Reserva Araponga

Reserva Araponga

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Situada em Santa Rosa de Lima, Santa Catarina - Brasil

22/05/2026

🌿 Dia Internacional da Biodiversidade

Hoje celebramos a riqueza de formas de vida que tornam a Mata Atlântica um dos biomas mais importantes do planeta. Cada ave, anfíbio, mamífero, inseto e planta desempenha um papel essencial no equilíbrio dos ecossistemas.

A conservação da biodiversidade depende da proteção das florestas, dos rios e das espécies que vivem nesses ambientes. Na Reserva Araponga, o monitoramento de fauna ajuda a registrar e compreender essa diversidade, fortalecendo ações de conservação e educação ambiental.

Proteger a biodiversidade é proteger também o futuro das próximas gerações. 🌎💚

📸 Foto por Fábio Landmeier.

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🌿 International Day for Biological Diversity

Today we celebrate the richness of life forms that make the Atlantic Forest one of the most important biomes on the planet. Every bird, amphibian, mammal, insect, and plant plays an essential role in maintaining ecosystem balance.

Biodiversity conservation depends on protecting forests, rivers, and the species that inhabit these environments. At Reserva Araponga, wildlife monitoring helps document and understand this diversity, strengthening conservation and environmental education efforts.

Protecting biodiversity also means protecting the future of the next generations. 🌎💚

📸 Photo by Fábio Landmeier.

15/05/2026

🪶 Pequenos gigantes em modo de economia

Você sabia que beija-flores não hibernam? Para sobreviver ao enorme gasto de energia, essas aves entram diariamente em um estado chamado torpor. Durante a noite, sua temperatura corporal pode cair de cerca de 40°C para 18°C, enquanto os batimentos cardíacos desaceleram drasticamente.

Esse mecanismo permite conservar energia até o amanhecer, quando retomam sua intensa rotina de voo e alimentação. E que rotina! Voando em linha reta, beija-flores pequenos alcançam de 47 a 74 km por hora — uma verdadeira máquina de velocidade em miniatura.

Uma estratégia impressionante para um dos menores e mais ativos habitantes da floresta: muito turbo durante o dia, e economia total à noite.

📸 Foto de João Gava Just, tirada durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🪶 Tiny giants in energy-saving mode

Did you know hummingbirds don't hibernate? To survive their enormous energy demands, these birds enter a daily state called torpor. At night, their body temperature can drop from about 40°C to 18°C, while their heart rate slows dramatically.

This mechanism helps conserve energy until sunrise, when they resume their intense routine of flight and feeding. What a routine! Flying in a straight line, small hummingbirds reach 47 to 74 km per hour — a true speed machine in miniature.

An impressive survival strategy for one of the forest's smallest and most active inhabitants: full turbo during the day, full energy saving at night.

📸 Photo by João Gava Just taken in wildlife monitoring at Reserva Araponga.

05/05/2026

🪶 Sons da Reserva: Quem estava cantando?

No áudio da semana passada, muitos sons ecoavam pela floresta… mas o protagonista era o Tinamus solitarius, o emblemático macuco! 🐦🌿

Ave terrícola, robusta e discreta, o macuco caminha silenciosamente pelo sub-bosque da Mata Atlântica, geralmente próximo a riachos bem preservados. Seu canto característico, com assobios espaçados como “fruu”, pode ser mais fácil de ouvir do que de localizar — uma estratégia que ajuda a confundir predadores.

Espécie tímida e ameaçada pelo desmatamento, o macuco é um importante símbolo das florestas primárias conservadas.

📸 Vídeo registrado durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🪶 Sounds of the Reserve: Who was singing?

Last week’s audio featured many forest sounds… but the main singer was Tinamus solitarius, the iconic solitary tinamou! 🐦🌿

A robust and secretive ground-dwelling bird, the solitary tinamou quietly walks through the Atlantic Forest understory, usually near well-preserved streams. Its characteristic spaced whistles, like “fruu,” are often easier to hear than to locate — an evolutionary strategy that helps confuse predators.

Shy and threatened by deforestation, this species is an important symbol of well-preserved primary forests.

📸 Video recorded during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

28/04/2026

🎧 Sons da Reserva: você reconhece esse canto?

No áudio de hoje, temos uma ave discreta e emblemática da Mata Atlântica… será que você consegue adivinhar qual é? 🐦

💡 Dica 1: vive no chão da floresta, caminhando silenciosamente pelo sub-bosque.
💡 Dica 2: seu canto é composto por assobios espaçados, difíceis de localizar na mata.

Conta pra gente nos comentários: quem está cantando? 👇

📸/🎥 Áudio registrado durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🎧 Sounds of the Reserve: can you recognize this call?

Today’s audio features a secretive and iconic Atlantic Forest bird… can you guess which one? 🐦

💡 Tip 1: it lives on the forest floor, quietly walking through the understory.
💡 Tip 2: its call consists of spaced whistles that are difficult to locate in the forest.

Tell us in the comments: who’s singing? 👇

📸/🎥 Audio recorded during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

19/04/2026

🐸 Guardiã dos riachos da Mata Atlântica

A Rã-das-corredeiras (Hylodes meridionalis) é um pequeno anfíbio endêmico da Mata Atlântica, vivendo exclusivamente em riachos e cascatas de águas limpas nas encostas florestadas do sul do bioma. Sua presença está diretamente ligada a ambientes bem conservados.

O gênero ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, mas essa espécie tem distribuição mais restrita, associada à Serra Geral. Muitos registros vêm de áreas de floresta preservada, reforçando sua importância como indicadora de qualidade ambiental.

A construção de barragens pode representar uma ameaça, tornando essencial o monitoramento e a conservação desses habitats.

📸 Foto por Ivo Rohling Ghizoni Junior durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🐸 Guardian of Atlantic Forest streams

Torrent Frog (Hylodes meridionalis) is a small frog endemic to the Atlantic Forest, living exclusively in clean-water streams and waterfalls on forested mountain slopes in the southern portion of the biome. Its presence is closely tied to well-preserved environments.

The genus occurs from Espírito Santo to Rio Grande do Sul, but this species has a more restricted distribution, associated with the Serra Geral. Many records come from preserved forest areas, highlighting its role as an indicator of environmental quality.

Dam construction can pose a threat, making monitoring and habitat conservation essential.

📸 Photo by Ivo Rohling Ghizoni Junior during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

12/04/2026

🪶 Sons da Reserva: Quem está cantando na floresta?

Esse som marcante é do Ramphastos dicolorus, o tucano-de-bico-verde! Com cerca de 42 a 48 cm, grande parte do seu tamanho vem do bico — verde, serrilhado e com detalhes avermelhados. Seu papo amarelo também chama atenção.

Sua vocalização é inconfundível, com sequências de “äk”, “rrät” e “rräit”, que ecoam pela floresta. Machos e fêmeas são muito semelhantes, sem dimorfismo sexual.

📸 Foto por Valnerio Assing durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🪶 Sounds of the Reserve: Who’s singing in the forest?

This striking call belongs to the Ramphastos dicolorus! Measuring around 42 to 48 cm, much of its size comes from its large bill — green, serrated, with reddish details. Its yellow throat is also very distinctive.

Its vocalization is unmistakable, with sequences like “äk”, “rrät”, and “rräit” echoing through the forest. Males and females look very similar, with no sexual dimorphism.

📸 Photo by Valnerio Assing during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

04/04/2026

🎧 Sons da Reserva: você reconhece esse canto?

Estreando a série Sons da Reserva, onde convidamos você a ouvir e descobrir quem vive por aqui 👂🌿

No áudio de hoje, temos uma ave bem característica da Mata Atlântica… será que você consegue adivinhar qual é? 🦜

💡 Dica 1: possui um bico grande e colorido, que chama muita atenção.
💡 Dica 2: é comum nas copas das árvores e tem vocalizações marcantes que ecoam pela floresta.

Conta pra gente nos comentários: quem está cantando? 👇

📸/🎥 Áudio registrado durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🎧 Sounds of the Reserve: can you recognize this call?

We’re launching the Sounds of the Reserve series, inviting you to listen and discover the wildlife around us 👂🌿

Today’s audio features a very characteristic Atlantic Forest bird… can you guess which one? 🦜

💡 Tip 1: it has a large, colorful bill.
💡 Tip 2: it lives in the forest canopy and has a striking, echoing call.

Tell us in the comments: who’s singing? 👇

📸/🎥 Audio recorded during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

Photos from Reserva Araponga's post 27/03/2026

🌿 Da sala de executivo para a floresta: Christian Döbereiner conta sua virada na FIESC

Que tal transformar conservação em ativo de negócio? Foi sobre isso que o nosso fundador Christian Döbereiner veio falar no Seminário “Créditos de Biodiversidade”, promovido pela FIESC em Florianópolis.

Com o título “De executivo de sustentabilidade a gerador de Créditos de Biodiversidade”, Christian compartilhou como a Reserva Araponga está na prática alinhando proteção da Mata Atlântica com novas oportunidades econômicas.

O evento reuniu representantes do setor produtivo para discutir como os créditos de biodiversidade podem gerar impacto positivo nos ecossistemas — unindo conservação ambiental e resultados de negócio.

Foi um papo inspirador e cheio de trocas sobre o futuro da economia da natureza. 🌱

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🌿 From the executive boardroom to the forest: Christian Döbereiner shares his journey at FIESC

What if conservation could become a business asset? That’s exactly what our founder Christian Döbereiner came to discuss at the “Biodiversity Credits” seminar organized by FIESC in Florianópolis.

With the talk titled “From Sustainability Executive to Biodiversity Credit Generator”, Christian shared how Reserva Araponga is putting into practice the alignment between Atlantic Forest protection and new economic opportunities.

The event brought together industry leaders to explore how biodiversity credits can drive positive environmental impact while delivering business results — a powerful conversation about the future of nature-based economies. 🌱

13/03/2026

Primeiro o mão-pelada de costas, agora a capivara fugindo! Alguém aí está de mal com a câmera? 😂

Nem sempre a fauna colabora com o melhor ângulo — e tudo bem! Esta capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) foi flagrada de costas, saindo em disparada, mas o registro foi o suficiente para confirmar mais uma espécie de mamífero na Reserva Araponga.

O clique é do condutor local e observador de aves Valnério Assing. Registros como esse mostram a importância de usar diferentes estratégias no monitoramento de fauna: armadilhas fotográficas, pegadas, busca ativa e até gravadores acústicos — que ajudam a detectar espécies mais discretas.

Cada registro conta. Mesmo quando o animal decide fugir da foto! 😉

📸 Foto: Valnério Assing.

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First the crab-eating raccoon from behind, now the capybara running away! Is someone here mad at the camera? 😂

Wildlife doesn't always cooperate with the perfect angle — and that's okay! This capybara (Hydrochoerus hydrochaeris) was caught on camera from behind, running off in a hurry, but the sighting was enough to confirm another mammal species at Reserva Araponga.

The photo was taken by local guide and birdwatcher Valnério Assing. Records like this highlight the importance of using different sampling methods in wildlife monitoring: camera traps, track identification, active searches, and even acoustic recorders — which help detect more elusive species.

Every record matters. Even when the animal runs away from the camera! 😉

📸 Photo: Valnério Assing.

06/03/2026

🦝 Monitoramento nível hard: primeiro a pegada, agora o rabo... Literalmente!!! 😅

O mão-pelada (Procyon cancrivorus), também chamado de guaxinim, é um mamífero reconhecido pela "máscara" escura ao redor dos olhos e pela cauda com anéis. Suas patas com dedos longos e pouca pelagem deram origem ao nome popular.

No primeiro monitoramento de mamíferos da Reserva Araponga, em 2022, encontramos apenas uma pegada da espécie. Agora, no monitoramento atual, finalmente conseguimos registrar um vídeo com armadilhas fotográficas!

O flagrante não veio exatamente no melhor ângulo — esses visitantes noturnos passaram correndo pela câmera — mas já foi suficiente para confirmar sua presença. Três mãos-peladas e nenhum rosto! 😅 Agora ficamos na torcida para que eles voltem… e desta vez posem melhor para a câmera!

📸 Vídeo registrado durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🦝 Monitoring level hard: first the footprint, now the tail! 😅

The crab-eating raccoon (Procyon cancrivorus) is easily recognized by its dark facial "mask" and ringed tail. Its long fingers with little fur gave rise to the Portuguese name mão-pelada ("bare hand").

During the first mammal monitoring at Reserva Araponga in 2022, we only found a footprint of the species. In the current monitoring cycle, however, camera traps finally captured a video record!

The animals didn't pass in the best angle — these nocturnal visitors rushed by the camera — but the footage was enough to confirm their presence. Three crab-eating raccoons and not a single face! 😅 Now we hope they come back and give us a better pose next time!

📸 Video recorded during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

27/02/2026

🖤 Caneleiro-preto: voz forte na orla da mata

O caneleiro-preto (Pachyramphus polychopterus) é uma ave da família Tityridae que mede cerca de 14–15,5 cm. O macho tem coroa, asas e cauda negras com linhas brancas bem marcadas; a fêmea é verde-olivácea com tons amarelados. Seu canto forte e sonoro — “djöit djöt-djöt-djöt…” — chama atenção na borda das florestas.

Alimenta-se principalmente de insetos, complementando a dieta com itens vegetais. Constrói ninhos em forma de bola de musgo no alto de árvores, muitas vezes ao lado de vespeiros.

📸 Foto: Valnerio Assing, durante o monitoramento de fauna na Reserva Araponga.

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🖤 White-winged becard: a strong voice in the forest

The white-winged becard (Pachyramphus polychopterus) is a small passerine (14–15.5 cm) known for its striking plumage and loud call — “djöit djöt-djöt-djöt…”. Males are black with bold white wing markings, while females are olive-green with yellowish underparts.

It feeds mainly on insects and builds a mossy, ball-shaped nest high in trees, often near wasp nests.

📸 Photo by Valnerio Assing during wildlife monitoring at Reserva Araponga.

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