Boca do Polvo

Boca do Polvo

Compartir

Nada escapa aos tentáculos da opinião. Aqui fala-se do que importa: política, sociedade e o futuro do país.

Boca do Polvo é um espaço aberto de debate, crítica e reflexão, onde política, sociedade e atualidade são discutidas de forma direta, popular e sem filtros. O objetivo é dar voz às inquietações do povo e trazer à superfície aquilo que muitas vezes f**a escondido nos bastidores do poder. Tal como um polvo que estende os seus tentáculos em todas as direções, aqui nada escapa: analisamos decisões, qu

22/02/2026

📍 Santa Marta de Penaguião precisa de se reconstruir. Mas também precisa de continuar a viver.

Nos últimos dias, foi anunciada a decisão de cancelar todos os eventos em Santa Marta de Penaguião para direcionar verbas para a reparação dos danos causados pelas intempéries.

Ninguém discute a importância de reparar estradas, infraestruturas e garantir segurança.
Isso é prioridade.

Mas há uma verdade que não pode ser ignorada:

Santa Marta de Penaguião vive do turismo sazonal.

Para a maioria dos negócios locais, estes meses não representam lucro extra.
Representam sobrevivência anual.

São estes meses que pagam:
– salários
– rendas
– fornecedores
– impostos
– compromissos bancários
– e garantem que as portas continuem abertas no inverno.

Cancelar todos os eventos pode parecer uma decisão administrativa.
Mas na prática, signif**a retirar fluxo, visitantes, consumo e receita numa fase absolutamente crítica.

E quando se retira o motor económico de uma terra sazonal, o impacto não é imediato é progressivo e silencioso.

Menos pessoas na rua.
Menos reservas.
Menos consumo.
Menos margem.
Mais fragilidade.

A pergunta que f**a e que precisa de resposta clara é simples:

Estará o Município disponível para pagar a falta de rendimentos das empresas para não fecharem?

Porque se a decisão retira receita ao tecido empresarial local, então também é legítimo perguntar qual é o plano para evitar falências, despedimentos e encerramentos.

A questão não é criar conflito.
É exigir visão estratégica.

Reconstruir é essencial.
Mas reconstruir sem economia ativa é apenas adiar o problema.

Este é o momento de diálogo sério entre empresários e Município.
Este é o momento de encontrar soluções de equilíbrio.

Santa Marta de Penaguião não pode parar.

Se queremos reconstruir a terra, temos de garantir que as empresas continuam vivas para fazer parte dessa reconstrução.

Quando a vida nos traz chuva, escolhemos dançar debaixo dela, sem desistir. Escolhemos transformar tudo em oportunidade.

Santa Marta de Penaguião atravessa dias exigentes, marcados por condições meteorológicas excecionais que afetaram infraestruturas, acessos, explorações agrícolas e a segurança das pessoas.

Sabemos que este é um momento difícil para muitas famílias, e é precisamente por isso que a nossa prioridade é clara: cuidar de Santa Marta de Penaguião e de quem aqui vive.

Perante este contexto, o Executivo Municipal tomou uma decisão responsável: cancelar todas as grandes iniciativas culturais e desportivas previstas, direcionando um investimento superior a 1 milhão de euros para a resposta imediata e para a recuperação do concelho.

Governar é saber parar, redefinir prioridades e colocar o interesse coletivo em primeiro lugar.

Desde o primeiro momento, os serviços municipais estão no terreno, em estreita articulação com a Proteção Civil, Juntas de Freguesia e entidades competentes.

As principais medidas de intervenção incluem:
✔️ Recuperação e reconstrução de muros de suporte e taludes em risco
✔️ Reparação e reconstrução de acessos e vias municipais afetadas
✔️ Limpeza, desobstrução e reforço dos sistemas de drenagem pluvial
✔️ Requalif**ação de passeios e arruamentos para garantir circulação segura
✔️ Reposição de paragens e infraestruturas essenciais de transporte público
✔️ Apoio direto aos agricultores, especialmente os viticultores afetados

Está também a ser realizado um levantamento técnico rigoroso dos danos, fundamental para garantir uma resposta justa, ef**az e sustentada, bem como para a mobilização dos apoios financeiros necessários.

Santa Marta de Penaguião já enfrentou muitos desafios ao longo da sua história, e soube sempre levantar-se.
O que está a ser feito hoje vai além da reparação: é um investimento num concelho mais seguro, mais resiliente e preparado para o futuro.

Enquanto houver esta responsabilidade, ninguém f**ará para trás.
Santa Marta de Penaguião vai renascer.
Mais bela. Mais forte. Mais nossa.

03/02/2026

Carta Aberta a António José Seguro

Num dos momentos mais perigosos da ordem mundial desde a Guerra Fria, com conflitos armados ativos, escaladas militares imprevisíveis e a ameaça nuclear novamente normalizada no discurso de potências globais, a afirmação “espero nunca usar a bomba atómica” não é apenas infeliz.
É politicamente irresponsável.

Não porque Portugal tenha armas nucleares — não tem.
Mas porque um candidato a Presidente da República não pode permitir-se brincar com conceitos que simbolizam a destruição total, sobretudo quando ocupa o espaço mediático como potencial garante da estabilidade, da moderação e da palavra ponderada do Estado.

Um Presidente da República não governa apenas com atos. Governa com linguagem.
E quando essa linguagem desce ao nível do trivial, do óbvio ou do absurdo estratégico, o que f**a exposto não é prudência é vazio.

Esperar nunca usar uma bomba atómica não é visão.
Não é doutrina.
Não é política externa.
É o mínimo ético de qualquer ser humano minimamente consciente.

Transformar esse mínimo num argumento público revela algo mais grave: a incapacidade de compreender o peso simbólico do cargo a que se candidata. Num mundo onde líderes irresponsáveis usam a ameaça nuclear como arma psicológica, Portugal não pode ter um Presidente que trate o tema com ligeireza retórica, como se estivesse a comentar um cenário hipotético de ficção.

A Presidência da República exige densidade intelectual, consciência histórica e um domínio absoluto da palavra. Exige saber que há frases que nunca elevam apenas expõem.

Quando um candidato fala de bombas atómicas em tom casual, não tranquiliza o país.
Preocupa-o.

Porque num tempo em que o mundo arde, o que se espera de um Presidente não é que “espere nunca carregar no botão”.
Espera-se que nunca precise de o mencionar.

As palavras f**am.
E esta f**ará como um sinal claro de que o discurso ficou muito aquém da responsabilidade do cargo.

Em entrevista à RTP, candidato presidencial insistiu na necessidade de melhorar a resposta do Estado a catástrofes, prometendo não deixar o tema “cair da agenda”. Reconhecendo “muita desilusão e revolta” nos portugueses, reiterou que quer “unir Portugal” e considerou que seria “muito útil” o país voltar aos ciclos políticos de quatro anos

29/01/2026

🐙💥 Boca do Polvo

Estamos na Régua.
Ou pelo menos no mapa.

Porque, na prática, isto parece outro país.
Um lugar onde a luz falha por tudo e por nada.
Onde o inaceitável já virou rotina.

As falhas não são novas.
Acontecem há muitos anos.
Com reclamações aos montes.
Prejuízos reais.
E ninguém se importa verdadeiramente.

O Município sabe.
Tem conhecimento há anos.
Mas as promessas?
Ah, as promessas aparecem religiosamente nas eleições…
Depois vem o vento.
E leva-as para longe do olhar.
E, pior, da memória.

Negócios param.
Trabalho perde-se.
Equipamentos queimam.
E a cidade adapta-se.
Como se a resignação fosse política pública.

E o mais irónico?
Estamos às portas de uma barragem que produz eletricidade.
Mas pelos vistos…
essa eletricidade não é para a Régua.

Fala-se de desenvolvimento, turismo, futuro.
Mas não há futuro onde a luz vai abaixo.
Não há progresso à base de desculpas recicladas.

Eletricidade não é luxo.
É infraestrutura básica.
É respeito.

E aqui vai a verdade nua:
quem aceita isto como normal, já desistiu da cidade.
Quem promete e não cumpre, não merece nada menos que o nosso desprezo.

Não pretendo pedir desculpa sobre o que disse Senhor Presidente mas haja paciência. E esta tem limites.

José Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal do Peso da Régua, destaca a importância e a necessidade de trabalharmos em comunidade, em prol do desenvolvimento do Douro.

#cimdouro #discoverdouro #fitur #fitur2026 25/01/2026

“Que Douro ÉS tu?”
É essa a pergunta que a CIM Douro coloca na sua comunicação, estampada com orgulho. Curioso. Porque se a pergunta é legítima, a resposta deveria ser ainda mais.
�A CIM Douro anuncia, com o habitual tom solene, a sua presença na FITUR 2026, uma das maiores feiras de turismo do mundo. Em Madrid, diz-se, promove-se o Douro como destino de excelência e afirma-se o território no panorama internacional. Tudo certo no discurso. Menos certo na prática.

Porque quando se olha para quem representa o Douro lá fora, repete-se um padrão cansado: quase sempre os mesmos, vindos quase sempre dos mesmos círculos, alguns dos quais pouco ou nada acrescentam ao desenvolvimento local quanto mais à projeção internacional da região. Representar um território não é um direito adquirido nem um prémio de presença; é uma responsabilidade que devia ser medida pelo impacto real, pelos resultados concretos e pelo valor criado.

E aqui começa a verdadeira anedota. No Douro existe, com provas dadas e reconhecimento internacional, um empresário que tem levado esta região a todos os cantos do mundo. Prémios em vários continentes. Distinções recentes. Uma plataforma turística nascida na Régua, com menos de um ano de vida, já galardoada em Londres como a melhor plataforma turística 2025/2026. Um projeto que não se limita a promover o destino, mas que valoriza cada empresa, seja micro, pequena ou grande, criando uma montra comum onde todos contam e todos beneficiam.

Mais do que uma plataforma turística, trata-se de uma visão inclusiva e estruturante, pensada para o território como um todo e que, segundo é público, se prepara para ser extensível a nível nacional. Um exemplo claro de inovação com raízes locais e ambição global. Ainda assim, este projeto e quem o idealizou não tem lugar numa feira como a FITUR, como este empresário e ou projetos outros.

�Pergunto: como é possível que um território que se quer promover ignore os seus melhores embaixadores? Que deixa de fora uma das suas melhores promoções.
Que continue a repetir padrões de representação vazia, ignorando quem realmente faz o Douro brilhar no mundo? Que continue a premiar o costume em vez do mérito?

Talvez o problema não seja falta de mérito. Talvez seja excesso de hábito. Porque quando a promoção do Douro ignora quem verdadeiramente o projeta, algo está profundamente errado. Um território que não reconhece os seus melhores embaixadores arrisca-se a promover apenas uma imagem confortável… mas vazia. E o mundo, esse, já percebe a diferença.

José Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal do Peso da Régua, destaca a importância e a necessidade de trabalharmos em comunidade, em prol do desenvolvimento do Douro. #cimdouro #discoverdouro #fitur #fitur2026

O ministro da Educação afirma que as residências públicas devem ter alunos de vários estratos sociais e não apenas estudantes de meios mais desfavorecidos. Isto porque, acrescentou, dando prioridade aos bolseiros, as residências irão degradar-se mais rapidamente.

Saiba mais aqui: https://bit.ly/3YBSFKB 17/12/2025

🦑 Boca do Polvo responde:

Quando um Ministro da Educação sugere que residências universitárias se degradam porque são ocupadas maioritariamente por alunos carenciados, o problema já não é político é moral.

Não, Sr. Ministro, edifícios não se degradam por falta de dinheiro nos bolsos de quem lá dorme.
Degradam-se por falta de investimento, abandono do Estado, má gestão e desresponsabilização política. O resto é uma tentativa pobre de deslocar culpas.

A ideia de que a presença de estudantes de baixos rendimentos “acelera a degradação” é perigosa, elitista e profundamente reveladora:
👉 revela uma visão onde a pobreza não é um problema a combater, mas um incómodo a misturar, diluir ou esconder.

Em vez de assumir que o Estado falhou durante anos na manutenção do património público, prefere-se insinuar que o problema são os pobres.
É mais fácil.
É mais cómodo.
E é profundamente indigno.

A educação deveria ser o espaço da igualdade de oportunidades, não o palco onde se legitima a narrativa de que quem tem menos estraga mais.
Isso não é política pública é preconceito embrulhado em discurso técnico.

E não, isto não se resolve com esclarecimentos tardios ou com o clássico “fui mal interpretado”.
As palavras foram ditas.
O pensamento ficou exposto.

👉 Quando um ministro fala assim, não está apenas a errar na comunicação está a errar no princípio.
E quando o princípio falha, falha tudo o resto.

A verdadeira degradação não está nas residências universitárias.
Está no discurso de quem deveria defendê-las

Tu e outros como tu nem sequer deviam estar a ter canal, és um canalha, uma besta quadrada, nem um bocadinho de humildade.
E é isto quem temos a frente de um ministério da educação.
A reflexão é tua, SAIR já… e só tenho pena que quem governa não tenha os tomates de te por no ca***ho.

O ministro da Educação afirma que as residências públicas devem ter alunos de vários estratos sociais e não apenas estudantes de meios mais desfavorecidos. Isto porque, acrescentou, dando prioridade aos bolseiros, as residências irão degradar-se mais rapidamente. Saiba mais aqui: https://bit.ly/3YBSFKB

05/12/2025

🦑 Boca do Polvo denuncia:

Estamos a 5 de Dezembro, altura em que os comerciantes dão tudo de si para atrair clientes e dinamizar os seus negócios. E a cidade do Peso da Régua? Tudo às escuras. Sem uma única iluminação de Natal.

Enquanto isso, há freguesias com menos de 300 habitantes que já estão iluminadas e cheias de espírito natalício. O contraste é gritante.

Promessas? Sim, há muitas:
“Estamos ao lado dos empresários, queremos ajudar…”
Mas quando é que essas palavras se transformam em ação concreta?

Um município que ignora o comércio local, que não respeita quem mantém a vida da cidade, que prefere desculpas vazias a soluções reais. Os comerciantes merecem mais que palavras — merecem visão, respeito e ação. O Natal não espera, e nós também não.

Município do Peso da Régua
ACIR

09/10/2025

🦑 Boca do Polvo comenta:

O grupo “Peso da Régua – Cidade que nos Une” foi suspenso até 13 de outubro. Conveniente, não é?

A liberdade de expressão, muitas vezes, está camuflada. Parece que podemos falar, mas não podemos abrir a boca correndo sempre o risco de ferir “suscetibilidades”.

Agora sim percebemos com isto que está TUDO MINADO… é que nem escondem.

E claro, em tempo de eleições, ainda menos convém ter um espaço onde se possam apontar problemas reais da cidade, questionar decisões ou exigir transparência. É quando mais falta faz a crítica construtiva que a liberdade de expressão é restringida.

👉 Um alerta: liberdade de expressão não é um luxo. É essencial para a cidade e para a democracia.

Photos from FPM - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE MOTONAUTICA's post 09/10/2025

🦑 Boca do Polvo alerta:

Saiu hoje a notícia da data do próximo Campeonato do Mundo de Motonáutica no Peso da Régua. Bem agora já não há desculpas.

Faltam 11 meses para o evento e a equipa de marketing da Câmara tem uma oportunidade de ouro para mostrar competência: promover, divulgar, criar entusiasmo e colocar o Douro no mapa internacional como merece.

Porque, sejamos claros: uma data anunciada e ignorada é uma oportunidade desperdiçada. Cartazes no último mês? Não chega. Estratégia, conteúdo, redes sociais, comunicação multicanal — isso sim faria a diferença.

O Douro merece que um evento mundial seja tratado com profissionalismo e visão, não apenas como mais uma nota de rodapé.

Vergonhosas! RIDÍCULAS.
Indiferentemente de partidos políticos, ideologias ou afins são duas mulheres… duas MULHERES! 
E tantas tontas a dizer b***a como se fosse piada!
E se me escrevem aí em baixo que elas sabiam ao que iam e que se puseram a jeito ou o ca**te a quatro EU JURO que vos lanço uma macumba! 02/10/2025

🦑 Boca do Polvo responde:

Susana, peço desculpa, com todo o respeito que nutro pela tua pessoa,

Que fique claro que as “ativistas” não foram raptadas, mas sim interceptadas pelas forças navais israelitas enquanto tentavam quebrar o bloqueio marítimo imposto a Gaza. As embarcações foram então desviadas para o porto de Ashdod, em Israel, onde as ativistas foram detidas e posteriormente serão deportadas para os seus países de origem.

Susana, permite-me ainda esclarecer: comentários não se avaliam pelo género de quem os faz, avaliam-se pelo conteúdo e pela responsabilidade de quem comenta.

A flotilha à Faixa de Gaza deixou isso bem claro: há quem pense que a coragem é apenas um adereço para selfies e likes, há quem confunda humanitarismo com turismo de aventura e há quem ignore completamente a obrigação de assumir responsabilidade pelos próprios atos.

Portanto, chamar comentários de homens “tristes” e comentários de mulheres “ridículos e vergonhosos” é tão absurdo quanto esperar que a diplomacia resolva irresponsabilidades alheias. A verdadeira questão não é quem comenta, mas quem age sem pensar nas consequências.

Essas duas senhoras é que se PERMITIRAM fazer o que está à vista de todos.

Por vezes, quero acreditar que estas notícias não pertencem ao país onde vivo. Mas a realidade atropela-me.

Aqui, em Portugal Susana Dias Ramos, se desconheces a lei, o estado não quer saber, não podes ser desconhecedora da lei — é tua obrigação conhecê-la.
E, no entanto, há adultos, estes verdadeiros “ALIENS”, que agem como se as leis e regras não existissem, sem qualquer sentido de responsabilidade ou noção da realidade.

E agora? Somos nós que temos de lidar com as consequências, transformando um absurdo em problema diplomático de proporções enormes. Enquanto isso, o comandante supremo das forças armadas parece validar a ignorância e a prepotência destes indivíduos — pessoas neste caso uma pessoa que, inacreditavelmente, têm assento no parlamento português. A responsabilidade pelos próprios atos não é uma escolha; é obrigação. E é justamente essa obrigação que eles ignoram.

Então é assim: decidem-se voluntariamente a navegar para uma zona de conflito, provocam um incidente internacional e depois esperam que o país resolva o caos diplomático que criaram. Fantástico, não?

E NÃO não estamos aqui para pagar ou resolver os problemas dos outros ELES É QUE SE PERMITIRAM A TAL.

E não podemos esquecer a parte “turística”: uma passagem estratégica por Ibiza para g***r e aproveitar. Praia, cocktails e selfies no Instagram, mas quando se trata de REALMENTE de defender direitos humanos noutros lugares, como na Turquia, nem uma palavra e fizeram também paragem nesse país. Mas não interessou.

👉 Ou seja: só há ação humanitária quando dá jeito para likes e notícias.
👉 Responsabilidade? Pura decoração.
👉 Coragem? Só no storytelling que vendem à comunicação social.

O pior é darmos canal a quem acha que tem o direito de g***r connosco e não darmos o verdadeiro canal, sendo impiedosos com uma atrocidade destas.

No fim, é sempre o mesmo: os erros são dos outros, a atenção é nossa, e o país que se vire para salvar a brincadeira.

Vergonhosas! RIDÍCULAS. Indiferentemente de partidos políticos, ideologias ou afins são duas mulheres… duas MULHERES! E tantas tontas a dizer b***a como se fosse piada! E se me escrevem aí em baixo que elas sabiam ao que iam e que se puseram a jeito ou o ca**te a quatro EU JURO que vos lanço uma macumba!

01/10/2025

🦑 Boca do Polvo responde:

Este presidente é uma verdadeira anedota, mas porque é que nós agora devemos prestar apoio consular quando a irresponsabilidade de uns seres de outro planeta decidem invadir uma zona de guerra, sem pensar na irresponsabilidade que estão a cometer!!!

Então é assim: decidem-se voluntariamente a navegar para uma zona de guerra, provocam um incidente internacional e depois esperam que o país resolva o caos diplomático que criaram. Fantástico, não?

E não podemos esquecer a parte “turística”: uma passagem estratégica por Ibiza para g***r e aproveitar. Praia, cocktails e selfies no Instagram, mas quando se trata de realmente defender direitos humanos noutros lugares, como na Turquia, nem uma palavra.

👉 Ou seja: só há ação humanitária quando dá jeito para likes e manchetes.
👉 Responsabilidade? Pura decoração.
👉 Coragem? Só no storytelling que vendem à comunicação social.

No fim, é sempre o mesmo: os erros são dos outros, a atenção é nossa, e o país que se vire para salvar a brincadeira.

Nota: fiquem com eles… é realmente um grande favor que nos fazem

Numa nota publicada no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa indica que confirmou junto do Governo que será assegurado, através da embaixada portuguesa em Telavive, "todo o apoio consular aos compatriotas detidos", assim como "todo o apoio ao regresso a Portugal".

Saiba mais aqui: http://bit.ly/4nRL3hU

01/10/2025

🦑 Boca do Polvo responde:

Então é assim: decidem-se voluntariamente a navegar para uma zona de guerra, provocam um incidente internacional e depois esperam que o país resolva o caos diplomático que criaram. Fantástico, não?

E não podemos esquecer a parte “turística”: uma passagem estratégica por Ibiza para g***r e aproveitar. Praia, cocktails e selfies no Instagram, mas quando se trata de realmente defender direitos humanos noutros lugares, como na Turquia, nem uma palavra.

👉 Ou seja: só há ação humanitária quando dá jeito para likes e manchetes.
👉 Responsabilidade? Pura decoração.
👉 Coragem? Só no storytelling que vendem à comunicação social.

No fim, é sempre o mesmo: os erros são dos outros, a atenção é nossa, e o país que se vire para salvar a brincadeira.

Nota: fiquem com eles… é realmente um grande favor que nos fazem

🔴 Num vídeo agora publicado, já após a detenção da política portuguesa, Mariana Mortágua diz que o navio Adara, onde viajava, "foi interceptado ou atacado pelas forças israelitas". Siga as atualizações pelo link nos comentários

📷 Eva Manez/Reuters

🚨🚨🚨Urgente. Preciso da vossa ajuda e opinião!!! 30/09/2025

A realidade é esta:

👉 Vamos por partes:

🔹 Empresários em Portugal
• Criam postos de trabalho.
• Suportam contribuições elevadas (TSU, IVA, IRC, IRS, taxas, etc.).
• Assumem risco pessoal (muitas vezes com o património).
• Têm obrigações perante o Estado e trabalhadores.
• Mas, se fecharem a empresa ou f**arem sem atividade, não têm direito a subsídio de desemprego.

O Estado entende que o empresário é “criador do seu próprio trabalho”, logo não faz sentido protegê-lo da perda do mesmo — mas, na prática, isso deixa o empresário sem rede de apoio.



🔹 Imigrantes / estrangeiros a chegar a Portugal
• Se começarem a trabalhar legalmente, passam a descontar e, portanto, a aceder aos mesmos direitos que qualquer trabalhador português.
• Em alguns casos (UE, acordos bilaterais), até podem “transportar” direitos de outros países e ter acesso mais cedo.
• Além disso, têm acesso imediato ao SNS – Serviço Nacional de Saúde (mesmo sem descontos ainda feitos em Portugal, basta ter residência ou estar em situação regular).



🔹 Comparação prática
• Empresário português: anos a descontar, se fecha a empresa não tem proteção no desemprego.
• Trabalhador imigrante: entra no mercado, desconta alguns meses e já pode aceder a certos apoios (doença, parentalidade, etc.), e em alguns casos até transferir direitos de fora.

🚨🚨🚨Urgente. Preciso da vossa ajuda e opinião!!!

¿Quieres que tu figura pública sea el Figura Pública mas cotizado en Madrid?
Haga clic aquí para reclamar su Entrada Patrocinada.

Categoría

Página web

Dirección


Madrid