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● Guerra na Ucrânia agrava problemas com dívida de países africanos
A guerra na Ucrânia agravou a situação de muitos países africanos já complicada pela pandemia de Covid-19 na gestão da dívida externa, sendo urgentes mecanismos internacionais para fazer o reestruturamento, afirmou hoje Guillaume Chabert, do Fundo Monetário Internacional (FMI).
As dificuldades com o pagamento da dívida externa já existiam antes de 2020, admitiu o director adjunto do departamento de Estratégia, Política e Revisão do FMI, mas o fim da Iniciativa para a Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) do G20 no final de 2021 fez voltarem as pressões sobre a liquidez dos países.
Se a pandemia de covid-19 exacerbou os desafios daqueles países, "o endurecimento das condições financeiras no mundo devido à normalização da política monetária pelos Estados Unidos, mas também a guerra na Ucrânia, pioraram [a situação]", vincou Chabert, referindo a disrupção no comércio e o aumento de preços.
O responsável falava no 'webinar' sobre "Sustentabilidade da dívida africana e necessidades de financiamento", organizado pelo centro de estudos Chatam House.
O economista francês adiantou que os pagamentos da dívida externa em 2022 vão superar os nível pré-pandemia, pois, com o fim do DSSI, os países têm não só de aumentar os pagamentos mas também pagar maturidades que foram diferidas em 2020.
Segundo o FMI, entre os 36 países africanos elegíveis para DSSI, 21 estão actualmente classificados como de alto risco ou em sobreendividamento.
"Alguns vão precisar de reestruturamento da dívida e vamos precisar de um mecanismo funcional. (...) Progressos são necessários urgentemente", defendeu Chabert, sugerindo que o instrumento que substitui o DSSI, o Enquadramento Comum para a Reestruturação da Dívida, seja estendido a outros países que não elegíveis para o DSSI, mas que também têm grandes desafios com a dívida.
A Rússia lançou em 24 de Fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 549 mort
Navio de guerra dos EUA provoca a China em Taiwan. Míssil russo atinge embarcação japonesa
O contratorpedeiro USS Lassen, destroyer classe Arleigh Burke da frota norte-americana no Paífico
Cresce a tensão mundial no seguimento da invasão da Rússia à Ucrânia. Um míssil russo atingiu um navio de carga japonês ao largo da costa ucraniana. Enquanto isso, um navio de guerra dos EUA entrou no mar de Taiwan, território que a China reclama como seu.
Numa altura em que o mundo receia o deflagrar de uma terceira guerra mundial, há
sinais preocupantes
de que a situação na Ucrânia pode descambar, nomeadamente alastrando até Taiwan.
Quando se teme que a
China pode aproveitar a acção russa para invadir Taiwan
, um navio de guerra norte-americano entrou no estreito da ilha numa acção que pode ser vista como uma ameaça pelos chineses.
O francês Le Figaro
repara
que o
USS Ralph Johnson
atravessou pela segunda vez, neste ano, o “sensível estreito de Taiwan” que a China reclama como seu território. Este estreito separa a ilha da China continental.
A marinha norte-americana já confirmou que o navio de guerra fez uma “passagem de rotina” por
“águas internacionais e de acordo com a lei internacional”
O ministro da Defesa de Taiwan também fez questão de confirmar a presença do navio, salientando que “supervisionou totalmente as suas actividades” e notando que as acções decorreram
“perto das nossas águas e do nosso ar”
A China vê as navegações estrangeiras no estreito como
um atentado à sua soberania
, mas a posição dos EUA e de outros países é que esta zona é aberta a todos por se tratarem de águas internacionais.
Não é a primeira vez que os norte-americanos passam pelo estreito, mas o incidente toma
proporções mais graves à luz da tensão na Ucrânia
e dos receios de que a China possa tomar uma posição de força contra Taiwan.
Guerra de Putin pode ser “rápida, brutal e extraordinariamente destrutiva” (e Taiwan pode ser a Donetsk da China)
Ao terceiro dia de guerra na Ucrânia contra a invasão russa, a capital Kiev amanheceu após uma
noite marcada por mísseis, tiroteiros e explosões
Um
míssil atingiu um prédio residencial
, provocando ferimentos em 35 pessoas, incluindo duas crianças.
Esta manhã ficou ainda marcada pelos apelos do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que
pediu aos seus cidadãos para defenderem Kiev
e à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyn, para
decidir agora a adesão da Ucrânia à União Europeia
Soube-se, também, esta manhã, que
Zelensky recusou a ajuda dos Estados Unidos da América para sair do país
, alegando que "precisa de munições" e não de "uma boleia".
Numa altura em que
mais de 120 mil pessoas já abandonaram
o país,
a maioria através da fronteira com a Polónia
, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, revelou que, dos 40 portugueses que querem sair da Ucrânia,
15 já pediram ajuda às autoridades portuguesas
Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre o conflito na Ucrânia:
15h34-Governo sueco apela à exclusão da Rússia de todas as provas desportivas
O governo sueco apelou hoje a uma
exclusão da Rússia de todas as competições desportivas
, em resposta à invasão da Ucrânia iniciada na madrugada de quinta-feira por ordem de Vladimir Putin.
15h33-Polónia denuncia em Berlim "egoísmo de betão" dos países ocidentais
O primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, denunciou hoje em Berlim
"o egoísmo de betão" de vários países ocidentais
, entre os quais a Alemanha, pedindo sanções "esmagadoras" após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
15h33-Suécia junta-se à Polónia e recusa jogar contra a Rússia
A Federação sueca anunciou, em forma de comunicado emitido através das plataformas oficiais ao início da tarde deste sábado, que
recusa defrontar a Rússia nos playoffs de apuramento para o Campeonato do Mundo
, à imagem da posição assumida pela Polónia.
15h32-Volodymyr Zelensky
ANGOLA
Aulas terminam a 13 de Junho e ano escolar acaba a 25 de Julho
ANGOLA
O segundo período termina a 15 de Abril, o terceiro começa a 18 e termina a 25 de Julho. O próximo ano lectivo começa a 6 de Setembro.
Hermenegildo Ferreira18 de Fevereiro 2022 às 04:41

Foi publicado em Diário da República o novo calendário escolar, adaptado a uma nova realidade que resulta da aplicação das medidas de combate ao Covid-19. O decreto nº84/22 aplica-se às instituições públicas, públicas-privadas e privadas, e aos níveis de educação pré-escolar, ensino primário e secundário dos subsistemas de educação, ao ensino geral, educação de adultos, ensino secundário técnico- profissional e ensino secundário pedagógico do subsistema de formação de professores. Deixa por isso de fora o ensino universitário, que tem uma outra tutela.
De acordo com o documento, as aulas do II trimestre estendem-se até 29 de Março, as provas trimestrais devem decorrer entre 30 de Março e 8 de Abril, as notas terão de ser publicadas até dia 14, sendo que a pausa pedagógica será de uma semana, entre 8 e 16 de Abril.
As aulas do III trimestre começam a 18 de Abril, as provas trimestrais devem ser feitas entre 13 e 21 de Junho e as notas devem ser publicadas até 24 de Junho. Já relativamente as classes de exames, as provas orais terão lugar entre 23 e 27 de Junho e os exames escritos entre 29 de Junho e 7 de Julho.
Todas as notas deverão ser divulgadas até 13 de Julho, sendo que entre 20 e 22 de Julho se realizarão os exames de recurso e as provas especiais, devendo a classificação e publicação das pautas ser feita até 23 de Julho.
O documento publicado no Diário da República orienta que a entrega de certificados, que tem sido uma das maiores queixas dos encarregados de educação todos os anos, deve ser feita até
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