Mambos Rijos

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14/09/2021

Uma mulher matou a filha, de cinco anos, por orientação de uma quimbandeira, a quem recorreu com o objetivo de ficar rica, informou esta segunda-feira o Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província angolana da Huíla.

De acordo com o chefe de Departamento de Informação e Análise do SIC na Huíla, José Miúdo, o crime foi praticado no domingo e a mulher foi detida esta segunda-feira, depois de uma denúncia.

José Miúdo, citado pela agência noticiosa angolana, Angop, referiu que a suspeita, de 26 anos, recorreu há algum tempo aos serviços de uma quimbandeira, para solicitar prosperidade.

O oficial sublinhou que a mulher recebeu orientação para sacrificar um dos seus três filhos.

Segundo José Miúdo, cerca das 5 horas de domingo, no interior da sua residência, na localidade de Tchinhara, comuna do Cusse, município de Caconda, a suspeita estrangulou a filha, a segunda de três irmãos, de sete e dois anos.

09/09/2021

ANGOLANO APANHADO NO AEROPORTO DE LISBOA COM TESTE COVID FALSO
Jackson Leandro Lucas João apresentou um teste forjado à chegada a Lisboa. SEF participou o caso ao Ministério Público.
Um cidadão angolano com passaporte diplomático foi apanhado, esta quarta-feira, a tentar entrar em Portugal com um teste negativo à covid-19 falsificado. Depois de receber o resultado negativo de um teste, feito já no aeroporto de Lisboa, foi autorizado a entrar no país. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) participou o caso ao Ministério Público.

O voo da United Arab Emirates tinha chegado a Lisboa, vindo do Dubai, às 12h45. Como habitualmente, os passageiros dirigiram-se ao controlo de passaportes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). E foi aí que, apurou a SÁBADO, Jackson Leandro Lucas João, um cidadão angolano com passaporte diplomático, entregou várias folhas ao inspetor de fronteira.

Quando recolheu os papéis, o funcionário do SEF deparou-se com dois te**es, ambos com a mesma data, mas com resultados diferentes: um negativo e outro positivo. "Quando o questionou sobre aquelas folhas ele ficou atrapalhado e não soube responder", relata à SÁBADO.

06/09/2021

Secretário-Geral da ONU pede fim da violência

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, exortou todos os afegãos a pararem de imediato com a violência no país, num relatório enviado este fim-de-semana ao Conselho de Segurança da organização

Apelo ao fim imediato da violência, ao respeito pela segurança e pelos direitos de todos os afegãos e ao cumprimento das obrigações internacionais do Afeganistão, incluindo todos os acordos internacionais a que o país aderiu", escreveu Guterres num documento a que a agência de notícias francesa AFP teve hoje acesso.

"Exorto os talibãs e todas as outras partes a darem provas da máxima contenção para a protecção de vidas e para garantir a satisfação das necessidades humanitárias", acrescentou o Secretário-Geral da ONU no mesmo documento, que foi elaborado no âmbito da renovação do mandato da missão das Nações Unidas no Afeganistão, que termina em 17 de Setembro.

Os talibãs, que tomaram o poder no Afeganistão nas últimas semanas, afirmaram ontem que ganharam terreno no vale de Panshir, último grande reduto da resistência armada que têm no país.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a crise humanitária no Afeganistão atinge 18 milhões de pessoas, ou seja, metade da população.

O programa de resposta humanitária da ONU no Afeganistão só tem 38% de financiamento assegurado, pelo que a organização precisa, com urgência, de mais 800 milhões de dólares (cerca de 675 milhões de euros), segundo o relatório de António Guterres citado pela AFP.

Os talibãs conquistaram Cabul e o poder no Afeganistão em 15 de Agosto, culminando uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da NATO.

As forças internacionais estavam no país desde 2001, no âmbito da ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o regime extremista (1996-2001), que acolhia no seu território o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, principal responsável pelos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

A tomada da capital pôs fim a uma presença militar estrangeira de 20 anos no Afeganistão, dos Estados Unidos e dos seus aliados.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Secretário-Geral da ONU pede fim da violência

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, exortou todos os afegãos a pararem de imediato com a violência no país, num relatório enviado este fim-de-semana ao Conselho de Segurança da organização

Apelo ao fim imediato da violência, ao respeito pela segurança e pelos direitos de todos os afegãos e ao cumprimento das obrigações internacionais do Afeganistão, incluindo todos os acordos internacionais a que o país aderiu", escreveu Guterres num documento a que a agência de notícias francesa AFP teve hoje acesso.

"Exorto os talibãs e todas as outras partes a darem provas da máxima contenção para a protecção de vidas e para garantir a satisfação das necessidades humanitárias", acrescentou o Secretário-Geral da ONU no mesmo documento, que foi elaborado no âmbito da renovação do mandato da missão das Nações Unidas no Afeganistão, que termina em 17 de Setembro.

Os talibãs, que tomaram o poder no Afeganistão nas últimas semanas, afirmaram ontem que ganharam terreno no vale de Panshir, último grande reduto da resistência armada que têm no país.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a crise humanitária no Afeganistão atinge 18 milhões de pessoas, ou seja, metade da população.

O programa de resposta humanitária da ONU no Afeganistão só tem 38% de financiamento assegurado, pelo que a organização precisa, com urgência, de mais 800 milhões de dólares (cerca de 675 milhões de euros), segundo o relatório de António Guterres citado pela AFP.

Os talibãs conquistaram Cabul e o poder no Afeganistão em 15 de Agosto, culminando uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da NATO.

As forças internacionais estavam no país desde 2001, no âmbito da ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o regime extremista (1996-2001), que acolhia no seu território o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, principal responsável pelos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

A tomada da capital pôs fim a uma presença militar estrangeira de 20 anos no Afeganistão, dos Estados Unidos e dos seus aliados.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Escolas preparadas para alunos com deficiência

Todas as escolas devem estar preparadas para receber alunos com deficiência e adaptar-se às necessidade dos mesmos, afirmou, ontem, o responsável pela área do Ensino Especial do Gabinete da Educação de Luanda.

João Capunji Francisco, que falava, ao Jornal de Angola, sobre as incidências do ensino especial, no ano lectivo 2021/2022, que começou, oficialmente, na quarta-feira, referiu que a política de inclusão escolar recomenda que as instituições de ensino recebam os alunos e criem as condições necessárias para as suas deficiências.

"São as escolas que devem estar preparadas para acolher esses alunos e adaptarem-se à condição do aluno", afirmou o responsável, insistindo que as instituições de ensino devem procurar tudo fazer para a inclusão dos discentes, construindo, por exemplo, rampas, aquisição de máquinas de braille, apoio psicopedagógico e outros. João Capunji informou que, a nível de Luanda, existem cerca de seis mil e 90 alunos com deficiência, com maior incidência para os com deficiência auditiva e intelectual.

"A criança deve ir à escola, trabalhar as suas capacidades e valências, não deve ser guardada em casa", exortou, sublinhando que, apesar da deficiência, amanhã ela pode ser útil à sociedade.

Mais de cinco mil alunos com deficiência estão no ensino particular, revelou o presidente da Associação Nacional do Ensino Particular (ANEP). António Pacavira informou que a ANEP vai envidar esforços para sensibilizar os associados, para que, nos próximos anos, haja uma redução nas propinas dos alunos com deficiência.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Golpe de Estado na República da Guiné

O Presidente da Guiné-Conakry, Alpha Condé, foi, ontem, detido em Conacri, na sequência de um Golpe de Estado, liderado pelo chefe das Forças Especiais, Mamady Doumbouya, que terá contado com a cumplicidade dos seus homens.

Num vídeo posto a circular nas redes sociais, pode ver-se Alpha Condé sentado numa cadeira, de camisa aberta e descalço, rodeado por militares armados, deixando perceber que estava impedido de se movimentar e que teria sido apanhado de surpresa.

No vídeo podia ainda ouvir-se uma pessoa a perguntar ao Presidente se ele havia sido agredido, não se ouvindo qualquer resposta.

Às oito horas da manhã local, a France Press citava residentes de Conacri que diziam que tiros de armas automáticas foram ouvidos no Centro da capital e que muitos soldados eram visíveis nas ruas. Nenhuma explicação foi inicialmente disponibilizada sobre as razões para esta tensão na península de Kaloum, no Centro de Conacri, onde estão localizadas a Presidência, instituições e escritórios comerciais. As autoridades não falaram sobre esta situação.

No início da tarde, Mamady Doumbouya pôs a circular nas redes sociais uma declaração onde assumia que estava a liderar a situação, garantindo que tudo estava "sob controlo”. Na mesma declaração, o líder do golpe anunciava que a situação política e económica do país, bem como a inoperatividade das instituições republicanas e a instrumentalização da Justiça "levaram as forças armadas a assumirem as suas responsabilidades para com o povo”.

Mamady Doumbouya anunciava a dissolução do Parlamento, Constituição, Governo e o encerramento das fronteiras.

Antigo legionário integrado nas Forças Armadas Francesas, Mamady Doumbouya criou as Forças Especiais da Guiné, com as quais conseguiu uma independência face ao Exército Regular que lhe permitiu agora dar este Golpe de Estado sem que exista conhecimento de que tenha sido alvo de qualquer tipo de resistência.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Contas "fantasmas" atrapalham execução orçamental do Estado

A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, disse, na manhã desta segunda-feira (6), em Luanda, existir ainda muito dinheiro fora do controlo do Estado face ao elevado número de contas bancárias, umas autorizadas e outras não de organismos públicos, à margem da Conta Única do Tesouro (CUT).

Vera Daves fez estas afirmações no workshop sobre o "Sistema de Controlo Interno", de iniciativa da Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE), que se prolonga até amanhã, em formato virtual (plataforma Zoom) e presencial (na Escola Nacional da Administração e Políticas Públicas).

De acordo com a ministra, é preciso atacar em bloco às infracções de ter-se património financiado com dinheiro do Estado, mas não registado em nome deste.

Para tal, Vera Daves pede transparência e responsabilidade aos gestores públicos, lembrando ser fundamental que as lideranças de hoje não comprometam o futuro da geração de vindoura.

Como defendeu, na prelecção "Infracções às Regras Orçamentais", que fez no workshop, a única forma de travar ciclos viciosos é responsabilizar quem pratica os actos que violem as normas estabelecidas.

"Temos de assegurar o controlo interno dos organismos públicos e a melhor forma é a prestação de contas", disse.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

África com mais 368 mortes e 18.745 infetados nas últimas 24 horas

África registou 368 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 199.500 o total de óbitos desde o início da pandemia, e 18.745 novos infetados, de acordo com os dados oficiais mais recentes.

Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de casos no continente é de 7.910.086 e o de recuperados é de 7.143.322, mais 67.585 nas últimas 24 horas.

(Ver notícia completa na página do facebook: www.facebook.com/mambosrijoss)

Retirado e adaptado do Notícias ao Minuto, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Executivo destaca aposta na alfabetização

O Executivo reafirmou este sábado (4) a aposta no processo de ensino de adultos (alfabetização) como forma de garantir a escolarização de todos os angolanos.

Numa mensagem em alusão ao Dia Internacional da Alfabetização, a assinalar-se a 8 deste mês, o Ministério da Educação (MED) diz que apesar das restrições impostas para fazer face a prevenção e combate à pandemia da Covid-19, a aposta é levar o processo a todos os recantes do país para permitir o acesso ao sistema de ensino e aprendizagem a todos os cidadãos, sem excepções.

Assim, o MED destaca a implementação do Plano de Acção Para Intensificação da Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (Plano EJA-Angola 2019 - 2022).

O plano implementa três projectos, designadamente, a erradicação do analfabetismo em Angola, redução do atraso escolar no ensino primário e secundário, bem como na formação profissional e orientação vocacional.

Os últimos dados indicam que, em 2020, 4 milhões de cidadãos, em Angola, perderam as aulas de alfabetização e recuperação escolar devido à pandemia da Covid-19.

"Estes jovens e adultos, com baixa ou nenhuma habilidade de leitura e escrita, tendem a ser mais vulneráveis na gestão da sua saúde, trabalho e vida”, refere a mensagem.

A perspectiva, em 2020, era alfabetizar cerca de 500 mil cidadãos, tal como aconteceu em 2019, mas infelizmente as aulas foram interrompidas devido à Covid-19.

O processo de alfabetização de adulto tem duração de quatro meses e os da categoria pós alfabetização são de 18 meses divididos em duas etapas.

A de alfabetização em Angola teve início em 1976, lançada pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto. Nessa altura, o país contava com um índice de analfabetismo da população economicamente activa estimado em 85 por cento, sendo que hoje está na ordem dos 24 por cento.

O Dia Internacional da Alfabetização foi instituído em 1967 pela UNESCO.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

06/09/2021

Secretário-Geral da ONU pede fim da violência

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, exortou todos os afegãos a pararem de imediato com a violência no país, num relatório enviado este fim-de-semana ao Conselho de Segurança da organização

Apelo ao fim imediato da violência, ao respeito pela segurança e pelos direitos de todos os afegãos e ao cumprimento das obrigações internacionais do Afeganistão, incluindo todos os acordos internacionais a que o país aderiu", escreveu Guterres num documento a que a agência de notícias francesa AFP teve hoje acesso.

"Exorto os talibãs e todas as outras partes a darem provas da máxima contenção para a protecção de vidas e para garantir a satisfação das necessidades humanitárias", acrescentou o Secretário-Geral da ONU no mesmo documento, que foi elaborado no âmbito da renovação do mandato da missão das Nações Unidas no Afeganistão, que termina em 17 de Setembro.

Os talibãs, que tomaram o poder no Afeganistão nas últimas semanas, afirmaram ontem que ganharam terreno no vale de Panshir, último grande reduto da resistência armada que têm no país.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a crise humanitária no Afeganistão atinge 18 milhões de pessoas, ou seja, metade da população.

O programa de resposta humanitária da ONU no Afeganistão só tem 38% de financiamento assegurado, pelo que a organização precisa, com urgência, de mais 800 milhões de dólares (cerca de 675 milhões de euros), segundo o relatório de António Guterres citado pela AFP.

Os talibãs conquistaram Cabul e o poder no Afeganistão em 15 de Agosto, culminando uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da NATO.

As forças internacionais estavam no país desde 2001, no âmbito da ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o regime extremista (1996-2001), que acolhia no seu território o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, principal responsável pelos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

A tomada da capital pôs fim a uma presença militar estrangeira de 20 anos no Afeganistão, dos Estados Unidos e dos seus aliados na NATO, incluindo Portugal. Os talibãs adiaram no sábado, novamente, o anúncio do seu Governo, cuja composição deverá dar o tom para os próximos anos no Afeganistão.

Retirado e adaptado do Jornal de Angola, 6 de setembro de 2021

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