Milda Quaria
Jornalista Investigativo
Activista Social-Defensora de Direitos Humanos e das Mulheres.
07/04/2026
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07/04/2026
7 de Abril — Dia da Mulher Moçambicana 🇲🇿
Hoje é dia de reflexão, mas também de celebração.
Celebrar a força, a coragem e a resistência de ser mulher em Moçambique.
Porque mulher não é objeto.
Não é só corpo.
É voz, é luta, é dignidade.
Avancemos juntas contra o feminicídio, a violência doméstica baseada no género, a violência sexual e o assédio que silenciam tantas de nós.
Hoje, abraçamos também as nossas irmãs do Norte de Moçambique, que há anos vivem sob o peso da guerra e do terrorismo, mulheres que, mesmo na dor, continuam a resistir.
Mulheres que levantam outras mulheres.
Mulheres que não se calam.
Mulheres que transformam.
Mulheres que choram com outras mulheres.
Você, mulher, merece respeito.
Merece valor.
E jamais deve permitir que a sua dignidade seja pisada.
Que este não seja apenas um dia.
Que seja um compromisso diário de luta, união e mudança.
Juntas somos mais fortes.
Juntas somos imparáveis. ✊🏾💜
Choramos por Cabo Delgado!😥
Choramos por todas vítimas de:
Terrorismo;
Feminicídio;
Violência Doméstica Baseada no Genero!
Violência sexual!
Assedio Sexual!
Ergue-te Mulher!!!✊✊
Milda Langa
17/11/2025
AMJIGE condena assassinato de Minézia e exige justiça
Leia a notícia completa no link publicado no primeiro comentário.
07/09/2025
Feliz aniversário minha filha amada, minha princesa Victória. Te amo muito amor.
29/08/2025
🥰
20/07/2025
*O Filho Que a Baía Pariu*
Por *Milda Langa, a Pedrinha do Integrity*
Se você nunca ouviu falar de Az-Khinera, então ou está longe da costa ou desligado da alma moçambicana. Porque em Moçambique, o nome dele ecoa mais alto que buzina de chapa em hora de ponta e mais forte que promessas em tempo de campanha.
Az-Khinera não é apenas um nome — é um movimento, uma vibração, uma bandeira cultural.
A música “Eu Sou da Baía” não é só uma canção. É um manifesto! É o som do bairro, o cheiro do mar, o sabor do karakata com nikutchi, da matapa com arroz de coco, da chiguinha, do thihove, do frango à zambeziana, da mukapata, do ipuiri e do papahi... É o gosto do que somos — um povo que sente, canta e resiste.
Quando Az-Khinera canta “Eu sou da Baía”, ele não está a falar só de geografia. Está a declarar uma identidade. Está a gritar com alma quente e voz firme:
> “Sou da resistência, da alegria, da luta e da comida feita com carvão e coração!”
Porque no fundo, todo moçambicano carrega uma baía — uma baía interior onde mora o orgulho, a história e a força da sobrevivência.
*De Natite ao Palco Nacional*
Az-Khinera não subiu de elevador. Subiu de escada — e ainda assim, levaram-lhe os degraus! Teve microfone cortado, shows ignorados, portas fechadas com o velho “vamos te ligar”... mas ele nunca se calou. Desde os tempos na Escola Industrial e Comercial de Pemba, Famalicão show, com sua guitarra às costas pelas ruas de Natite, ele já carregava a baía no peito e Moçambique na voz.
Hoje, ele é muito mais do que símbolo de Pemba — é estrela nacional. Aliás, internacional.
As suas letras? Falam de amor com ternura, da rua com realismo, da política com metáfora e da pobreza com melodia. Ele canta o que muitos têm medo de dizer — mas que todos sentem: somos todos da Baía.
*Az-Khinera: A Voz Que Embala Moçambique*
Se a Baía de Pemba tivesse voz, ela cantaria como Az-Khinera: com ritmo de resistência, com flow de liberdade, com swing de orgulho africano. E que fique claro: essa baía não é só para Cabo Delgado. Nem só para os pembenses.
É a terceira maior baía do mundo — de águas cristalinas que refletem a beleza, a força e a coragem de um povo inteiro. *A Baía é Moçambique. A Baía somos nós!*
Az-Khinera é o embaixador da nossa cultura, o guardião das raízes, o mensageiro da nossa gastronomia típica — aquela que faz a boca salivar só com o nome.
*Baía Não Se Cala. Baía Canta.*
O talento de Az-Khinera veio do povo e para o povo. Ele não precisou de passaporte para ser universal — precisou de coragem. De resistência. De persistência. De alma.
Entre as ondas da Baía, ele navega como um régulo moderno, levando o ritmo que faz o coração do país bater em uníssono.
Az-Khinera é a ponte entre o passado e o futuro. A ponte que liga Zumbo ao Índico, do Norte ao Sul.
Quando Az-Khinera solta a voz, ninguém f**a parado. Ele é a batida que pulsa forte no coração de Moçambique.
Ele não canta só músicas — ele canta Moçambique.
Az-canta. Az-encanta. E o povo agradece.
Porque quem tem voz, não pode se calar.
E quem tem baía... tem raiz. Eu sou Milda Langa, a Pedrinha do Integrity, que quebra o silêncio e faz o povo ouvir sua própria história. Porque quem tem voz, não pode se calar. E quem tem baía, tem raiz.
Eu sou da Baía.
Moçambique é da Baía.
*Milda Langa*
20/07/2025
📍O FILHO QUE A BAÍA PARIU
🎤 Az-Khinera não canta só músicas. Ele canta Moçambique.
Se nunca ouviste falar de Az-Khinera, talvez estejas longe da costa… ou desligado da alma moçambicana.
⚠️ Porque aqui o nome dele grita mais alto que buzina de chapa e mais firme que promessa de campanha!
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🎶 “EU SOU DA BAÍA”
Não é só uma música.
É um hino!
É cheiro de mar.
É sabor de karakata, matapa, nikutchi, chiguinha…
É alma quente.
É identidade.
É resistência.
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🔥 Az-Khinera subiu pela escada. Sem atalhos. Sem favor.
Levou microfone cortado.
Eventos negados.
Portas na cara.
Mas nunca calou a voz!
Desde os tempos da Industrial de Pemba e das ruas de Natite, com a guitarra no ombro, ele já carregava a Baía no peito.
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Hoje, ele é:
💥 Símbolo de Pemba.
💥 Estrela nacional.
💥 Voz internacional.
💥 O régulo dos ritmos que nos fazem dançar e pensar!
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🌊 A Baía de Pemba não é só para o Norte.
É para todos!
É a terceira maior do mundo.
É Moçambique em estado puro.
🥘 Az-Khinera é cultura.
🎤 É voz do povo.
🔥 É coragem em forma de música.
Ele não precisou de passaporte pra ser universal.
Precisou de talento, coragem e persistência.
Quando ele canta, não tem como f**ar parado.
Az-canta. Az-encanta. E o povo vibra.
Porque...
🎙️ Eu sou da Baía.
🇲🇿 Moçambique é da Baía.
Eu sou Milda Langa, a Pedrinha do Integrity, que quebra o silêncio e faz o povo ouvir sua própria história. Porque quem tem voz, não pode se calar. E quem tem baía, tem raiz.
Milda Langa
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