Emitrade
A Emitrade Center foi fundada em 11 de junho de 1986 Somos uma empresa cearense especializada em logística e comércio internacional.
A Emitrade Center foi fundada em 11 de junho de 1986 é uma empresa Cearense especializada em logística e comércio internacional. Temos como objetivo contribuir para o desenvolvimento do Ceará, além de aprofundar negócios e relacionamentos. A atuação pautada em uma relação comercial de mútuas conquistas, batizadas em valores humanos e de respeito à cultural local, é fator determinante para a sus
Estado do Ceará comprou mais da China
Seguindo a tendência registrada nos últimos meses, a balança comercial cearense encerrou abril deste ano com um saldo negativo de US$ 121,7 milhões, maior déficit para o mês nos últimos seis anos, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O desempenho foi resultado de um volume de exportações que somou US$ 82,3 milhões, ante um total de importações superior a US$ 204 milhões realizadas pelo Estado no mês passado. Em relação a março deste ano, as exportações cearenses apresentaram uma queda de 11,9%. Na mesma base de comparação, as importações cresceram 34,1%.
Conforme os dados do Mdic, grande parte das importações cearenses em abril foi relativa a cereais e itens de ferro e aço, cuja compra do exterior vem crescendo para a implantação de grandes empreendimentos no Estado, como a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), em construção no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp).
Assim, a aquisição de "Outros trigos e misturas de trigo com centeio, exceto para semeadura" liderou o ranking de importações em abril, somando US$ 22,6 milhões. Em seguida, vieram "Construções e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço" (US$ 16,4 milhões), "Algodão, não cardado nem penteado" (US$ 11,2 milhões), "Hulha betuminosa, não aglomerada" (US$ 8,9 milhões), "Outras máquinas e aparelhos de elevação, de carga, de descarga ou de movimentação" (US$ 7,7 milhões) e "Outros grupos eletrogêneos, de energia eólica" (US$ 7,7 milhões), dentre outros.
A China foi o país de onde o Ceará mais comprou no mês passado, com o montante de US$ 38,9 milhões importados no mês passado. Em segundo lugar, ficaram: Estados Unidos, com US$ 29,9 milhões; Coreia do Sul, com cerca de US$ 22 milhões; e Índia, com US$ 13,5 milhões.
O que vendemos
Já no que diz respeito à venda de produtos cearenses para o exterior, couros, calçados e castanha de caju lideraram o ranking em abril deste ano. Conforme o Mdic, as exportações de " Couros e peles, incluídas as ilhargas, de bovinos ou de equídeos, preparados após curtimenta ou secagem, divididos, com a flor" US$ 10,4 milhões, seguidas por "Calçados de borracha ou plástico, com parte superior em tiras ou correias, com saliências (espigões) que se encaixam na sola" (US$ 7,9 milhões), "Castanha de caju, fresca ou seca, sem casca" (US$ 7,9 milhões), "Outros calçados de borracha ou plástico" (US$ 6,7 milhões) e "Ceras vegetais, mesmo refinadas ou coradas (exceto triglicerídeos)" (US$ 5,8 milhões).
Os Estados Unidos foram o principal destino dos produtos locais, com as exportações somando US$ 15,4 milhões. Os outros principais compradores de itens cearenses, em abril deste ano, foram a China (US$ 8,4 milhões), Argentina (US$ 5,6 milhões) e a Hungria (US$ 5 milhões).
Acumulado
Entre janeiro e abril deste ano, as exportações cearenses superaram US$ 402,2 milhões, um incremento de 12,1% em relação a igual período de 2013. Já as importações totalizaram US$ 837,6 milhões, registrando um recuou de 15,8%.
Neste ano, a balança comercial do Estado já está negativa em US$ 435,3 milhões.
Fonte: Portos e Navios
12/03/2014
Economia cearense cresce 3,44% em 2013
Pelo sexto ano consecutivo o Produto Interno Bruto cearense cresceu mais do que o brasileiro. Pela primeira vez o resultado ultrapassou a marca de R$ 100 bilhões.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará cresceu 3,44% em 2013, comparado com 2012, ultrapassando pela primeira vez a marca de R$ 100 bilhões. De acordo com o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), em 2013 o Estado gerou R$ 105,74 bilhões de riqueza.
Em 2012 o valor havia sido de R$ 96,52 bilhões. No mesmo período, o PIB nacional avançou 2,3%, totalizando R$ 4,84 trilhões. Com o resultado, a participação do Ceará no PIB brasileiro foi de 2,185%. O anúncio foi feito ontem pelo secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Eduardo Diogo.
Pelo sexto ano consecutivo o PIB cearense cresce mais do que o brasileiro. Dentre os setores que mais impactaram no PIB estadual, o destaque de 2013 foi o da indústria, com 5,62% de alta. O setor, que compreende a atividade extrativista mineral, a indústria de transformação (couro, calçados, têxtil e refino de petróleo e álcool), construção civil, além de eletricidade, gás e água, foi responsável por 22,2% do PIB cearense no ano passado.
“Com relação ao ano específico de 2013, o setor industrial foi o grande destaque. A indústria de transformação, que corresponde a 47% desse setor, cresceu com destaque tanto no setor têxtil como na parte de calçados e de couros”, ressaltou Eduardo Diogo.
No mesmo período, o setor de serviços, que responde por 73,1% da riqueza gerada, teve um crescimento de 2,89% em 2013. Apenas a administração pública representa 30% deste setor, enquanto a participação do comércio é de 21,2%.
Já o setor de agropecuária, que representou 4,7% do PIB do Ceará em 2013, cresceu 2,61%. Segundo Eduardo Diogo, apesar da estiagem, a produção de milho, feijão e castanha aumentou no ano passado.O economista Célio Fernando, considera o resultado “excelente” para o Estado. “Isso está mostrando a pujança dos investimentos que estão sendo feitos, como os investimentos públicos muito fortes em Fortaleza”, disse.
O diretor geral do Ipece, Flávio Ataliba, considera a administração pública como o “propulsor” do crescimento do PIB. E que, caso todos os investimentos previstos para 2014 se concretizem, o PIB irá crescer ainda mais. “Estamos completando um balanço dos últimos sete anos. E o balanço é positivo”, disse.
Prestação de contas
Ao fazer um balanço dos sete anos de gestão do governador Cid Gomes, o secretário Eduardo Diogo disse que de 2007 a 2013, o PIB estadual cresceu 128,4%, enquanto a inflação no período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 45,6%.
E que a participação da economia cearense no PIB brasileiro passou de 1,95% para 2,19% no mesmo período. “Esse foi o compromisso do governador Cid Gomes na campanha, de ampliar o percentual do PIB cearense com relação ao PIB nacional”, disse o secretário.
Os dados divulgados pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) são preliminares e podem sofrer alterações quando forem divulgados os dados definitivos, que estarão sujeitos a retificações quando forem calculadas as Contas Regionais definitivas, em conjunto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e as 27 Unidades da Federação.
26/02/2014
Presidente da Petrobras diz que país exportará petróleo
Ainda assim, boa parte das vendas externas poderá ficar com o petróleo a ser entregue ao governo.
O Brasil tem potencial para exportar petróleo, mas grande parte das vendas externas poderá ficar com o petróleo a ser entregue ao governo, já que, teoricamente, a prioridade da Petrobras será abastecer seu parque de refino, afirmou nesta quarta-feira, 26, a presidente da estatal, Graça Foster.
"Com esses dados, o Brasil se posiciona como exportador importante. É um fato à luz dos números", disse a presidente Maria das Graças Foster, em entrevista coletiva, referindo-se ao Plano Estratégico 2030 apresentado na terça-feira, 25, pela companhia.
Pelos números do planejamento, a produção total brasileira chegará a 5,2 milhões de barris por dia, mas a Petrobras ficaria com 3,7 milhões desse total. "A prioridade é atender o parque de refino com a produção da Petrobras. Então, o petróleo adicional a viajar mais não é o da Petrobras", completou Graça.
No entanto, a executiva destacou que o parque de refino poderá ter outros participantes. "Até então temos 100% do refino. Podemos continuar tendo ou não. Temos privilegiado parcerias em nossos projetos", disse Graça.
Ainda para Graça, "a área internacional é importantíssima dentro do segmento de exploração e produção. Complementa as nossas reservas e cumpre papel muito importante de buscar melhor qualidade no portfólio".
A presidente ressaltou que mais do que em produção, a empresa vai focar em exploração no exterior e citou atividades em locais como Estados Unidos, África e América Latina.
Capacidade de refino
A projeção de atingir capacidade de refino de 3,9 milhões de barris por dia, colocada no Planejamento Estratégico 2030 da Petrobras, leva em conta um aumento da eficiência no processamento, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, José Carlos Cosenza.
"Estamos estudando melhorias para dar mais capacidade na Rnest e no Comperj", afirmou. Segundo o executivo, não será necessário ampliar investimentos.
No caso da Rnest, localizada em Pernambuco, um aumento da capacidade leva em conta o fato de a origem do petróleo processado ter mudado: inicialmente a refinaria processaria petróleo vindo da Venezuela, numa sociedade com a PDVSA, que acabou não se concretizando.
12/02/2014
Será que a burocracia está diminuindo? Uma ótima notícias para as nossas importações.
Importação no país reduz tempo médio de despacho
O tempo médio para o despacho de importação no Brasil passou de cerca de 53 horas em 2012 para 40 horas no ano passado, segundo a Receita.
O tempo médio para o despacho de importação no Brasil passou de 53 horas e 31 minutos em 2012 para 40 horas e 18 minutos em 2013, uma redução de 16,42%, segundo a Receita Federal.
A redução, segundo o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci, é fruto de gerenciamento de risco, melhor alocação de recursos e otimização do processo.
A quantidade de declarações de compras do exterior subiu 5,32% no período, de 2,419 milhões em 2012 para 2,547 milhões no ano passado, informou nesta terça-feira, 11.
Na exportação, o tempo médio para o despacho aduaneiro passou de 11 horas e 2 minutos em 2012 para 7 horas e 30 minutos em 2013. A redução é de 34,78% do tempo. Esse período, entretanto, é apenas aquele que compete ao Fisco e não de todas as etapas de exportação de um produto.
Checcucci afirmou que a redução foi significativa e que há tendência de redução. "A Receita Federal vem ao longo dos últimos três anos fazendo investimentos para dar mais agilidade aos controles da Receita e maior transparência ao processo de controle", afirmou.
A quantidade de declarações de vendas externas caiu 1,77%, de 1,248 milhão em 2012 para 1,225 milhão no ano passado. A corrente de comércio, que considera as operações de importação e exportação, somou 3,77 milhões de despachos no ano passado, uma alta de 2,91% em relação aos 3,66 milhões em 2012.
Brasil e EUA querem aumentar o fluxo comercial
Os governos do Brasil e dos Estados Unidos discutiram formas para aumentar o fluxo comercial entre os dois países durante a 11ª edição do diálogo comercial entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos (DOC), realizada nesta sexta-feira em Brasília. O secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho, afirmou que um das prioridades da agenda bilateral é hoje identificar setores produtivos competitivos nas duas economias e incentivá-los a aprimorar a participação deles no intercâmbio comercial.
“Temos identificados setores e empresas brasileiras competitivas que possuem plenas condições de aumentar a presença e o comércio com os Estados Unidos. Com o aprofundamento do diálogo comercial e por meio de missões comerciais, podemos incentivá-las”, avaliou Godinho.
O subsecretário de Comércio Internacional dos Estados Unidos, Kenneth Hyatt, também considerou que há real potencial para que empresas brasileiras e norte-americanas aumentem as suas trocas comerciais. “É necessário enfrentar desafios e vencer as distâncias geográficas para alcançar novos mercados”, disse. Godinho e Hyatt acordaram uma visita aos Estados Unidos para intensificar o trabalho de identificação dos setores competitivos dos dois países. A viagem deverá ocorrer no início de abril.
Os dois órgãos decidiram ainda compartilhar conhecimento sobre a simplificação de comércio relacionado aos projetos para criação de uma plataforma única para atendimento aos operadores de comércio exterior (single window). Ambos os governos intencionam lançar em breve programas com este objetivo.
Brasil e Estados Unidos também estabeleceram uma parceria para promover o fluxo de investimentos. Memorando, firmado entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vinculada ao MDIC, e a agência congênere norte americana SelectUSA, prevê a troca de informações sobre políticas, normas e regras que sejam relevantes para orientar potenciais investidores, além de assistência para a realização de contatos com representantes dos respectivos setores industrias nacionais.
“Por meio desta medida, vamos impulsionar não somente os investimentos, mas também o comércio entre os dois países”, comentou Godinho. Em 2012, o montante dos investimentos das empresas norte-americanas no Brasil ultrapassou os US$ 79 bilhões, enquanto que o estoque de investimentos brasileiros diretos na economia estadunidense foi de aproximadamente US$ 14 bilhões.
Fonte: MDIC
04/02/2014
Exportação de produtos básicos avança 5,3% em janeiro
Nos manufaturados, queda de 2,6% é explicada por redução nas vendas de açúcar refinado, etanol, automóveis de passageiros, autopeças e suco de laranja congelado.
As exportações de produtos básicos cresceram 5,3% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado puxadas por petróleo em bruto, farelo de soja, bovinos vivos, carne bovina e minério de ferro.
Por outro lado, nos manufaturados, a queda de 2,6% é explicada por uma redução nas vendas de açúcar refinado, etanol, automóveis de passageiros, autopeças e suco de laranja congelado.
A retração de 5,8% dos semimanufaturados ocorreu, principalmente, por conta da diminuição das exportações de ferro fundido, ouro em forma semimanufaturada, alumínio em bruto, semimanufaturados de ferro e aço e açúcar em bruto.
Os dados divulgados nesta segunda-feira, 3, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram também que as exportações cresceram 17,4% para a Ásia, sendo que somente para a China o incremento foi de 27,7%.
Para os Estados Unidos, a alta foi de 11,4%. Por outro lado, as vendas externas em janeiro caíram 6,2% para o Mercosul, sendo que a queda chegou a 13,7% para a Argentina. A retração das exportações do Brasil para a União Europeia foi de 5%.
28/01/2014
Portos - Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Nordeste. A Emitrade presente também nos melhores seminários de Logística e Comércio Exterior.
27/01/2014
ZPE é incentivo a mais investimento
Apontado como um fator essencial para viabilizar a meta da administração estadual de atrair grandes empreendimentos para o Ceará nos próximos anos, o Porto do Pecém tem sido um dos principais "cartões de visita" usados para tornar o Estado mais competitivo, sobretudo frente ao avanço, nos últimos anos, de estruturas semelhantes no Nordeste brasileiro. Se, há até pouco tempo, projetos atualmente em execução eram apenas promessas que deixavam hesitantes possíveis investidores, as vantagens hoje apresentadas para o uso do porto vão além da localização privilegiada - próxima a ancoradouros da Europa, Ásia e África.
"Temos uma estrutura de custo mais vantajosa por tonelada embarcada e desembarcada em função de que temos um regime portuário mais moderno, em que empresas terceirizadas, que são responsáveis pelo processo, não se prendem a formulações operacionais que definiram a estrutura portuária do passado e ainda cobram um custo muito elevado, o chamado custo Brasil", destaca o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Roberto Smith.
Estruturantes
Ele também destaca a existência da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), ainda em construção, e a instalação da refinaria Premium II, cujas obras aguardam processo licitatório. "A refinaria abre a perspectiva para a indústria petroquímica e o setor de aço também gera um efeito muito importante. Isso sem contar com inúmeras outras empresas e indústrias que estão se aproximando", justifica.
Outro fator citado pelo presidente da Adece é a existência da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará, localizada na área do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). "Quando a gente provoca o assunto ZPE, a gente provoca o assunto do porto também, porque, embora a ZPE seja o mecanismo que incentiva (a vinda de empreendimentos), você precisa ter o porto que faça esse escoamento e essas operações junto com a gente. E, hoje, o porto do Pecém atende as operações da ZPE, que envolvem também as operações da Vale (Pecém) e da CSP", argumenta.
César Ribeiro, presidente da ZPE cearense, diz esperar que, com a ampliação do porto e o consequente aumento da movimentação de cargas e melhoria da infraestrutura, seja ampliado também o potencial de atração de investimentos da ZPE.
Navios de grande porte
"E o porto do Pecém será beneficiado também com o alargamento do canal do Panamá, pois é um dos poucos no Brasil capaz de receber navios de grande porte Post-Panamax, que levam quantidade bastante superior de contêineres em relação aos cargueiros convencionais. Por conta de sua infraestrutura, o Ceará é hoje um local estratégico para quem quer investir não apenas no Nordeste, mas no Brasil como um todo", acrescenta o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede), Alexandre Pereira. Para ele, devido o porto do Pecém ser vinculado a uma empresa de economia mista - a Cearáportos -, o equipamento é "mais eficiente e com custos de operação mais vantajosos". (JM)
Fonte: Diário do Nordeste
21/01/2014
América Latina crescerá 3,6% graças à demanda interna
Os sintomas de melhoria da economia da região serão notados mais fortemente em 2015, para quando está previsto um crescimento de 4,1%.
A América Latina e o Caribe crescerão 3,6% em 2014, impulsionados principalmente pelo aumento da demanda doméstica, embora continuem vulneráveis a possíveis turbulências na economia mundial, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira por várias agências das Nações Unidas.
Os sintomas de melhoria da economia da região serão notados mais fortemente em 2015, para quando está previsto um crescimento de 4,1%, segundo o estudo "Situação e perspectivas da economia mundial 2014", da ONU.
O relatório revelou que, com um crescimento médio de 3,2%, a recuperação econômica de 2013 foi desigual no continente, e destacou acima da média Argentina e Brasil pelo fortalecimento da demanda interna e por mudanças nas políticas macroeconômicas.
Uruguai e Paraguai também ficaram acima da média graças à exportação de produtos agrícolas e à estabilização dos preços das matérias-primas.
"Durante 2014 os países da região também serão beneficiados pelo fortalecimento da demanda externa, se os Estados Unidos e a Europa saírem da crise", afirmou hoje durante a apresentação do relatório em Genebra Alfredo Calcagno, o chefe do departamento de macroeconomia e políticas de desenvolvimento da Unctad, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento.
No México e nos países da América Central as perspectivas para 2014-2015 são boas, embora um pouco mais complicadas após a desaceleração de sua economia, que cresceu 4% em 2012 e apenas 1,5% em 2013.
Para enfrentar esta situação, o governo mexicano empreendeu durante 2013 uma série de reformas estruturais para impulsionar um debilitado setor energético e tecnológico e estimular o investimento privado no país, mudanças que serão notadas em 2014 e 2015, com um crescimento estimado entre 4% e 4,2%, respectivamente.
Segundo o relatório, Nicarágua, Guatemala e Panamá crescerão em um ritmo mais rápido que o do México, embora, segundo Calcagno, "todos os países da região se beneficiem da melhoria das perspectivas econômicas dos EUA, um importante parceiro comercial".
O Caribe será a região do continente latino-americano que se recuperará mais lentamente da crise, já que um de seus principais motores econômicos, o turismo, depende muito da recuperação da demanda externa, especialmente dos Estados Unidos e da Europa, que foram os que mais sofreram com a crise que "explodiu" em 2008.
Em 2013, a economia dos países do arco caribenho cresceu em média 2,4%, menos que nos dois anos anteriores, embora a antecipada recuperação econômica dos países desenvolvidos possa impulsionar o turismo e, indiretamente, outros setores.
A previsão da ONU para o Caribe é de um crescimento de 3,3% para 2014 e de 3,8% para 2015.
20/01/2014
Decreto altera norma em atividades aduaneiras
O novo texto estabelece que o regime de admissão temporária para utilização econômica terá vigência máxima de cem meses.
A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda em exercício, Dyogo Oliveira, assinaram decreto que altera a regulamentação da administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior, prevista no Decreto 6759/2009.
Entre as mudanças, o novo texto estabelece que o regime de admissão temporária para utilização econômica terá vigência máxima de cem meses.
Por esse regime, os bens admitidos temporariamente no País ficam sujeitos ao pagamento dos impostos federais, da contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação, proporcionalmente ao seu tempo de permanência no território aduaneiro.
O decreto ressalta que esse prazo de cem meses não se aplica ao Repetro, regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens destinados às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural.
08/01/2014
Movimentação de carga subiu até 40%
O ano passado representou, mais uma vez, superação para as metas dos dois portos cearenses localizados na Capital e em São Gonçalo do Amarante. Enquanto o Pecém, segundo a Cearáportos, chegou a dezembro de 2013 com 6,3 milhões de toneladas e movimentou 40% mais cargas que em 2012, os dados da Companhia Docas do Ceará informam que o Mucuripe movimentou 4,9 milhões de toneladas e acresceu em 10,43% o registrado no ano anterior.
Com a segunda etapa de ampliação em curso, o Pecém teve no granel sólido o maior trânsito de cargas, o qual ficou em 1,8 milhão de toneladas. Em seguida "granel líquido (1,7 milhão de toneladas), carga contêinerizada (1,6 milhão de toneladas) e carga geral, com um milhão.
Já o porto da Capital, onde são descarregados os combustíveis enviados pela Petrobras aos postos, teve no granel líquido a maior significação em volume de cargas movimentadas. Ao todo, foram 2,5 milhões de toneladas dele. O granel sólido chegou a 1,3 milhão de toneladas e a carga geral a um pouco mais de 1 milhão de toneladas.
Mais importações
Os números divulgados ontem pelas administradores dos dois terminais também apontaram que a movimentação de cargas via mar, no Ceará, devem-se mais às importações, sejam elas de longo curso ou de cabotagem - transporte de cargas entre portos do mesmo país.
Para o Mucuripe, do total de 4,9 milhões de toneladas, 4,5 milhões foi de importações. O montante representou um incremento de 11,30% para a importação. Entre os trajetos, o maior crescimento foi da cabotagem, que aumento em 14,19% em relação aos produtos vindos de outros estados para o Ceará. A longo curso ficou abaixo, mas também cresceu em 6,99%. No Porto do Pecém, no que diz respeito às importações, "a movimentação foi de 2,1 milhões de toneladas de combustíveis minerais, 897 mil de produtos siderúrgicos e 410 mil de cimento". "Nas importações por cabotagem, os produtos siderúrgicos contribuíram com 89 mil toneladas, os cereais com 80 e o cimento com 31", afirma nota da Cearáportos.
Exportações
As exportações de produtos pelos portos do Ceará cresceram em patamares menores no ano passado. No porto de Fortaleza, os produtos enviados para fora do Estado tiveram um aumento de 0,95% entre 2012 e o ano passado, ao atingir 383,9 mil toneladas - onde a cabotagem teve crescimento de 3,26% e o transporte a longo curso caiu 1,79% no período.
Sem revelar os índices de crescimento, a nota da Cearáportos afirma que "os principais produtos exportados na cabotagem foram combustíveis minerais (290 mil t), cimento (72 mil) e máquinas e materiais elétricos, com 49 mil t". "No transporte de longo curso foram exportadas 379 mil t de combustíveis minerais, 176 mil de frutas e 83 mil de minérios", completa.
Posto da Antaq no Pecém
Após a implantação da nova lei dos portos, o terminal portuário do Pecém deve receber um posto avançado da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No entanto, a data, segundo explicou o chefe da regional Fortaleza do órgão, Aldo Albuquerque, não pode ser estimada porque o concurso para admissão dos novos funcionários ainda não foi aprovado pelo Ministério do Planejamento.
O objetivo de instalar o posto avançado, segundo disse Aldo Albuquerque, é para "garantir a qualidade do serviço portuário" a partir de parâmetros estabelecidos pelo poder público. "Temos que garantir que haja serviço adequado dos operadores portuários e a proximidade de um posto avançado garante mais isso", afirma o chefe.
Atualmente, apenas o porto de Santos, no estado de São Paulo, tem data para receber um posto da Antaq, no próximo dia 20 de janeiro. Além dele, completam a lista os portos de Manaus (AM), Santarém (PA), Macapá (AP), Itaqui (MA), Itajaí (SC) Imbituba (SC), Suape (PE), Aratu (BA), Rio de Janeiro, Itaguaí (RJ), Rio Grande (RS) e o Porto do Pecém (CE).
Fonte: Diário do Nordeste
06/01/2014
MDIC espera superávit no comércio exterior em 2014
Secretário do ministério disse que governo trabalha com expectativa de exportações em 2014 no patamar dos últimos dois anos.
O secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, afirmou quinta-feira passada, 02, que ele apostaria em um resultado de superávit comercial em 2014.
Depois de apresentar algumas expectativas para o ano que se inicia, Godinho afirmou que o principal fator para o comércio exterior em 2014 é a demanda externa, sobretudo da União Europeia, China e Estados Unidos.
O secretário disse, ainda, que o governo trabalha com expectativa de exportações em 2014 no patamar dos últimos dois anos. Em 2013, as vendas externas somaram US$ 242,2 bilhões, uma queda de 1% em relação a 2012, quando foram de US$ 242,6 bilhões.
Ele estima que o Brasil terá maior exportação e menor importação de petróleo em 2014. Em 2013, a menor produção de petróleo e o maior consumo de combustíveis levou a déficit na conta petróleo, que aumentou de US$ 5,379 bilhões em 2012 para US$ 20,277 bilhões em 2013.
O secretário atribuiu a menor produção de petróleo em 2013 à parada para manutenção de plataformas e refinarias. Segundo ele, há uma queda natural na produção de poços mais antigos e ponderou que a exploração de novos poços - e inclusive do pré-sal - mudará a dinâmica. "Isso vai melhorar resultados da produção", concluiu.
O consumo maior de petróleo, segundo o secretário, se deve ao aumento da frota de veículos no País, além do uso desse transporte para escoar safra recorde. Ele lembrou, ainda, que o baixo nível de reservatórios das hidrelétricas tornou necessário o uso das térmicas, resultando em maior consumo de petróleo e derivados.
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