Blog do Ari
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Não é tão complicado...
30/09/2016
ROI faz toda a diferença | Notícias | Reed Exhibitions Alcantara Machado Movexpo ROI faz toda a diferença 23/09/2016 Helena Paes Por Ari Bruno Lorandi Quando uma empresa realiza investimentos, qualquer que seja a natureza dos gastos, naturalmente ela busca sempre return on investment (ROI em inglês) ou seja, retorno sobre o investimento. Não é a palavra em si que faz dif...
22/09/2016
Será que não existe político honesto? Agora é o candidato Rafael Greca envolvido com problemas
A Folha de São Paulo niticou que a Fundação Cultural de Curitiba —subordinada à prefeitura da cidade— apura o desaparecimento de 12 obras de arte originalmente pertencentes a um museu municipal, a Casa Klemtz.
Uma das suspeitas da instituição é que parte desse acervo esteja numa chácara do ex-prefeito Rafael Greca (PMN), que lidera a disputa pela prefeitura contra o prefeito Gustavo Fruet (PDT), que tenta a reeleição.
Essa suspeita nasceu da comparação dos itens desaparecidos com fotos publicadas pelo próprio Greca nas redes sociais. Oito anos após o desaparecimento das peças, que ocorreu quando Greca era prefeito, ele exibiu em sua página em rede social imagens externas e internas da chácara São Rafael, propriedade de sua família (foto abaixo).
Três móveis expostos na rede social coincidem, em descrição e imagens, com os objetos desaparecidos em 1995: uma cristaleira ("étagère") e dois lavatórios, sendo um deles do século 19.
Consultada pela Folha sobre a semelhança das obras e após a confrontação de fotos de arquivos com postagens de Greca na rede social, a fundação afirmou que "há indícios fortíssimos" de que sejam as mesmas peças.
Na quarta-feira (21), a Prefeitura de Curitiba entraria com uma ação judicial para recuperação desses bens.
Greca era prefeito em 1995 quando a fundação do município comprou a Casa da Família Klemtz na cidade.
Dias depois, uma restauradora informou à fundação cultural o desaparecimento das peças, entre eles um lavatório do século 19. A fundação foi informada, então, que a peça fora retirada para tratamento de conservação.
Em 1998, após sair da prefeitura, Greca e sua mulher posaram para uma revista diante da chácara. Atrás do casal, estava um lavatório.
Em 2001, a fundação cultural fez um relatório registrando o desaparecimento das peças. Em 2013, um relatório da Diretoria de Patrimônio Cultural e Artístico da Fundação Cultural afirma que "dos 29 itens do acervo, doze estão desaparecidos".
"Existe o registro, com fotos e descrição, dos itens desaparecidos do acervo. Ressaltamos que outros documentos, do ano de 1995, constantes no relatório, já mostravam preocupação com o sumiço de móveis do acervo público da Casa Klemtz", diz a fundação, segundo a qual os objetos são "artísticos-históricos de valor inestimável".
Procurado, Greca afirmou, por intermédio de sua assessoria, que desconhece o desaparecimento de acervo em sua gestão. Ele disse estranhar que o caso venha à tona a dez dias das eleições.
Greca disse ainda que o mobiliário de sua casa são objetos de herança, sendo os mais expressivos declarados à Receita. Sobre as peças, Greca diz que "se há semelhança é de estilo do mobiliário da época, comum nas residências tradicionais de Curitiba, grande centro de produção moveleira".
"Os móveis de madeira de estilo eclético eram copiados diferentes vezes por um mesmo artesão. Os de ferro eram reproduzidos pela fundição Mueller", diz a nota.
22/09/2016
Beneficiários do Bolsa Família já doaram quase R$ 16 milhões a candidatos nestas eleições
Em meio à grave crise econômica, pessoas que recebem – ou deveriam receber – recursos do Bolsa Família para escapar da linha da miséria parecem estar com a vida um pouco melhor do que a informada nos cadastros do governo.
Até esta semana o Tribunal Superior Eleitoral identificou 16.708 beneficiários do Bolsa Família que fizeram doações para campanhas eleitorais. Ao todo, eles injetaram 15.970.436 reais no pleito.
Fazendo uma média, cada um desses cidadãos que vive em situação de extrema pobreza doou 955 reais.
Considerando que o benefício médio do Bolsa Família é de 176 reais, as doações acenderam a luz amarela na Justiça Eleitoral.
O presidente do TSE, Gilmar Mendes, irá entregar nesta tarde os dados das doações para o ministro Osmar Terra, responsável pelo Bolsa Família.
Com isso, investigações serão feitas pelo ministério do Desenvolvimento para saber se o beneficiário possui outras rendas e não deveria estar recebendo recursos do Bolsa Família e, também, pela Justiça Eleitoral, com o objetivo de apurar se o cadastrado no programa social não está sendo usado como laranja para a lavagem de doações.
(Informação do Maurício Lima)
14/09/2016
Assédio sexual
Um episódio lamentável ocorreu no estande da Bom Pastor, na feira realizada no Rio Grande do Norte. Uma recepcionista do estande denunciou assédio sexual, depois de receber uma mensagem no WhatsApp de um funcionário da referida empresa. A atitude gerou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia de Natal e o funcionário da Bom Pastor foi intimado a dar esclarecimentos na DP.
A mãe da recepcionista mostrou a mensagem, confirmando a proposta e acusou publicamente o diretor da empresa de assédio à sua filha. E a maior irritação da mãe foi o fato do diretor ter desaparecido do local sem dar os devidos esclarecimentos.
É lamentável que este tipo de situação continue ocorrendo, o que só faz prejudicar a imagem da empresa, no caso a Bom Pastor. Com certeza a empresa tomará a medida mais correta para minimizar o problema, que é a imediata demissão do funcionário que enviou a mensagem.
05/09/2016
O que eu vi de positivo no PIB negativo Saiu hoje (31) mais um PIB negativo, o que não é mais novidade, afinal o último PIB trimestral positivo foi o do 4º tri de 2014. O do 2º tri de 2016 caiu 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Todos os índices são negativos, inclusive da Agropecuária, que sofreu contração de 2,0%.…
05/09/2016
Agora eu acredito Tem espaço para uma agenda positiva
22/06/2016
Tributo a uma vítima do sistema
Imagine um empreendedor que há 42 anos gerava empregos não para dezenas, mas para centenas de pessoas, o que significa igual número de famílias (nos melhores tempos chegou a empregar 2.100 funcionários) de Rio Claro, uma cidade com pouco menos de 200 mil habitantes no interior de São Paulo. Este empresário, que tem nome e sobrenome, enfrenta as mesmas dificuldades de todos os demais empreendedores existentes no País: crises econômicas frequentes, dificuldades de toda ordem, uma legislação trabalhista que torna o empresário refém dos seus empregados que só têm direitos, enquanto os empregadores só têm responsabilidades e obrigações...
E quando a maior crise da história da empresa exige medidas mais drásticas e, ao mesmo tempo, reciprocidade de quem sempre foi beneficiado, o que acontece? Nada de redução de jornada de trabalho, disseram os trabalhadores, respaldados pelo sindicato. E por certo, nada de crédito, disseram os bancos, os mesmos que em tempos de vacas gordas certamente tiveram vantagens em operações com esta empresa.
E vieram as demissões, forçadas pelos mesmos que não abriram mão de parte das vantagens com emprego, e agora sem qualquer vantagem, desempregados. Foram 240 nos últimos dias. Medida tão difícil de ser tomada que levou o empresário ao hospital, com princípio de infarto. E o desfecho não poderia ser mais trágico e, ao mesmo tempo, tão simbólico: O empresário Luiz Antonio Scussolino, de 66 anos de idade, cometeu suicídio, no interior da fábrica que ele construiu e lutou para mantê-la por décadas. Sem dúvida um gesto desesperado, mas de muito simbolismo. Foi lá, na sua fábrica, que ele a fez nascer, que Luiz Antonio escolheu para sair desta vida.
O que nos resta, neste drama, é confortar a família e esperar que os empresários deste País sejam reconhecidos por tudo o que fazem. E que quando chegar a conta, não acabem tendo que pagar sozinhos.
Móveis inteligentes
Dia 23 estive no Recife fazendo uma palestra no lançamento da Movexpo 2017. O tema foi: Cinco Nichos que a Indústria de Móveis deve Aproveitar. Um destes nichos é o de móveis inteligentes. Neste vídeo tem um pouco do que falamos:
01/06/2016
Consumo das famílias, um problema recorrente
O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou variação negativa de 0,3% na comparação entre o primeiro trimestre de 2016 e o quarto trimestre de 2015, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. É o quinto resultado negativo consecutivo nesta base de comparação. Na comparação com igual período de 2015, houve contração do PIB de 5,4% no primeiro trimestre do ano, oitava queda seguida nesse tipo de comparação.
Veja mais no http://www.blogdoari.com.br
Blog do Ari ARI BRUNO LORANDI, Jornalista profissional com 40 anos de atuação.
10/05/2016
"Bolsa empresário" pode ser revista por Temer
Economistas apoiam a iniciativa e lembram que o conjunto de benesses dadas pelo governo a diversos setores da economia é pesado
O governo do vice-presidente Michel Temer, que possivelmente assumirá nesta semana, estuda rever uma categoria de gasto público que disparou nos últimos anos: os benefícios concedidos ao setor empresarial. Economistas apoiam a iniciativa e lembram que o conjunto de benesses dadas pelo governo a diversos setores da economia, uma espécie de "bolsa empresário", no jargão de alguns especialistas, é pesado. Vai custar, apenas neste ano, cerca de R$ 270 bilhões aos cofres do governo federal.
Trata-se de um valor monumental. Para se ter ideia, representa mais de dez vezes o valor destinado ao Bolsa Família, cujo orçamento anual está em R$ 28 bilhões, e mais que o dobro do déficit primário do governo, estimado em R$ 120 bilhões neste ano.
A DÍVIDA
O governo nunca teve dinheiro para financiar o PSI (Programa de Sustentação de Investimentos). Para levantar os recursos, vendeu títulos públicos na praça pagando até 14,5% (Selic). Esse dinheiro foi repassado ao BNDES a uma taxa que variou entre 5% e 7% (TJLP). Só essa diferença de juros deu R$ 184 bilhões de defasagem, no final de 2014.
Mas o governo decidiu que, em vez de pagarem pelo menos o mesmo que o BNDES, as empresas tomadoras de empréstimos teriam juros de até 2,5%. O Tesouro teria então de cobrir essa diferença, fazendo a "equalização".
Por praticamente quatro anos, no entanto, o governo ficou sem pagar a equalização ao BNDES, um atraso conhecido como "pedalada". Só no final de 2015, quitou cerca de R$ 30 bilhões.
OS TOMADORES
Mais de 315 mil empresas brasileiras de diversos setores tomarem dinheiro do Programa de Sustentação de Investimentos, conhecido por “Bolsa Empresário”. Do setor moveleiro foram 891 empresas. O maior financiamento concedido à uma indústria de móveis foi de R$ R$ 47.879.401,50 tomados pela Kappesberg (Móveis K1 Ltda), empresa de Tupandi-RS.
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