Kiyonga
Pessoas, Lugares, Culturas, Saberes e Outras Coisas.
Kiyonga é um lugar plural, de pensamento, mobilidade, diversidade e criatividade, tecendo outras narrativas sobre as culturas e as sociedades africanas e de africanos pelo mundo.
20/05/2026
Entre a cultura entendida como direito colectivo, defendida pela UNESCO; a cultura como recurso económico promovido por World Bank; as agendas de cidades inclusivas defendidas pela UN-Habitat; os debates sobre soberania cultural e desenvolvimento urbano presentes na União Africana; e a emergência de formas de governação algorítmica das cidades, quais futuros urbanos?
Um artigo de Maria Manjate para ler em https://kiyonga.com/2026/05/20/como-maputo-projecta-se-para-o-futuro-na-era-digital/
19/05/2026
"A partir das obras expostas e das reflexões partilhadas pelos curadores, compreende-se que, passados 15 anos da sua morte, Malangatana continua profundamente presente entre os artistas moçambicanos. A sua obra permanece actual, traduz angústias, silêncios, medos e anseios da sua gente. Ele também continua a dialogar com artistas contemporâneos e mais jovens, mesmo quando estes recorrem a outras linguagens, técnicas e símbolos para representar os dias de hoje."
Opinião de Eduardo Quive () para ler em https://kiyonga.com/2026/05/19/crepusculo-mocambicano-malangatana-e-o-sentido-colectivo-da-arte/
12/05/2026
“A obra leva-nos a reconhecer a pressão como parte activa da vida social, onde a pacificação colectiva permanece incompleta enquanto o indivíduo continuar a negociar a sua própria essência em nome de um prestígio que, no limite, o consome.”
A leitura de Fernanda da Lena à obra de Euclides dos Santos.
https://kiyonga.com/2026/05/12/a-gramatica-do-desgaste-em-sem-mascara-o-itinerario-de-um-sonhador/
04/05/2026
O filme «Ilha do Mato», realizado por alunos da Escola Secundária de Macossa, com idades entre os 14 e os 16 anos, apresenta uma abordagem em três perspectivas sobre as vivências de uma comunidade do interior de Moçambique: a guerra, a sexualidade e os saberes da comunidade.
Leia mais em
https://kiyonga.com/2026/05/04/fragmentos-de-um-mocambique-por-visualizar/
28/04/2026
“Estes volumes são ricos em epistemologia, história, antropologia, sociologia, ecologia, filosofia e uma série de saberes nascidos em experiências de luta na África Austral e saberes documentados em diferentes contextos, mostrando como Moçambique não é um país construido de monocultura. Moçambique é um cruzamento de diversidades que hoje assustam em várias partes do mundo”.
Texto: Jessemusse Cacinda ( )
Leia tudo em:
https://kiyonga.com/2026/04/28/o-legado-de-maria-paula-meneses-em-mocambique-e-o-sul-global-uma-perspetiva-das-epistemologias-do-sul/
07/04/2026
Chegou a Moçambique entre os séculos IX e X através de comerciantes árabes. No início era moeda de troca. Era símbolo de poder e de luxo. Com o tempo, deixou de ser apenas importada e passou a ganhar identidade local.
Leia mais em https://kiyonga.com/2026/04/07/afinal-capulana-para-que/
01/04/2026
Os cinco artistas seleccionados para a Residência Artística UPCYCLES, Mário Cumbana, Thandi Pinto e Délfio Muholove (Moçambique), Gilda Barros (Cabo Verde) e Maresa Nzinga Pinto (Angola) vão desenvolver durante as próximas semanas, os seus projectos em regime de imersão, com sessões de visionamento de arquivos, oficinas práticas e momentos de criação colaborativa.
Leia mais em https://kiyonga.com/2026/04/01/residencia-upcycles-arranca-fase-presencial-em-maputo/
01/04/2026
𝙅𝙖𝙡𝙚𝙞𝙖, 𝙤 𝙋𝙧𝙤𝙛𝙚𝙨𝙨𝙤𝙧
O que estamos a valorizar enquanto sociedade? Quem estamos a aplaudir? Quem estamos a tornar referência? Porque educar não é apenas transmitir conhecimento.
A crónica de Negro para ler em https://kiyonga.com/2026/04/01/jaleia-o-professor/
06/03/2026
"O outro lado de Vénus" reside na face oculta de quem faz do cuidado a sua mais inabalável fortaleza. Entre raízes e afectos, Mafalda Vasconcelos, devolve-nos uma divindade terrena que, ao proteger o seu próprio espaço, garante que a sua luz nunca seja eclipsada pelo tempo.
Por: Fernanda da Lena
Leia mais em: https://kiyonga.com/2026/03/06/o-outro-lado-de-venus-soberania-do-feminino/
24/02/2026
Luís Bernardo Honwana fala sobre "Lutar por Moçambique, hoje"
"Urge, portanto, arrepiar caminho e, com coragem, dar os passos necessários à re-legitimação do processo, devolvendo ao Estado a totalidade dos poderes e prerrogativas que lhe são próprios.
Não é eficaz proclamar a unidade (como condição indispensável para a vitória no nosso combate) quando nada fazemos para impedir que o país seja cada vez mais desigual!"
Leia mais em https://kiyonga.com/2026/02/24/luis-bernardo-honwana-nao-e-eficaz-proclamar-a-unidade-com-o-pais-cada-vez-mais-desigual/
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