Byou Rapper
Podre rouba pobre porque rico da medo😱
Artista de música 🎶
Compositor
Byou Rapper/943086710
29/06/2025
POR ANOS, O HOMEM MAIS PROCURADO DO PLANETA SUMIU DO MAPA. FORAM 10 ANOS DE CAÇADA
Em 11 de setembro de 2001, Osama bin Laden Tere Bin Laden entrou na história como o arquiteto do maior ataque terrorista contra os EUA 🇺🇸.
2.977 pessoas mortas.
Aviões ✈️ comerciais transformados em armas. Nova York, Washington e o mundo inteiro em choque. No mesmo dia, o nome dele foi gravado no centro da mira da CIA.
O Talibã o protegia no Afeganistão 🇦🇫 , e os EUA 🇺🇸 invadiram o país semanas depois. Mas Bin Laden desapareceu. Por anos, sumiu da face da Terra. Rumores, áudios, vídeos antigos — mas nada sólido.
Era como caçar um fantasma.
Em 2010, a CIA seguiu uma pista esquecida: o mensageiro de confiança de Bin Laden, conhecido como Abu Ahmed al-Kuwaiti. Um nome que aparecia em interceptações, mas que até então ninguém conseguia localizar.
Até que ele cometeu um erro. Em 2010, foi visto dirigindo um Corolla branco na cidade de Abbottabad, no Paquistão.
Os agentes o seguiram até uma casa fortif**ada: sem internet, sem telefone, com muros de 5 metros e arame farpado.
Três famílias moravam ali.
E uma delas nunca saía.
A CIA apostou: era ele. A casa f**ava a poucos quilômetros da academia militar do Paquistão. Uma espécie de West Point local. Isso complicava tudo. Se Bin Laden estivesse ali, era provável que o governo paquistanês soubesse — ou estivesse fechando os olhos.
O presidente Barack Obama foi informado. Os analistas diziam que havia 50% de chance de ser Bin Laden Osama Bin Laden. Nada mais. Nenhuma foto.
Nenhum DNA. Apenas o padrão de comportamento: um homem alto, que caminhava sob o teto. Isolado. Em silêncio. O tipo de silêncio que só quem tem muito a temer consegue manter.
Obama autorizou o plano: uma operação cirúrgica com a unidade mais letal dos EUA 🇺🇸 — o SEAL Team Six. Eles treinaram em maquetes da casa. Estudaram rotas, voos, gramados, sombras.
Dois helicópteros 🚁 Black Hawk modif**ados, furtivos. Nenhuma notif**ação ao Paquistão 🇵🇰.
Nenhuma margem para erro. Se desse errado, seria um desastre diplomático.
Se desse certo, seria a justiça de uma década.
A missão foi marcada para 1º de maio de 2011. Eles não iam prender Bin Laden Osama Bin Laden made 7 horcruxes
A ordem era clara: matar!. À 1h da manhã, os helicópteros 🚁 cruzaram o espaço aéreo paquistanês voando rente ao solo, sem serem detectados.
Quando chegaram à casa, um dos helicópteros caiu ao tentar aterrissar, devido ao calor e à turbulência. Os operadores escaparam.
A missão seguiu. Os SEALs invadiram o complexo, explodiram portas, varreram os cômodos. Gritos. Tiros. Crianças 🧒 em choque.
Em um quarto do terceiro andar, encontraram um homem alto. Ele não estava armado. Mas não se rendeu. Levaram 40 minutos para limpar o complexo.
Um dos tiros acertou o alvo entre os olhos. Era Osama bin Laden.
Seu corpo foi carregado até o helicóptero restante. Os documentos, computadores e HDs da casa foram recolhidos. Fotos foram tiradas.
A identif**ação inicial veio pelo rosto e pela altura. Mas o DNA seria a prova final. Quando os SEALs decolaram com o cadáver, o mundo ainda dormia.
O corpo foi levado ao porta-aviões USS Carl Vinson. Lá, foi lavado, envolto em pano branco e jogado ao mar, com ritos islâmicos, a mando do governo americano 🇺🇸 .
Uma forma de evitar que o túmulo virasse altar de martírio. Enquanto isso, no Salão de Situação da Casa 🏡 🏠 Branca, Barack Obama Barack Obama Fans, Joe Biden Joe Biden, Hillary Clinton Hillary Clinton e os principais conselheiros assistiam à missão em tempo real, via transmissão sem áudio.
A foto histórica da sala — com Hillary The world of Hillary Clinton cobrindo a boca — foi tirada nesse momento.
Às 23h35, Obama Barack Obama: Our President & His Legacy foi à TV e disse: “Esta noite, posso anunciar ao povo americano e ao mundo: Osama bin Laden está morto.” O país explodiu em euforia. Milhares foram às ruas.
As luzes do Ground Zero acesas. O ciclo estava encerrado. A reação internacional foi complexa. Paquistão ficou humilhado.
Disse que não sabia da presença de Bin Laden, mas ninguém acreditou. Como o homem mais procurado do mundo vivia por anos a poucos metros da maior escola militar do país? Foi a pergunta que ficou no ar. A Al-Qaeda confirmou a morte dias depois.
O DNA bateu. E documentos achados no local mostraram que Bin Laden ainda atuava nas sombras — planejando atentados contra trens, aviões e alvos ocidentais. Sua morte foi um golpe de imagem e estrutura.
Mas não o fim do terrorismo A operação levantou debates éticos: era legal matar sem julgamento? E violar o território de um país aliado? Mas para os EUA, nada daquilo era diplomacia — era acerto de contas.
O 11 de setembro não foi só um ataque. Foi uma cicatriz aberta. E Bin Laden era o rosto dessa ferida. Não foi preso. Não foi exibido.
Não virou troféu. Foi eliminado no escuro, enterrado no fundo do mar, sem rastro. Para que ninguém mais o transformasse em símbolo. Foi justiça
20/03/2025
CIDADE DA CHINA: BAIXOS SALÁRIOS OBRIGA TRABALHADORES A PASSAR A NOITE AO LONGO DOS PASSEIOS DEFRONTE AO LOCAL DE TRABALHO - «SALÁRIO NÃO CHEGA PARA APANHAR TÁXI PARA VOLTAR EM CASA E DIA SEGUINTE ESTAR AQUI 7H30, O CHINÊS QUER TE VER 7:30 SEM ATRASO»
Os baixos salários, que não permitem pagar o transporte para idas diárias a casa, obrigam dezenas de trabalhadores das empresas instaladas no interior do centro comercial Cidade da China, em Luanda, a pernoitar ao longo dos passeios em frente ao local de trabalho.
Afinal porque preferem passar às noites ao relento? A resposta a essa questão vem dos
próprios trabalhadores que são encontrados em cada madrugada e, nesta madrugada de segunda-feira, para terça-feira desta semana, um dia como outro qualquer para as dezenas de pessoas nestas condições, revelaram-nos tudo.
"Ficamos aqui porque vivemos longe e com o
que ganhamos não dá para ir e vir", contou
Damião Simão, jovem de 29 anos que trabalha
como ajudante de venda numa das lojas.
Com todos aqueles que o Novo Jornal procurou falar, todos os que aceitaram fazê-lo – alguns preferiram não se expor –, contam a mesma história, apontam as mesmas razões para a opção de dormir ali e justif**am com o mesmo argumento: o salário obriga a fazer opções duras.
Salários esses que andam, em média, entre os 50 e os 80 mil kwanzas.
Mas há outras questões laborais desconformes com a lei vigente no país, porque a maior parte destas pessoas não tem "direito" a folgas ou feriados, sequer fins-de-semana, o que os obriga a faltar dois ou três dias por mês, implicando isso cortes no já de si exíguo salário.
"Eles não pensam que temos de descansar no
mês, nós é quem temos, com base na fadiga,
que tirar um ou dois dias... para ir ver a
família", descreveu Euclides Fernando, mais
uma história de vida que parece uma cópia de
todas aquelas das pessoas estendidas nos
passeios, sobre papelões e cobertas por
mantas dos pés à cabeça.
"Para os patrões chineses o que conta é estares na hora de entrada, às 07:30, e trabalhares. Se f**ares doente, tiveres óbito ou outra situação qualquer que te impeça de estar no local de trabalho, és descontado sem contemplações", revelam os mais corajosos.
Perguntados se trabalham sob contrato,
dizem, na maioria, que não e salientam que as
empresas chinesas não celebram contratos, o
que também não percebem.
Asseguram por outro lado que esta situação também se deve ao facto de as empresas terem sido inspeccionadas pelas autoridades exigindo melhoria das condições de trabalho, o que nunca chegou a ser feito pelos proprietários, incluindo na questão das
condições para pernoitar nos casos em que isso é exigido pelas especif**ações do trabalho.
Cidade da China foi inaugurada em 2017 e dispõe de uma expressiva área comercial, com 16 naves, que albergam mais de 400 lojas e uma zona residencial, com 30 prédios.
17/03/2025
Mas este julgamento então santo Deus!
01/03/2025
O presidente ucraniano Zelensky deixa os Estados Unidos recusando-se a assinar o memorando de entendimento de Trump sem garantias de segurança
Os últimos dias de Savimbi 🌍🇦🇴
Entre os dias 4 e 8 de Abril de 2001, a UNITA reuniu a sua direcção e militantes, para reflectir estratégias naquilo que veio a ser a sua 16ª conferência partidária cuja discussão atribuía-lhe particularidades de um congresso. O local escolhido seria a área de saluka, na nascente do rio Kunguene, um afluente do rio Luengue-bungo na província do Moxico. O reconhecimento militar e os preparativos da área coube ao chefe das operações das FALA, Abílio Kamalata “Numa”. Aquela foi a ocasião em que depois muitos quadros não voltariam mais a se ver.
No seguimento das suas recomendações, o Presidente da UNITA, Jonas Savimbi deu instruções a Missão Externa do seu partido para restabelecer contactos com o Embaixador Gambari, conselheiro de Koffi Annan, com o fito de fazer a eventual ponte de dialogo com o governo angolano. Entre Novembro e Dezembro de 2001, houve registros de encontros entre delegações da UNITA e da ONU em Nova York e Paris tendo o mesmo esforço se estendido junto da Comunidade de Santo Egidio de Roma.
As iniciativas de conversações da UNITA calharam numa altura em que as autoridades governamentais descartavam dialogo com Jonas Savimbi tendo o Presidente José Eduardo dos Santos atribuído a 17 de Dezembro daquele ano três cenários para por fim ao conflito armado: “Rendição de Savimbi, captura ou morte em combate”.
O discurso de JES foi entendido como indicação de que Jonas Savimbi estava sitiado. No preciso dia em que lança os “três cenários”, a coluna do líder da UNITA sofreu um ataque. Savimbi advertiu aos seus colaboradores que a sua coluna seria perseguida e entretanto decide tirar da mesma dois dirigentes, em estado debilitado, Alcides Sakala e Celestino Kapapelo. Instruiu um oficial da sua escolta, brigadeiro Kalulu pra que se encarregasse pelos dois quadros fazendo manobras para áreas mais seguras. Kapapelo que se recusara deixar a coluna presidencial acabou por morrer de fome a 4 de Fevereiro de 2002.
Há indícios de que terá sido este ataque que dificultaria doravante os movimentos de Jonas Savimbi. Varias pessoas da sua caravana f**aram desperdiçadas o que se pressupõem dizer que as FAA passariam a estar em poder de novas pistas sobre a presença da coluna presidencial naquela zona. O grupo do Brigadeiro Kalulu veio a sofrer outros ataques o que precipitou o anuncio, por parte da presidência angolana, de que Alcides Sakala estava morto.
Acentuou-se o cerco com registro da redução dos elementos que integravam as colunas. Alguns morreram de fome e outros vitimas de emboscas ou captura. Dois generais, Kufuna Yembe e Samuel Epalanga, antigo chefe da BRINDE terão se rendido. No ano a seguir, isto é, a 23 de Janeiro de 2002, António Dembo, o Vice Presidente da UNITA, fala a Voz da America (VOA) desvalorizando a detenção dos dois oficiais e nega que as tropas do Governo tenham alguma vez estado próximo da coluna de Jonas Savimbi: “Do meu lado sim, houve uma vez que estiveram perto de mim, mas da parte do Dr Savimbi, ou da coluna que andava com ele nunca”.
O discurso de António Dembo soava como um instrumento de diversão, com vista a materializar os princípios do general Sun Nzu, no manual ‘a arte da guerra’: “quando estas longe finge que estas perto e quando estas perto finge que estas longe”.
A esta altura o presidente da UNITA, havia deixado de falar a rádios estrangeiras desde Maio de 2001. Não falava ao telefone ou aos rádios de comunicação como medida preventiva de detenção/identif**ação da sua voz por meios electrônicos. Os contactos que mantinha com a hierarquia militar da guerrilha era por intermédio do seu vice chefe do EMG, das FALA, o general Samuel Kapinala “Samy” que por sua vez, repassava a mensagem aos comandantes militares. Os contactos mais personalizados eram por intermédio de um oficial das comunicações do seu gabinete, o tenente-coronel, Bartolomeu Alicerces “Kate Hama”. Savimbi f**ava do seu lado e dizia-lhe o que tinha que transmitir aos seus interlocutores. Falar ao telefone com Kate Hama era o mesmo que falar com o líder guerrilheiro.
Nesta época as autoridades angolanas apostaram na guerra electrónica. A partir da Alemanha houve compra de novos aparelhos de intercepção. Uma informação de inteligência, garante que as forças governamentais tiveram a seu dispor um especialista habilitado em imitar vozes. Através do mesmo entraram para a linha de rádios UHF de alguns comandantes militares da UNITA simulando orientações do alto comando da guerrilha.
Por mais de duas vezes, a coluna do general Esteves Pena “Kamy” notou terem recebido coordenadas de movimentação em que cujo ponto de estacionamento eram surpreendidos com disparos ou vultos de patrulhas das FAA. A certa altura, o grupo deixou de ter confiança, nas alegadas orientações dos seus camaradas acabando por se instalar em afluentes próximos a fronteira com a Zâmbia.
Uma semana antes do dia 22 de Fevereiro, o representante da UNITA em França, Isaías Samakuva recebeu, de Angola, um telefonema do tenente coronel, Kate Hame informando que o “mais velho” orientava que cessasse os contactos diplomáticos com a ONU. Na verdade, Kate Hama e um outro coronel, Kassique Pena, ambos das comunicações da coluna presidencial, tinham sido raptados a 2 de Fevereiro (data em que Savimbi f**a sem contacto). Desta vez, o telefonema estava a ser feito a partir de Luanda na presença do general Manuel Vieira Dias, chefe da casa militar da Presidência da Republica.
No entanto, no dia em que perdem o deputado Kapapelo, a coluna presidencial tem a primeira dispersão. Um major, Guido Junjevili que ia pegar água é subvertido e de seguida apresentado no programa “Nação Coragem” da TPA. Desde então as FAA passaram a ter informações mais precisas sobre a localização da coluna de Jonas Savimbi. O Presidente da UNITA decide proceder algumas manobras e convoca o Vice Presidente, Antonio Dembo, o Secretario Geral, Lukamba “Gato, o secretario para as relações externas, Alcides Sakala, e outros para irem ao seu encontro a fim de tomarem decisões defendidas na 16ª conferencia. Mais estes tardam a chegar devido ao cerco das FAA.
Na manha do dia 17 de Fevereiro, ao longo do rio luoli, uma unidade das FAA que desembarcava na parte leste com a Zâmbia interceptou pela retaguarda uma coluna da UNITA que mudava de base operacional. O comissário geral das FALA, Galliano da Silva e Sousa “Bula Matadi” que se encontrava na parte de trás da caravana recusou o apelo de rendição das FAA e acabou por ser atingido mortalmente. Ele e uma menina de 12 anos foram as únicas vitimas mortais.
Foi também atacada, uma caravana que levava civis para a Zâmbia provenientes do Huambo. O oficial que os dirigia era o general Ezequiel Chissende “Búfalo Bill”, chefe de uma unidade de inteligência clandestina. O mesmo saiu ferido e levado para o hospital do Luena onde viria falecer.
Neste mesmo dia (17) a coluna de Savimbi é abalada por mais uma dispersão em conseqüência de ataques. Perdem alguns operadores com realce a um senhor identif**ado por Bonga e o general Malungo “Kalias” Pedro, que são capturados nas áreas do rio Luzy. Jonas Savimbi, António Dembo, general Samy e a coronel “Aninhas” Sachiambo caminharam para sul enquanto que o general Abreu “Kamorteiro” é dado como desaparecido. Em função de manobras a coluna presidencial volta a ter outra dispersão no dia 19. A esposa, de Savimbi, “mãe” Catarina é dada como estando em paradeiro incerto. O grupo que acompanha Jonas Savimbi ficou reduzido em nove elementos, (um coronel “Quim”, um guarda, o cozinheiro, uma menina, a esposa do Vice Presidente Dembo, um responsável do controle aéreo, etc.) .
No vigésimo dia de fevereiro, juntou-se a coluna presidencial, o general Abílio Kamalata “Numa” acompanhado com mais 04 pessoas que andaram dispersas desde dia 18 no Luzy. A senhora Valentina Seke, esposa de Savimbi também estava neste grupo. Durante estes dois dias com o Presidente da UNITA, o general Numa desempenhou o papel de guarda e cobriu as tarefas de comandante da coluna presidencial.
Savimbi, decide, entretanto, ir ao encontro do general Dembo a fim de porem em marcha a reunião que convocara desde o dia 4 daquele mês. Ia travando “briefings” com os seus colaboradores que procuravam convencê-lo a chegar até a Zâmbia mas recusara por alegados princípios de luta.
Na manha do dia 22 de fevereiro, houve registro de fogo intenso nas margens do Rio Luio. Era o terceiro anel de segurança da coluna presidencial que estava a ser atacado. No cruzamento de fogo, foi atingido, o general Njolela Diamantino George “Big Jó” que tinha a fama de ser um dos melhores especialistas em explosivos das FALA. No seguimento, da sua morte, a unidade das FAA rompeu outro anel de segurança ao qual fazia parte, o brigadeiro José Mbule que é mortalmente atingido. A coluna de Savimbi acabaria por f**ar desprotegida. Estava, inclusive sem meios de comunicação. Dispunha apenas de um radio terra-ar.
Ao meio dia, o grupo de 13 elementos que acompanhavam, Jonas Savimbi atravessou uma chana e ao mesmo tempo passa um pequeno avião telecomandado que se supõe ser robô de reconhecimento do exército governamental. Na caminhada os guerrilheiros notam que na zona onde passavam, existiam três diferentes marcas de pisos de pessoas que terão, provavelmente, andado naquela área. Savimbi em si, calçava um par de botas de fabrico francês com piso especifico o que terá facilitado a sua identif**ação.
A área onde se encontravam era na proximidade de Cassamba, localidade adjacente ao Luvuei, um dos três afluentes do rio Lungue-Bungo. Entretanto, a coluna de Savimbi envia uma coluna de dois elementos entre os quais o coronel “Quim” para ir do outro lado do rio para entender o que se estava a passar. Os mesmos não tornariam a regressar mais (terão sido capturados ou fugido?). Minutos depois choveu um pouco (cerca de 10 minutos). Enquanto isso, a coluna mete-se no interior da mata onde acampam.
Por volta das 15 horas, Jonas Savimbi atende o pedido que lhe é feito pelo general Kamalata “Numa” para ir carregar as baterias do rádio, para poder escutar o relato do jogo do Sporting. As Forças governamentais chegam ao local onde Savimbi estava e pedem para que ninguém fugisse. O líder da UNITA que se encontrava na tenda levanta e de imediato ouvem-se tiros. Savimbi é atingido com sete balas (na garganta, cabeça, tronco, pernas e braços, e etc). Uns caem, outros como um capitão de identif**ação impressiva é capturado. Valentina Seke, a esposa, sai ferida para mais tarde ser levada para o hospital do Luena. Os militares das FAA aproximaram-se e acrescentaram mais balas ao corpo de Savimbi que estava estendido no chão. Neste, dia o líder da UNITA, estava sem a sua arma, o que descarta a hipótese de que tenha se suicidado na cruzada de fogo. Horas depois chegou um helicóptero que retirou o corpo daquela área.
Lukamba “Gato”, Alcides Sakala e Marcial Dachala que iam ao encontro do falecido escutam o comunicado das FAA anunciando a morte do líder da UNITA. O Vice Presidente, António Dembo, assume automaticamente a liderança da guerrilha e a 25 de Fevereiro comunica oficialmente aos comandantes militares sobre a morte do “velho”. Na mensagem conforta-os de que morte não era fim da UNITA e que se iriam prosseguir com a causa.
Entretanto, a coluna do comissário adjunto das FALA, Chipindo Bonga que marchava rumo a zona norte ao encontro do general Apolo Yakevela viria a receber uma mensagem (verbal) diferente atribuída a António Dembo. Apos a escuta da mensagem notam que o som provinha de um local com eco (Quando se fala a partir da sombra das arvores, não se produz eco). Identif**am que a voz não era a do seu Vice Presidente.
Na mesma senda, o grupo do general Lukamba “Gato” recebe uma mensagem do Chefe de Estado Maior, general Abreu “Kamorteiro” pondo ocorrente de novos dados de situação. O homem das comunicações identif**a que a voz do mesmo vinha acompanhada de eco o que levou a deduzir que a pessoa que falava do outro lado estava num local fechado que não poderia ser do interior da mata. O general “Karmoteiro”, que estava desaparecido desde o dia 17 de Fevereiro encontrava-se sob custodia das FAA. Há versões de que teria se rendido ou sido capturado.
Por conseguinte, na primeira semana de março, o general Lukamba “Gato” difunde uma mensagem a todos comandantes informando a morte do vice Presidente por complicações das diabetes e anuncia a criação da comissão de gestão. Ao mesmo tempo há em algumas frentes militares inquietações quanto ao futuro. Alguns comandantes optam por deitar os rádios como aconteceu como o general Kamy Pena que rumou para umas planícies próximas a fronteira com a Zâmbia.
Em Luanda, o general Fernando Miala do SIE, ao tomar conhecimento que o general Kamy Pena encontrava-se em território zambiano enviou para aquele país, o coronel Kassique Pena, irmão do mesmo para que o convencesse a abraçar o processo de paz em curso. Na advertência feita, foi deixado claro que o não regresso de Kassique Pena simbolizaria para as autoridades angolanas, união ao irmão para fins de prosseguimento da guerra, o que habilitaria as forças governamentais irem até aquele território para trazer os dois.
Tanto para o governo angolano como para os rebeldes era necessário apos a morte de morte de Antonio Dembo identif**ar uma nova liderança para dar por concluído o processo de paz. Era necessário preservar a direcção política da UNITA para que esta pudesse controlar os comandantes que estavam em outras zonas fora do Moxico no sentido de evitar bolsas de resistências (ou mais tarde banditismo em gesto de vingança do seu líder). Havia ainda frentes de combates que desconheciam o que se estava a passar. A coluna de artilharia das FALA que integrava o major Liberty Chiaka, na área do Luvuei, apenas soube da morte de Savimbi a 16 de Março. Da parte do governo, a ocasião era também oportuna no sentido de não humilhar o adversário com o fito de fazer a paz e obter ganhos políticos demonstrativos da dimensão da magnanimidade das autoridades.
Por José Gama.
Inicialmente publicado em 28/02/2010 no Club-K
21/02/2025
O presidente Trump de mostra um nível de desinformação assustadora.
Como pode um mediador chamar de ditador e ilegítimo uma das partes do conflito ?
E sendo a parte invadida e destruída e ver a Rússia como uma democracia ?
É gravíssimo isso🤫🤫
21/02/2025
NOSSO VOTO FOI UNITA!
Votamos na UNITA como Lider da Frente Patriótica Unida para que nos guiassem a atangir nossos anseios de Liberdade, Transparência e Democracia Plena. O Grupo Parlamentar da UNITA é e deve continuar coeso e com pessoas dispostas a trabalhar em prol destes desideratos.
Sob a Bandeira da UNITA elegemos 90 Deputados e queremos continuar a tê-los para que continuemos, Juntos, a trabalhar para a melhoria da vida de TODOS NÓS.
Assim, peço a Francisco Viana que largue o Parlamento conforme promessa feita em 2024. As Palavras têm de ter valor.
21/02/2025
UNITA também já não aprende, até da raiva👎🏿
21/02/2025
Obrigado Donald Trump por nos livrar mais de uma dívida que não beneficiaria o pacato cidadão. Agora eles é que se viram com isso, já que é corredor podem transformar aquilo em pista de atletismo🤣🤣🤣
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