Lara Borges
@nutricionistalaraborges
Nutricionista Clínica e Esportiva
24/04/2026
Pode parecer óbvio, mas na prática não é o que acontece
Aprender a comer não é sobre saber o que é saudável, ninguém discorda que coca e coxinha não é bom e nem que frango e brocólis grelhados fazem bem
Você não ensina uma criança a andar só explicando a teoria. Ela cai, levanta, testa, repete.
Comer é igual.
Tem gente que quer “aprender a comer melhor” evitando situações ou fugindo de confraternizações. Vai f**ar numa caverna? Não tem como
O mundo não para porque você resolveu mudar seus hábitos. Aprender a comer não acontece no isolamento. Acontece no mundo real.
É no churrasco.
É na viagem.
É no dia corrido que você não conseguiu fazer “o ideal”.
É quando você come mais do que gostaria e, ainda assim, decide continuar bem depois.
Aprender a comer é construir repertório.
Repertório emocional envolve entender o que é fome, o que é vontade, identif**ar gatilhos e aprender a dizer não sem medo de ser inadequada
Quem não come… não entra em contato com nada disso.
F**a só na teoria perfeita. Na dieta que funciona no papel. Na rotina que só existe quando tudo está sob controle.
Mas vida não é controle. Vida é adaptação.
E aqui vai o ponto que quase ninguém fala: Você não aprende a comer acertando sempre. Você aprende sabendo voltar.
Voltar depois de exagerar.
Voltar depois de um final de semana diferente.
Voltar sem punição, sem drama, sem “segunda eu começo”.
Porque quem sabe voltar… não se perde.
Então, talvez o problema não seja “você não consegue seguir”. Talvez seja que você nunca se permitiu aprender de verdade.
E aprender exige prática.
Prática exige exposição.
E exposição inclui imperfeição.
No fim, comer bem não é sobre fazer perfeito.
É sobre fazer possível de forma consistente o suficiente para sustentar uma vida inteira.
Porque quem não come… f**a dependente de regras.
Mas quem aprende a comer… ganha liberdade.
Proteína não é tudo igual e a escolha errada pode atrapalhar seu resultado
Não adianta bater meta de proteína achando que está “fazendo tudo certo” se você não olha pra QUALIDADE.
Porque não é só sobre quantidade. É sobre:
• Digestibilidade
• Perfil de aminoácidos
• Biodisponibilidade
• E o impacto metabólico que essa proteína gera no seu corpo
Um scoop de whey não é igual a um ultraprocessado “proteico”.
Um ovo não se comporta igual a uma proteína vegetal isolada mal combinada.
Seu corpo não lê rótulo. Ele lê informação
Ele responde ao que de fato consegue absorver e utilizar.
Se você quer resultado de verdade, seja estética, performance ou saúde metabólica precisa parar de fazer substituição com as vozes da sua cabeça e seguir o que foi proposto
Qualidade > quantidade.
Salva esse vídeo pra não esquecer disso na próxima refeição
Tomar suplemento de enzima na redução a sua produção natural
Na verdade, o que acontece é um processo chamado circulação enteropancreática de enzimas. Quando há sobra de enzimas no intestino, uma parte delas é absorvida intacta pela parede intestinal, transportada pelo sangue de volta ao pâncreas e recaptada para ser usada novamente na próxima refeição.
Portanto, a suplementação não deixa seu corpo preguiçoso, pelo contrário, ela ajuda a conservar as enzimas do próprio organismo e melhora a nutrição, o que pode até auxiliar o corpo a recuperar sua capacidade de produção natural
Não reduz
Na verdade, o que acontece é um processo chamado circulação enteropancreática de enzimas.
Quando há sobra de enzimas no intestino, uma parte delas é absorvida intacta pela parede intestinal, transportada pelo sangue de volta ao pâncreas e recaptada para ser usada novamente na próxima refeição
Por isso, a suplementação não deixa seu corpo “preguiçoso”, pelo contrário, ela ajuda a conservar as enzimas do próprio organismo e melhora a nutrição, o que pode até auxiliar o corpo a recuperar sua capacidade de produção natural 👏
15/04/2026
O que protege não é a droga em si, mas o raciocínio de quem a utiliza.
Nenhuma substância, fórmula ou estratégia é capaz de substituir o pensamento crítico, a individualização e a responsabilidade profissional. O verdadeiro fator de proteção está na capacidade de avaliar contexto, entender o paciente, pesar riscos e benefícios, interpretar sinais clínicos e tomar decisões com consciência.
A mesma ferramenta, nas mãos de alguém sem critério, pode causar dano. Nas mãos de quem pensa, estuda e sabe conduzir, ela se torna recurso. É por isso que não se trata apenas do que se usa, mas de como, por que, para quem e em qual momento se usa.
No fim, a diferença nunca esteve somente na droga. Está no conhecimento, no olhar clínico e no raciocínio de quem conduz.
E você, concorda comigo?
Quantas vezes o problema não está no recurso utilizado, mas na falta de critério de quem conduz?
Me conta a sua visão sobre isso nos comentários. Quero saber se você também acredita que o conhecimento e o raciocínio clínico sempre vêm antes da ferramenta.
O detalhe que muitas vezes era o que faltava no tratamento da disbiose
14/04/2026
A gente chega aonde a gente quer quando a gente faz o que precisa ser feito, e não apenas quando faz o que dá vontade.
Nem sempre o caminho até o resultado que desejamos é confortável. Muitas vezes ele exige constância, disciplina, renúncia e escolhas que no momento parecem pequenas, mas que, repetidas todos os dias, constroem algo grande.
O problema é que muita gente quer o destino, mas não quer sustentar o processo.
Quer a mudança, mas não quer mudar a rotina.
Quer o resultado, mas não quer passar pelas etapas que levam até ele.
A verdade é que o que nos leva para frente raramente é a motivação. É o compromisso com aquilo que sabemos que precisa ser feito, mesmo nos dias em que a vontade não aparece nem por reza braba.
É na repetição do básico, no cuidado diário, nas decisões silenciosas e consistentes que a transformação acontece.
O resultado não nasce do desejo sozinho. Ele nasce da soma das atitudes que você escolhe manter mesmo quando ninguém está vendo. É no cotidiano, e não na motivação.
No fim, a vida sempre responde aquilo que fazemos de forma consistente, não apenas ao que desejamos.
Faz sentido pra você
Mounjaro é pra usar pra sempre?
A resposta que ninguém gosta: depende.
O que precisa f**ar claro é que obesidade não é falta de vergonha na cara, nem “uma fase”.
É uma doença crônica, e doença crônica não se trata com pensamento mágico e nem solução temporária
Muita gente quer usar a caneta como se fosse aluguel de resultado: emagrece, devolve o medicamento e espera que o corpo siga fingindo que nada aconteceu.
Spoiler: o corpo não faz cosplay de memória curta.
Se durante o tratamento você não construiu rotina, massa magra, ajuste de proteína, sono e relação saudável com a comida, a chance de recuperar peso existe e não é pequena.
A caneta ajuda a reduzir fome, compulsão e aquele barulho mental constante sobre comida.
Mas quem sustenta o resultado não é a caneta.
É o que você faz quando ela te dá espaço para mudar.
Então não é sobre “usar pra sempre”.
É sobre entender se o seu caso pede tratamento de longo prazo, como qualquer outra condição metabólica.
Querer resultado permanente com mudança temporária é querer negociar com a biologia e você sempre perda nessa disputa
A caneta abre a porta. O estilo de vida decide se você permanece dentro.
SaúdeMetabólica NutriçãoFuncional
31/03/2026
A medicalização do emagrecimento virou o novo normal.
Só esquecemos um detalhe: remédio não ensina ninguém a comer, não muda comportamento, não mantém músculo e nem te ensina a manter resultado.
Os remédios para emagrecimento (mounjaro) são sim um avanço de extrema imporotância, quando usado de forma correta e pra quem precisa. Ele atua nos receptores de GLP-1 e GIP, ajudando no controle do apetite, glicemia e perda de peso.
Mas o que está acontecendo? Gente sem indicação usando como se fosse atalho e o pior SEM nenhum acompanhamento
E aí mora o problema.
Você perde peso rápido, posta foto, recebe elogio, acha que “deu certo”.
Só que por trás, muitas vezes, está acontecendo:
• perda de massa muscular
• metabolismo mais lento
• alterações hormonais
• ciclo menstrual desregulado
• efeito rebote esperando na esquina
Porque emagrecer peso na balança é uma coisa. Construir metabolismo saudável é outra.
Sem acompanhamento nutricional, o risco é pagar caro para alugar um resultado temporário. É como financiar um corpo que você não consegue manter depois.
E os juros ve em forma de reganho de peso, flacidez, cansaço, compulsão e metabolismo fragilizado.
O estudo SURMOUNT-4 mostrou justamente isso: ao interromper o tratamento, muitos pacientes recuperaram parte signif**ativa do peso.
Ou seja: o remédio pode abrir a porta, mas a nutri é quem constrói a casa.
O acompanhamento vem antes, durante e depois. Ajuste de rotina, estratégia, metabolismo, manutenção de massa magra, proteção do corpo
Emagrecimento de verdade não é peso caindo na balança, e sim, gordura baixando e músculo aparecendo
26/03/2026
Você não precisa de mais suplementos.
Você precisa de estratégia.
Vejo muita gente errando na ordem:
começa pelo “o que tomar”, sem nem ter organizado o básico.
Mas a verdade é simples e pouca gente quer ouvir:
suplemento não corrige base ruim.
Ainda assim, quando bem utilizados, eles podem ser grandes aliados no processo.
Os que eu mais utilizo na prática clínica com estratégia são:
– Proteína em pó: não é comodidade, é ferramenta. Principalmente para pacientes com baixo apetite ou dificuldade de bater proteína.
– Creatina: não é só performance. Preserva massa magra e protege o metabolismo, especialmente em déficit calórico.
– Complexo B (com foco em B12): essencial para energia, função neurológica e suporte em pacientes em uso de GLP-1.
– Zinco e magnésio: base para saciedade, sono, controle glicêmico e redução de compulsão.
– Probióticos e fibras: modulam a microbiota, reduzem inflamação e melhoram resposta metabólica.
Mas aqui está o ponto-chave:
Não é sobre sair tomando tudo.
É sobre saber quem precisa, quanto, quando e como usar.
Porque quando existe estratégia:
→ você potencializa os efeitos
→ reduz colaterais
→ melhora adesão
→ e sustenta resultado
Agora, sem base… nada disso se sustenta.
Quem usa errado tá fadado ao fracasso
O que constrói resultado não é medicamento, é a constância na rotina
Remédio não é o fim. É o meio
24/03/2026
Você decora um bolo sem ter feito um?
Antes de qualquer coisa, você pensa: o que eu preciso comprar? Farinha, ovos, leite, açúcar, fermento… o básico.
Você não começa pela cobertura. Você não escolhe a cereja antes do bolo pronto
Existe uma ordem, e nesse caso, alterar a ordem influencia sim no resultado. Pasme você rs
Agora deixa eu te fazer uma pergunta: por que, quando o assunto é o seu corpo, você ignora completamente essa lógica?
Vejo gente todos os dias preocupada com o “termogênico ideal”, com o suplemento da moda, com o protocolo X, com o hormônio Y… Mas a MASSA do bolo está completamente negligenciada.
E aqui vai a verdade: não existe cobertura que salve uma massa ruim.
Você pode colocar a melhor calda, o chocolate mais caro, a decoração mais bonita… Se a base estiver errada, o bolo vai ser ruim.
É exatamente isso que acontece com você!
A pessoa acorda e come pão com margarina e café com leite. No almoço, um hambúrguer ou qualquer coisa ultra processada. À noite, pizza, lanche ou “qualquer coisa rápida”.
E aí ela quer saber:
“o que eu posso tomar pra secar gordura?”
“qual suplemento ajuda a ganhar massa?”
Percebe o desalinhamento?
Não é sobre o que você precisa tomar.
É sobre o que você precisa parar de fazer.
E, principalmente, sobre o que você precisa priorizar.
A massa do bolo, na vida real, se chama: comida de verdade: carne, ovos, arroz, feijão, verduras, frutas...
E aí vem outra parte que pouca gente respeita: o tempo de forno.
Você não abre o forno antes da hora. Porque sabe que, se fizer isso, o bolo murcha.
No corpo é igual.
Você começa a comer melhor hoje e quer resultado amanhã.
Você não respeita o processo.
Quer resultado, mas não quer esperar.
Quer transformação, mas não sustenta o básico.
E sem tempo de forno, não existe consistência.
Sem consistência, não existe resultado.
E só depois que o bolo está pronto a cobertura é o detalhe.
Na sua vida, isso pode até ser um suplemento, uma estratégia específ**a, um protocolo mais avançado. Misso vem depois.
Então, se você sente que está perdido, confuso, sem resultado… talvez você só precise fazer uma coisa: voltar três casas.
Desconfie mesmo é de quem complica.
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com a figura pública
Telefone
Endereço
Curitiba, PR
80730-360