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08/06/2026
A FAMÍLIA SEGUE PARA O FUNERAL, SEM PISTAS DE QUEM FOI O MOTORISTA QUE ATROPELOU O AGENTE GUIMARÃES SITOE EM PLENO SERVIÇO NA EN4/EN2
Enquanto familiares, colegas e amigos preparam a última despedida do agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), Guimarães Sitoe, persistem as incertezas em torno do atropelamento que lhe tirou a vida quando se encontrava em serviço na EN4/EN2.
O agente foi mortalmente colhido por uma viatura cujas circunstâncias do acidente continuam por esclarecer. Até ao momento, não são conhecidas informações oficiais sobre a identidade do condutor envolvido, nem sobre a eventual localização da viatura que terá abandonado o local após o embate.
O caso tem gerado consternação entre membros da corporação e da sociedade, que exigem o rápido esclarecimento dos factos e a responsabilização dos envolvidos. Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de solidariedade à família enlutada e de reconhecimento pelo serviço prestado pelo agente.
Enquanto decorrem diligências para apurar as circunstâncias do sucedido, a família enfrenta agora a dor da perda e prepara-se para prestar a última homenagem a um homem que perdeu a vida no cumprimento do dever.
A expectativa recai sobre as autoridades responsáveis pela investigação, que deverão determinar as causas do acidente e identificar o motorista envolvido neste trágico episódio.
08/06/2026
Olá mor 🥀
07/06/2026
Boa noite
07/06/2026
𝐀𝐬 𝐛𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐞 𝐨 𝐬𝐢𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐚𝐥𝐭𝐚𝐫𝐞𝐬...
𝐏𝐨𝐫: 𝐃𝐣𝐢𝐧𝐢-𝐰𝐚𝐧𝐠𝐚 - 𝐌𝐚𝐭𝐜𝐡𝐚'𝐬 - 𝐌𝐚𝐜𝐡𝐚𝐯𝐚
Muitos fiéis católicos acordaram com um sobressalto. Não era mais um relato de assalto, não era mais uma vítima anónima das estatísticas da criminalidade, não era mais um membro da ANAMOLA, nem um cidadão abatido por reivindicar direitos ou exigir justiça. Desta vez, as balas encontraram um bispo.
Dom Osório Afonso, bispo da Diocese de Quelimane, foi morto a tiros na sua residência oficial. E o facto, por si só, transcende a esfera religiosa. Porque quando um bispo é assassinado dentro da casa que simboliza acolhimento, paz e autoridade moral, a pergunta deixa de ser apenas quem matou. Passa a ser: o que estamos a transformar-nos enquanto sociedade?
Há muito que os moçambicanos se habituaram a conviver com notícias de mortes violentas. A morte tornou-se tão frequente no espaço público que já não provoca o espanto que deveria provocar. Mudam apenas os nomes, os rostos e as circunstâncias. Contudo, desta vez, o impacto é diferente. Não porque a vida de um bispo valha mais do que a de qualquer cidadão, mas porque a sua morte derruba a ilusão de que ainda existem lugares intocáveis.
A residência episcopal deveria ser um espaço de oração. Tornou-se cena de crime. O altar deveria ser lugar de esperança. Hoje, é também lugar de inquietação.
Há alguns anos, perante ameaças e riscos evidentes, o Vaticano retirou o Bispo de Pemba de uma zona onde a sua segurança se encontrava comprometida. Muitos questionaram a decisão. Outros compreenderam que certas vozes incomodam precisamente porque se recusam a ser ecos do poder ou do medo. O tempo, porém, tem o hábito cruel de transformar receios em factos.
A morte de Dom Osório Afonso obriga-nos a reflectir sobre algo mais profundo do que o próprio crime. Obriga-nos a pensar num país onde a violência parece ganhar cidadania e onde o medo começa a frequentar espaços que outrora pertenciam apenas à fé, à esperança e à palavra.
As autoridades investigarão os autores materiais. É seu dever. Mas a sociedade terá de investigar os autores morais do ambiente que permite que a vida humana seja tratada co
07/06/2026
“O Papa Leão XIV tomou conhecimento com pesar do grave ato de violência que causou a morte de Sua Excelência, dom Osório Citora Afonso, bispo de Quelimane e Administrador Apostólico de Beira, e une-se em oração ao povo da diocese e de Moçambique neste momento de desorientação, para que o Senhor lhes conceda co***lo, para que guarde em seu amor cada homem e cada mulher e detenha a mão dos violentos”.
Assim, através do canal Telegram da Sala de Imprensa da Santa Sé, o diretor Matteo Bruni transmitiu ao mundo a consternação do Pontífice, em viagem apostólica na Espanha, pelo assassinato do prelado encontrado morto neste sábado (06/06) nas instalações da residência episcopal de Quelimane.
Segundo informações divulgadas em uma coletiva de imprensa pelos responsáveis pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal, o bispo teria sido atingido por vários tiros disparados na região do peito e do coração, que não lhe deixaram nenhuma chance de sobrevivência. Ainda são desconhecidas as causas desse terrível crime, sobre as quais os investigadores estão começando a investigar.
A dor pela trágica morte foi expressada, em nome de toda a Igreja local, também por dom Inácio Saúre, arcebispo de Nampula e presidente da Conferência Episcopal de Moçambique, que, em um comunicado oficial, fez um apelo, neste momento tão difícil, “à fé e à solidariedade fraterna”.
Dom Citora Afonso, que atualmente ocupava o cargo de secretário-geral da Conferência Episcopal, foi também oficial do Dicastério para a Evangelização, Seção para a Primeira Evangelização e as novas Igrejas particulares, no período compreendido entre 2017 e 2023.
Profunda dor e pesar foram expressados pelo presidente da República de Moçambique, Daniel Francisco Chapo, que quis destacar que “a morte do prelado representa uma perda irreparável não só para toda a comunidade cristã, mas também para toda a sociedade moçambicana”.😭😭😭😭😭😭😭
06/06/2026
MORREU JORNALISTA JOSÉ SIXPENCE
Morreu hoje, subitamente, o jornalista José Sixpence, Assessor de Imprensa do Primeiro-ministro. Presume-se que tenha sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Formado na Escola de Jornalismo e no Instituto Superior de Relações Internacionais, José Sixpence fez carreira na Redacção do Jornal domingo, onde ingressou em 1994 como repórter estagiário.
Fruto de notável profissionalismo, muita entrega e dedicação, destacou-se na cobertura de assuntos políticos no país e no estrangeiro, tendo atingido o estatuto de Editor de secção.
Em 2015, Sixpence passou a exercer as funções de Assessor de Impensa do Primeiro-Ministro. Trabalhou sucessivamente com Carlos Agostinho do Rosário, Adriano Maleiane e Maria Benvinda Levi.
“Six”, como era tratado pelos mais chegados, deixa viúva e filhos.
À família enlutada, os jornalistas e colaboradores da Sociedade do Notícias endereçam sentimentos de profundo pesar e condolências.
06/06/2026
A quem servem as instituições de justiça?
Por : Dávio David
Como pode num Estado de Direito Democrático, cidadãos optarem, não poucas vezes, por fazer justiça pelas próprias mãos?
A resposta é só uma, inércia e corrupção das instituições da nossa justiça que deveriam ser o garante da legalidade, por excelência.
Há tribunais que são manipulados pelo poder político, aliás, me parece imoral e perigoso quando o poder político tem a prerrogativa de aprovar o salário de juízes e magistrados do Ministério Público. Em bom rigor, os políticos não deviam mexer no salário de juízes, magistrados , médicos e outras classes que têm Estatuto.
Mais ridículo ainda é o dispositivo legal que concede ao PR, o direito de nomear e demitir juízes, seja do Concelho Constitucional, Supremo, Tribunal da Primeira (Distrito) Segunda estância (Província), Tribunal Administrativo, Procurador Geral da República, etc, etc.
Os problemas começam aqui! Quando a Constituição da República prevê separação de poderes, mas na realidade, no fim do dia, os 4 poderes (legislativo, Judicial, executivo e imprensa), dormem todos na mesma cama.
Quem sofre nessa Babilônia toda é o Zé povinho, que por um lado é ensinado a recorrer e crer nas instituições da justiça, e por outro, é o próprio Estado que através das mesmas instituições de administração da Justiça, priva e viola direitos fundamentais dos cidadãos.
A título de exemplo, o Estado garante através da Constituição da República, que cidadãos em situação financeira precária e que queiram demandar justiça nos tribunais judiciais em todos níveis possam requerer uma isenção fiscal para o pagamento de custas judiciais (imposto dos tribunais) mediante a apresentação de um Atestado de Pobreza, mas o mesmo Estado, volta cobrar outros impostos, cerca de 600 ou 700 meticais para tratar o mesmo atestado de Pobreza ( é preçiso Declaração do Bairro, Imposto Pessoal Autárquico e o próprio Certificado de Pobreza). Quer dizer, o "pobre" que pede para não pagar imposto no tribunal deve pagar imposto no bairro para declarar que é pobre? Só pode ser feitiço!
Enquanto o país andar a copiar modelos de ordenamento jurídico de Portugal, ou da Europa no geral, o Z
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