de Campo estará em coordenação permanente com o Oficial de M&A, Assistente do Projecto e o Gestor de Projecto da HOPEM.

3. Áreas de Trabalho / de Responsabilidade

- Promoção da melhoria de qualidade da saúde materna, neonatal e infantil.
- Envolvimento positivo dos homens para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde materno, neonatal e infantil.

4. Tarefas

 Contribuir para a planif**ação, implementação e avaliação do projecto nos distritos;
 Conceber e responsabilizar-se pela implementação efectiva de acções de capacitação, mobilização comunitária e advocacia para que homens, mulheres optem pelas melhores práticas em cuidados de saúde materno, neonatal e infantil;
 Preparar e facilitar sessões sobre engajamento masculino de acordo com o planif**ado;
 Desenvolver e propor instrumentos, mecanismos, metodologias, abordagens efectivas para o engajamento de homens e mulheres em serviços de saúde;
 Identif**ar e estabelecer contactos com parceiros relevantes para o programa ao nível do distrito incluindo entidades do governo, líderes comunitários e religiosos, matronas, organizações da sociedade civil e outras, em articulação com o seu superior hierárquico;
 Assegurar uma implementação das actividades da área de acordo com boas práticas e elevados padrões de qualidade, assim como em alinhamento com a missão, visão e objectivos da HOPEM;
 Criar, formar e acompanhar os grupos de poupança a criar fundos para as emergências obstétricas;
 Trabalhar com os Agentes Polivalentes Elementares;
 Trabalhar com os Comités de Saúde e Comité de Cogestão;
 Monitoria regular das actividades e dos activistas para identif**ar dificuldades e necessidades para fazer ajustes necessários;
 Monitorar as actividades de acordo com as abordagens de monitoria e avaliação estabelecidas pelo projecto;
 Garantir a monitoria regular de actividades e contribuir para sua documentação e disseminação;
 Liderar a produção de relatórios narrativos qualitativos e informativos em coordenação com o/a Assistente de Campo;
 Contribuir para a elaboração dos diversos relatórios mensais de dados e preenchimento da base de dados, garantindo a integração de resultados e desafios do projecto;
 Liderar a recolha de dados antes, durante e após actividades e fazer uma pré-avaliação da qualidade de dados mensalmente em coordenação com o o/a Assistente de Campo;
 Compilar e disseminar periodicamente boas práticas das diversas intervenções do projecto de forma a encorajar o uso dos conhecimentos e lições aprendidas existentes;
 Coordenar a implementação das actividades em parceria com o/a Assistente de Campo;
 Realizar outras tarefas relacionadas.

5. Requisitos

 Possuir ensino médio em saúde materno, neonatal e infantil ou geral com profundos conhecimentos no campo de saúde e activismo.
 Ter ensino superior em SMI, Ciências Sociais, Saúde pública é uma vantagem;
 Pelo menos 2 anos de experiência de trabalho relevante para este posto;
 Conhecimentos de abordagens baseadas em direitos humanos com enfoque para assuntos de saúde sexual e reprodutiva;
 Experiência de trabalho no contexto comunitário;
 Domínio dos seguintes programas: MS-Word, Excel, Power-Point e Internet;
 Capacidade de produzir relatórios de qualidade;
 Capacidade de projectar e adaptar ferramentas de treinamento;
 Capacidade de trabalhar em equipa multidisciplinar;
 Capacidade de usar abordagens participativas;
 Habilidades de negociação e gestão de conflitos;
 Habilidades de animação de grupos;
 Licença de condução de motorizada seria favorável;
 Falar a língua local é uma vantagem;
 Capacidade de trabalhar em modelos baseados em resultados.

6. Outras Competências
• Promover a visão, missão, valores e princípios da HOPEM;
• Capacidade de fornecer feedback construtivo e focar na solução de problemas;
• Gestão de múltiplas actividades simultâneas e priorização de tarefas;
• Capacidade de trabalhar de forma independente e com supervisão mínima;
• Liderança e boa relação interpessoal;
• Capacidade de trabalhar sob pressão;
• Excelentes habilidades de documentação;
• Proatividade, criatividade e capacidade de propor iniciativas inovadoras.
7. Duração e Condições do Contrato
• Tipo de contrato: a definir de acordo com as políticas da organização;
• Duração: vinculada à duração do Projecto Alcancar;
• Locais de trabalho: Distrito de Moma e Ilha de Moçambique
8. Condições do Processo de Seleção
• A Rede HOPEM não está obrigada a conceder qualquer vaga como resultado deste processo de selecção. A organização reserva-se o direito de modif**ar, suspender, cancelar ou não efectuar qualquer selecção, não sendo responsável por quaisquer custos incorridos pelos candidatos na preparação ou submissão das propostas. O presente processo f**a, igualmente, condicionado à aprovação do projecto pelo doador.

9. Documentação
• A submissão das candidaturas deve ser acompanhada pela carta de motivação, CV, cópia de certif**ado de habilitações deve ser feito pelo endereço eletrónico: [email protected], até ao dia 28 de Abril de 2026. No campo da submissão deve colocar o nome do distrito em que pretende candidatar-se.

Nota1: Somente as/os candidatos pré-seleccionados serão contactados.
Nota 2: Somos um empregador de oportunidades iguais, encorajamos a candidatura de mulheres

10. Disposições Finais
• Os presentes Termos de Referência poderão ser revistos sempre que necessário, de acordo com as necessidades do projecto e da organização, mediante aprovação da Direcção.

16/04/2026

"FALAR SOBRE EMOÇÕES RESOLVE ALGUMA COISA”

✅ Verdade

Expressar emoções ajuda o cérebro a processar experiências difíceis. Quando uma pessoa fala sobre o que sente, reduz a intensidade emocional, organiza os pensamentos e encontra soluções com mais clareza. O silêncio prolongado, pelo contrário, aumenta a tensão interna e pode levar a explosões emocionais ou isolamento.

Falar não resolve tudo de imediato — mas é o primeiro passo para aliviar e compreender.

15/04/2026

MITO: "Adolescentes estão sempre stressados ou tristes por frescura."

VERDADE: A adolescência é uma fase de mudanças físicas, sociais e emocionais. Sentir ansiedade, tristeza ou frustração é normal, mas quando esses sentimentos são intensos ou duradouros, é sinal de que é necessário apoio.

14/04/2026

VERDADE OU MITO?

“Homem forte não precisa de ajuda”
❌ Mito
A ideia de que força signif**a lidar com tudo sozinho é uma construção social, não um facto. Psicologicamente, pedir ajuda é um sinal de consciência e capacidade de gestão emocional. Homens que procuram apoio tendem a lidar melhor com stress, evitam acumulação de pressão interna e reduzem o risco de problemas mais graves como ansiedade, depressão e comportamentos de risco.

13/04/2026

"Um pai emocionalmente saudável não beneficia apenas a si mesmo — influencia directamente o desenvolvimento emocional dos filhos. Crianças que crescem com pais equilibrados tendem a sentir-se mais seguras, compreendidas e confiantes. Cuidar da saúde mental masculina é investir no futuro.

10/04/2026

ALÔ HOMEM, FALAR NÃO É FRAQUEZA!

Afastar-se de amigos ou atividades pode parecer uma solução temporária, mas o silêncio não resolve o que sentes. Falar com alguém — mesmo que seja apenas uma mensagem — ajuda a aliviar a pressão e faz com que te sintas compreendido.

09/04/2026

ALÔ HOMEM- FALAR NÃO É FRAQUEZA!

"Ser pai não elimina as emoções difíceis. Pelo contrário, multiplica responsabilidades, inseguranças e decisões constantes. Muitos homens carregam esse peso sozinhos, sem espaço para falar. Reconhecer que os pais também precisam de apoio emocional é um passo essencial para famílias mais saudáveis."

Alô Homem- Falar não é fraqueza.

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