Anamola

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Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónoma

Photos from Anamola's post 02/06/2026

𝐎 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐬𝐚, 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚𝐫 𝐨 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐛𝐥𝐨𝐪𝐮𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐞𝐭.

O 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐬𝐨𝐮 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐚𝐫 𝐨 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐜𝐥𝐚𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐪𝐮𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐞𝐭, alegando que não estão reunidos os requisitos de 2 mil assinaturas e constituição de mandatário judicial.
Isso é totalmente falso, conforme as provas que constam nos autos e as contradições do próprio Conselho Constitucional na
𝐍𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐃𝐞𝐬𝐩𝐚𝐜𝐡𝐨 𝐞𝐦 𝐚𝐧𝐞𝐱𝐨.
𝐸𝑛𝑐𝑢𝑟𝑟𝑎𝑙𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑝𝑒𝑙𝑜𝑠 𝑎𝑟𝑔𝑢𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑠𝑜́𝑙𝑖𝑑𝑜𝑠, 𝑜𝑝𝑡𝑎𝑟𝑎𝑚 𝑝𝑜𝑟 𝑎𝑏𝑢𝑠𝑎𝑟 𝑑𝑎 𝑠𝑢𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑐̧𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑛𝑎̃𝑜 𝑎𝑑𝑚𝑖𝑡𝑖𝑟 𝑜 𝑝𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜.

Vejam em anexo a 𝐍𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐞 𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐭𝐞𝐬𝐭𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐮𝐦 𝐭𝐢𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐨̃𝐞𝐬 sobre o estágio do nosso estado de “𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐨“.

𝐄𝐬𝐭𝐞 𝐏𝐚í𝐬 𝐞́ 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨,
𝐒𝐀𝐋𝐕𝐄 𝐌𝐎𝐂̧𝐀𝐌𝐁𝐈𝐐𝐔𝐄…!

VENÂNCIO MONDLANE

02/06/2026

A UIR acaba de sequestrar 5 jovens membros do ANAMOLA em Inharrime.

26/05/2026

𝐃𝐞𝐫𝐫𝐚𝐦𝐚𝐫 𝐬𝐚𝐧𝐠𝐮𝐞 nunca vai fazer recuar uma revolução, vai, isso sim, 𝐟𝐞𝐫𝐭𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐚𝐬 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞𝐯𝐢𝐯𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬.

𝐕𝐄𝐍𝐀̂𝐍𝐂𝐈𝐎 𝐌𝐎𝐍𝐃𝐋𝐀𝐍𝐄
(Presidente do Povo)

25/05/2026

𝐔𝐦𝐚 𝐀́𝐟𝐫𝐢𝐜𝐚, 𝐔𝐦 𝐅𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨: 𝐂𝐮𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐂𝐚𝐬𝐚 𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐫 𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬

Por: Venâncio Mondlane

Compatriotas africanos,

Há sessenta e três anos, os nossos pais e mães reuniram-se em Adis Abeba e declararam que o futuro de África seria escrito por africanos, para africanos. Hoje, essa promessa ainda espera para ser cumprida. O Dia de África não é apenas uma data no calendário. É um espelho. E quando olhamos para ele, devemos perguntar: somos livres, estamos seguros, estamos a construir para os nossos filhos, ou continuamos a lutar as mesmas batalhas que os nossos avós pensaram ter vencido?

Em todo o continente, muitos dos nossos irmãos e irmãs vivem sob o peso da guerra, da perseguição política, das doenças e da violência infligida por aqueles que dizem liderá-los. Em Moçambique, sentimos isto de forma aguda todos os dias. O nosso povo foge não por aventura, mas porque ficar tornou-se demasiado perigoso e demasiado desesperador.

Em Cabo Delgado, a insurgência armada queimou aldeias, matou civis e deslocou mais de um milhão de pessoas. Em todo o país, adversários políticos são mortos por ousarem falar e organizar-se. Só na semana passada, o nosso coordenador foi morto a tiro. Empresários são raptados e sequestrados para resgate. Quem se pronuncia enfrenta ameaças, detenções arbitrárias e violência. O nosso sistema judicial geme sob a injustiça, e a corrupção tornou-se um governo paralelo que bloqueia o acesso a hospitais, escolas e à própria justiça.

As nossas crianças aprendem debaixo de árvores e em salas de aula sem telhado, sem carteiras, livros ou professores. Os hospitais não têm medicamentos nem pessoal, e as famílias viajam durante dias para chegar a um centro de saúde que pode não ter nada para lhes dar. As estradas desmoronam, a água escasseia e a eletricidade falha, enquanto o desemprego mantém os nossos licenciados parados durante anos.Pequenos negócios colapsam sob o peso da corrupção e da insegurança, e a pobreza foi normalizada ao ponto de muitos a aceitarem como destino.

Isto não é exclusivo de Moçambique. Do Sahel aos Grandes Lagos, do C***o de África à África Austral, movimentos de libertação que outrora carregaram as nossas esperanças permaneceram, em alguns lugares, demasiado tempo à mesa. Durante décadas governaram os nossos Estados e, ao governar, criaram pobreza, normalizaram-na, destruíram os nossos sistemas de educação, deixaram as infraestruturas degradar-se, enfraqueceram os serviços de saúde e esvaziaram a própria democracia que prometeram construir.

Não podemos curar aquilo que nos recusamos a nomear. Chegou a hora de estes movimentos reconhecerem que liderança não é posse. É serviço. E quando o serviço se torna autopreservação, é tempo de fazer uma pausa e deixar o povo respirar.

Mas África não são apenas as suas feridas. África é a sua riqueza, a sua resiliência e a sua alma. A nossa terra guarda ouro, cobre, cobalto, gás e vastas terras aráveis. Os nossos oceanos oferecem-nos uma economia azul que pode alimentar e empregar milhões, se for governada com honestidade. Os nossos camponeses continuam a cultivar os alimentos que sustentam as aldeias quando os mercados falham.

A nossa cultura é incomparável. Em Nampula, o povo Makhuwa carrega a força do _ekoti_ e a sabedoria dos mais velhos que dizem _“Anamalala”_ – aqueles que resistem, aqueles que permanecem de pé. Na província de Gaza, o povo Xitsonga mantém vivos os ritmos do _xitende_ e as histórias dos guerreiros Shangaan. Em KwaZulu-Natal, a nação Zulu, com o _ingoma_ e o _ukubonga_, lembra-nos a dignidade e o orgulho. No Uganda, as tradições _kabaka_ dos Baganda e a cultura do gado dos Banyankole falam de ordem e hospitalidade. Dos Khoi e San da África Austral herdamos as línguas vivas mais antigas e uma filosofia de viver em harmonia com a terra. Em toda a África, dos _oriki_ iorubás ao _azmari_ amhara, as nossas tribos carregam sabedoria em provérbios, canções e cerimónias.

Como dizem os Akan: _“Obi nkyea obi”_ – Ninguém insulta o outro sem razão. Precisamos ouvir antes de acusar.
E como dizemos na África Austral: _“Umuntu ngumuntu ngabantu”_ – Uma pessoa é pessoa através das outras pessoas. A nossa humanidade está ligada.

Dirijo-me especialmente à África do Sul, um país que ocupa um lugar especial na nossa história de libertação. A violência e a desconfiança dirigidas a outros africanos em solo sul-africano têm de acabar. Reconhecemos que os próprios sul-africanos estão sob pressão, e grande parte dessa pressão vem da instabilidade e do mau governo nos Estados vizinhos. O problema deles é o problema de África, e é um fardo que devemos carregar juntos. Desonra os sacrifícios feitos em todo o continente pela vossa liberdade.

Por isso, convido todos os líderes africanos, a sociedade civil, as autoridades tradicionais, a juventude e os líderes religiosos para um diálogo continental sobre o estado da cidadania e da solidariedade africanas.

12/05/2026
12/05/2026

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𝗟𝗨𝗧𝗢 𝗡𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗟 | 𝟭𝟮, 𝟭𝟯 𝗲 𝟭𝟰 𝗗𝗘 𝗠𝗔𝗜𝗢 | 𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗥 𝗗𝗔𝗦 𝟭𝟯𝗛𝟬𝟬

O Presidente 𝐕𝐞𝐧𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐝𝐥𝐚𝐧𝐞 e o Partido 𝐀𝐍𝐀𝐌𝐎𝐋𝐀 decretam 𝟑 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐋𝐮𝐭𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥, em sinal de repúdio ao assassinato do Coordenador Político do Partido ANAMOLA na Cidade de Chimoio (Manica), 𝐀𝐍𝐒𝐄𝐋𝐌𝐎 𝐀𝐁𝐈𝐋𝐈𝐎 𝐕𝐈𝐂𝐄𝐍𝐓𝐄

𝐄𝐬𝐭𝐞 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐯𝐢𝐬𝐚 𝐡𝐨𝐧𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐦𝐚𝐥𝐨𝐠𝐫𝐚𝐝𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐝𝐞𝐧𝐚𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚, a democracia e a defesa da vida.

𝗔𝗚𝗘𝗡𝗗𝗔 𝗡𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗟:
1. Observância de 1 minuto de silêncio;
2. Entoação do Hino Nacional, de mãos dadas;
3. Entoação do Hino do ANAMOLA;
4. Manifestação simbólica de repúdio através de apitos, buzinas, vuvuzelas e palavras de resistência:
“Podem nos matar, mas não vamos desistir.”

𝗥𝗘𝗖𝗢𝗠𝗘𝗡𝗗𝗔ÇÃ𝗢:
• O uso de roupa preta;
• ⁠Fita preta ou qualquer símbolo de luto, durante os três dias, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐱𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐨𝐥𝐢𝐝𝐚𝐫𝐢𝐞𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐚𝐠𝐞𝐦.

Photos from Anamola's post 10/05/2026

𝐏𝐎𝐃𝐄𝐌 𝐍𝐎𝐒 𝐌𝐀𝐓𝐀𝐑, 𝐍Ã𝐎 𝐕𝐀𝐌𝐎𝐒 𝐃𝐄𝐒𝐈𝐒𝐓𝐈𝐑

Hoje estivemos no local onde um dos nossos foi assassinado. Derramaram sangue, mas despertaram ainda mais coragem. Cada flor deixada naquele chão é um juramento de resistência. O que aconteceu em Chimoio não vai nos silenciar. A violência não vai nos fazer abandonar a luta. Podem matar pessoas, mas não vão parar o que acreditamos.

Chimoio continua firme!

06/05/2026

Gratidão profunda e sincera a todos quanto se solidarizaram e confortaram a família Mondlane, na partida para morada celestial da minha mãe, Virgínia Bila.
Ao Altíssimo toda e toda Glória

24/04/2026

𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫 𝐬𝐞 𝐞́ 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐢𝐫𝐚 ou 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, basta observar a 𝐢𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐛𝐚𝐥, os 𝐠𝐚𝐠𝐮𝐞𝐣𝐨𝐬 e a denunciada 𝐥𝐢𝐧𝐠𝐮𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐫𝐩𝐨𝐫𝐚𝐥 do Procurador-Geral da República….

𝐕𝐄𝐍𝐀̂𝐍𝐂𝐈𝐎 𝐌𝐎𝐍𝐃𝐋𝐀𝐍𝐄
(Presidente do Povo)

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