Grupo São João Paulo II - Paróquia da Nossa Sr.ª do Carmo

Grupo São João Paulo II - Paróquia da Nossa Sr.ª do Carmo

Comentários

Versão musicada do mais lindo poema do Papa João Paulo II! É uma verdadeira oração cantada. ❤️🙏❤️
Frei Marmiliano tbm esteve presente.
Você se lembra deste dia?
Do you remenber?
alguém se recorda?
Aqui acólitos?
Boa noite pessoal o senhor Jesus Cristo vos abençoe rica e poderosamente !!!!
Minino caro✍️🍇
Há temas que temos poucas oportunidades de ouvir. Por exemplo: - Como provar que Deus existe? - Se O Espírito Santo Procede do Pai e do Filho (Credo) é porque teve início. Como pode ser Deus? - Porque alguns pecados são chamados capitais? - Nos dias de hoje é possível conciliar a riqueza, poder com o cristianismo? Como? - O que é que todo cristão deve saber? Todas estas questões e outras serão respondidas na Semana de São Tomás de Aquino, de 04 á 08 de Setembro às 18h. Só perde quem não for. #TomasAquinizando a sociedade
O PERIGO DA FÉ QUE SE FUNDAMENTA EM SINAIS 1-) SIM, O MAL TEM PODER PARA OPERAR SINAIS MIRACULOSOS "A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira," 2 Tessalonicenses 2:9 2-) SIM, SATANÁS PODE USAR ATÉ O NOME DE JESUS PARA ENGANAR "Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, TRANSFIGURANDO-SE EM APÓSTOLOS DE CRISTO. E não é maravilha, porque o próprio SATANÁS SE TRANSFIGURA EM ANJO DE LUZ. Não é muito, pois, que OS SEUS MINISTROS SE TRANSFIGUREM em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras." 2 Coríntios 11:13-15 3-) SIM, OS MILAGRES DE SATANÁS SÃO CONVINCENTES PORQUE TEM A APARÊNCIA DO BEM "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito." Mateus 24:24,25 4-) SIM, O OBJETIVO DE SATANÁS É SÓ AFASTAR A VERDADE DO HOMEM COM DOUTRINAS CONTRARIAS A BÍBLIA "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" 1 Timóteo 4:1 5-) MESMO SINAIS VERDADEIROS TEM MENOS VALOR DO QUE A PALAVRA DE DEUS JÁ REVELADA “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio, E suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los; Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o Senhor vosso Deus vos prova, para saber se amais o Senhor vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma. Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis. E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito, e vos resgatou da casa da servidão, para te apartar do caminho que te ordenou o Senhor teu Deus, para andares nele: assim tirarás o mal do meio de ti.” Deuteronômio 13:1-5 6-) TODO ENSINAMENTO PARA A SALVAÇÃO DO HOMEM JÁ FOI REVELADO, MENSAGENS SOBRENATURAIS ADICIONAIS DEVERIAM SER CONSIDERADAS MALDITAS “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema” Gálatas 1:8,9 7-) JESUS DISSE QUE FELIZES SÃO OS QUE NÃO SE BASEIAM EM SINAIS PARA CRER "Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram." João 20:29 Emoticon glasses8-) PORQUE A FÉ VERDADEIRA CONSISTE EM CONFIAR NO QUE NÃO SE PODE VER "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a certeza das coisas que não se vêem." Hebreus 11:1 9-) E A FÉ VEM PELO OUVIR E CONHECER A PALAVRA DE DEUS "Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus." Romanos 10:17 Diante do exposto acima, faço um questionamento aos amigos católicos. Se o maligno pode fazer sinais miraculosos, falar em nome de Jesus, se vestir de anjo de luz, fazer o bem, convencer até os escolhidos de Deus, trazer novas doutrinas além das já dadas para a salvação, que mais vale a fé que vem pelo conhecimento que temos da palavra de Deus do que a fé que provêm de sinais, que o critério para atestar se os sinais miraculosos são de Deus é a coerência com a Palavra pregada anteriormente, vocês não consideram a possibilidade de que as aparições de Maria possam ser alguma dessas manifestações que a bíblia nos alerta? Os argumentos que corroboram para a plausibilidade dessa tese são baseadas nas seguintes observações de pontos das mensagens que contrariam a mensagem revelada anteriormente pelo texto bíblico: 1-) a oração do rosário ensina uma reza de repetição longa contrariando os ensinamentos de Jesus quando ensinou o povo a orar a Deus, para que não se adotasse mantras e repetições infrutíferas como faziam os povos pagãos; 2-) a oração do rosário é mais focalizada a Maria do que a Deus, onde são repetidas 50 vezes a Ave Maria que exalta Maria e a coloca como mediadora entre o homem e Deus, contrariando vários textos bíblicos como o que diz que Jesus é o único mediador entre o homem e Deus, o que nos ensina a pedir tudo ao Pai em nome de Jesus. Além disso conclui com a oração da “Salve a Rainha” que a coloca em um trono de glória contrariando outros textos bíblicos que dizem que Deus não divide sua glória com mais ninguém, e sugere que ela seja a esperança dos homens. Essas aparições não se enquadram dentro dos alertas que os ensinamentos bíblicos nos trazem sobre o perigo da fé fundamentada em sinais miraculosos ao invés da fé pelo conhecimento da palavra de Deus?
Praque qui os qui são bom morrei cedo mas os qui são mau vivem mas tempo
Queridos irmãos obrigado pela vossa amizade.

O grupo João Paulo II é um movimento juvenil católico fundando nas raízes do cristianismo e da Doutrina da Igreja. Criado ao 30 de Julho de 2006 pelo Frei Apolinário que visava na altura congregar os jovens na catequese e os que haviam já terminado a mesma, sendo que ainda não participavam da pastoral ou se vinham afastando da vida activa da comunidade paroquial.

Tendo como padroeiro o Santo Papa João Paulo II, de feliz memória para a Igreja e não só. Temos sob o lema "Ninguém fora de Cristo poderá dar-vos a verdadeira Felicidade", vindo a assumir em passos que admitimos ser ainda lentos mas firmes, o papel de movimento para e da pastoral juvenil ao serviço da comunidade paroquial e nos desafios da Igreja, essencialmente de Evangelização. O grupo é constituído maioritariamente por jovens, que têm como principais objectivos contribuir para a continua formação e integração de jovens cristãos e não só, de forma a que estejam preparados para a vida adulta e os desafios da sociedade moderna, baseando-se sempre nos princípios, doutrinas, leis, orientações e ensinamentos do Evangelho, da tradição cristã-católica e da Igreja que é una, santa, católica e apostólica.

Missão: Nossa missão primordial é Evangelizar, Servir o povo de Deus em Acolhimento, Caridade e Amor.

Funcionando normalmente

[CENTENÁRIO]

Hoje comemoramos o centenário do nascimento de um grande apóstolo de Nossa Senhora em nossos tempos.

O nosso padroeiro, São João Paulo II, rogai por nós!

Leia a matéria, clique aqui:
https://templariodemaria.com.br/centenario-ha-100-anos-nasceu-sao-joao-paulo-ii/

Aos que desejarem conhecer um pouco mais sobre sua vida, clique aqui: https://templariodemaria.com.br/santo-do-dia-22-de-outubro-sao-joao-paulo-ii/

Paróquia de Nossa Senhora do Carmo

Acompanhe as informações da nossa comunidade paroquial seguindo esta página!

Hoje tem video em directo da missa às 11hrs.

A Paróquia do Carmo é a nossa casa que tem a característica particular de proporcionar calma e conforto. É o único lugar onde ficamos no escuro sem medo, porque conhecemos o lugar onde pisamos - extrato das palavras do Paróco Frei Marmiliano.

Vatican News

Bom dia amigos! Acompanhem a Santa Missa do Domingo de Ramos presidida pelo Papa Francisco, direto da Basílica de São Pedro. (P/ transmissão SEM tradução simultânea: https://youtu.be/WpqlmeesuCQ)

cleofas.com.br

Há 19 anos, São João Paulo II criou Cardeal o agora Papa Francisco | Cléofas

cleofas.com.br No dia 21 de fevereiro de 2001, há 19 anos, São João Paulo II criou Cardeal o então Arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, que fazia parte do primeiro grupo de 43 novos cardeais do terceiro milênio.

Miguel Buila

Estreia Oficial do video Clip, Abençoa Só.
Obrigado ao colectivo de Art #Nzinga #Mbandi
Obrigado aos #escuteiros do #agrupamento13
Obrigado ao #Hochifu #AnethMaria
E à todos que voluntariamente se disponibilizaram a fazer parte da gravação do Vídeo

[06/20/18]   20JUN2018

Tudo aquilo que propagamos, não é para propagar a nós, mas é para propagar Cristo Jesus

“Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens” (Mateus 6,5).

Vivemos na era midiática, na era da propaganda, da publicidade, onde tudo que é feito tem que ser propagado, divulgado e anunciado. Isso não é somente coisas de grandes empresas ou de quem tem empreendimentos comerciais. Hoje, temos de colocar tudo nas redes sociais, todo mundo tem que saber o que fazemos.

Que perigo, sobretudo para a nossa fé! Pois uma coisa é testemunharmos, darmos bons exemplos cada vez mais necessários e importantes no mundo em que vivemos, inclusive estimular isso nos outros corações. No entanto, ficar o tempo inteiro fazendo propaganda de si não tem nada de evangélico, nada de cristão; não é testemunho, mas contratestemunho.

Tudo aquilo que propagamos não é para nos promover, mas sim para propagarmos Cristo Jesus. Vivemos em um mundo onde todos querem curtidas e seguidores, mas nós só curtimos e amamos Jesus, só seguimos o Cristo.

É uma ilusão esse mundo em que vivemos, pois queremos ser aplaudidos por aquilo que realizamos. Queremos ser mais amados e queridos. Se vamos orar, a nossa oração não é para chamar à atenção ninguém; a oração é a expressão da nossa comunhão com Deus. Não é chamar atenção: “Olha o quanto eu rezo! Olha as minhas orações aqui!”. Se vamos fazer a caridade para com o outro, a nossa caridade não é para fazermos propaganda.

Obras governamentais, quando inauguram uma creche ou outra coisa, que é mais do que a obrigação deles, têm de colocar lá uma placa. Não podemos colocar placas nas caridades que são nossas obrigações, senão, não há efeito cristão nenhum. Tudo o que fizermos é para o Pai, mas há aqueles que fazem sacrifícios, jejuns ou qualquer outra forma de sacrifício, e pensamos: “Eu tenho que divulgar que hoje estou de jejum”.

Há discrição em fazer as boas

agencia.ecclesia.pt

Rádio Ecclesia para todos?

agencia.ecclesia.pt Padre Tony Neves

Pastoral da Comunicação da CEAST

D. Filomeno Vieira Dias destacou o papel que a criação da província portuguesa teve um papel na “efetiva cristianização” de Angola e renovou a “consciência missionária” na Igreja Católica.

O prelado manifestou a sua “gratidão” pela “solicitude missionária” dos Espiritanos e sustentou que “Angola tem as marcas” destes missionários, com um papel central, também, na formação da primeira e segunda geração de bispos angolanos.

O arcebispo de Luanda manifestou a sua gratidão por uma “história feita de doação humilde, homens simples, mas gigantes no pensar, perceber e projetar a grandeza da pessoa”.

Família Católica Apostólica Romana

Conheça os lugares por onde São João Paulo II passou durante seu papado.

Cojuvic - Comissão Juvenil da Vigararia da Conceição

Caro jovem e amados irmãos e irmãs, deixemos a preguiça mental de lado, de modos que possamos ler o Comunicado de Impressa oriundo da última Assembleia realizada pelos Bispos da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, a mesma nota aborda fortemente sobre a Juventude e de modo particular o Triénio da Juventude, em seguida apresentamos apenas a conclusão da referida Nota:

CONCLUSÃO
Jovem, quero ficar em tua casa

Jovem amado no Senhor, abre o teu coração a Cristo, que te diz: «quero ficar em tua casa» (Lc 9, 5). Cristo quer entrar na tua vida diária, mores na periferia ou na aldeia, no bairro ou nas grandes cidades; sejas jovem universitário ou não, trabalhador ou desempregado. Cristo fala para ti, jovem, que vendes na praça ou na rua, que foste esquecido pela sociedade… Cristo é o amigo fiel!

Apelo à comunidade cristã

Apelamos às nossas comunidades cristãs e a todos os agentes de pastoral juvenil para que prestem maior atenção e paciência ao processo de educação na fé de muitos adolescentes e jovens que batem às portas da nossa Igreja ou que simplesmente passam diante dela sem que alguém os convide. Tenhamos a coragem de ir ao encontro daqueles jovens como que ociosos, “à espera que alguém os contrate”. Jovens, não tenhais medo de decisões definitivas. Muito amados jovens, fazemos nossas as palavras do Papa emérito Bento XVI: «não tenhais medo de tomar decisões definitivas. Generosidade não vos falta – eu sei! –, mas, perante o risco de se comprometer para uma vida inteira, quer no matrimónio quer numa vida de especial consagração, sentis medo: «O mundo vive em contínuo movimento e a vida está cheia de possibilidades. Poderei eu dispor agora da minha vida inteira, ignorando os imprevistos que me reserva? Não será que eu, com uma decisão definitiva, jogo a minha liberdade e me prendo com as minhas próprias mãos?» Tais são as dúvidas que vos assaltam e que a actual cultura individualista e hedonista aviva. Mas quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança! (Bento XVI). E mais ainda: «Quem faz entrar Cristo na sua vida, nada perde, nada – absolutamente nada daquilo que torna a vida livre, bela e grande… Queridos jovens, não tenhais medo de Cristo! Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se entrega a Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira» (Bento XVI, in Africae Munus, 64). Invocação final 35. O Divino Espírito Santo abra os olhos dos vossos corações e ilumine as vossas almas! Maria Santíssima, a Mulher de alma sempre jovem, mãe de Cristo o Verbo Encarnado e padroeiro da juventude, interceda por vós! Amen.

Luanda, 16 de Outubro de 2017

Os Bispos de Angola e São Tomé e Príncipe – CEAST

[10/13/17]   Bom dia irmãos


A VIDA EM CRISTO
PRIMEIRA SECÇÃO
A VOCAÇÃO DO HOMEM: A VIDA NO ESPÍRITO
1699. A vida no Espírito Santo realiza a vocação do homem (Capítulo primeiro). É feita de caridade divina e de solidariedade humana (Capítulo segundo). É concedida gratuitamente como salvação (Capítulo terceiro).

CAPÍTULO PRIMEIRO
A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA
1700. A dignidade da pessoa humana radica na sua criação à imagem e semelhança de Deus (Artigo 1) e realiza-se na sua vocação à bem-aventurança divina (Artigo 2). Compete ao ser humano chegar livremente a esta realização (Artigo 3). Pelos seus actos deliberados (Artigo 4), a pessoa humana conforma-se, ou não, com o bem prometido por Deus e atestado pela consciência moral (Artigo 5). Os seres humanos edificam-se a si mesmos e crescem a partir do interior: fazem de toda a sua vida sensível e espiritual objecto do próprio crescimento (Artigo 6). Com a ajuda da graça, crescem na virtude (Artigo 7), evitam o pecado e, se o cometeram, entregam-se como o filho pródigo (1) à misericórdia do Pai dos céus (Artigo 8). Atingem, assim, a perfeição da caridade.
ARTIGO 1
O HOMEM, IMAGEM DE DEUS
1701. «Cristo, [...] na própria revelação do mistério do Pai e do seu amor, manifesta plenamente o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime» (2). Foi em Cristo, «imagem do Deus invisível» (Cl 1, 15) (3), que o homem foi criado «à imagem e semelhança» do Criador. Assim como foi em Cristo, redentor e salvador, que a imagem divina, deformada no homem pelo primeiro pecado, foi restaurada na sua beleza original e enobrecida pela graça de Deus (4).
1702. A imagem divina está presente em cada homem. Resplandece na comunhão das pessoas, à semelhança da unidade das Pessoas divinas entre Si (cf. Capítulo segundo).
1703. Dotada de uma alma «espiritual e imortal» (5) a pessoa humana é «a única criatura sobre a tema querida por Deus por si mesma» (6). Desde que é concebida, é destinada para a bem-aventurança eterna.
1704. A pessoa humana participa da luz e da força do Espírito divino. Pela razão, é capaz de compreender a ordem das coisas estabelecida pelo Criador. Pela vontade, é capaz de se orientar a si própria para o bem verdadeiro. E encontra a perfeição na «busca e no amor da verdade e do bem» (7).
1705. Em virtude da sua alma e das forças espirituais da inteligência e da vontade, o homem é dotado de liberdade, «sinal privilegiado da imagem divina» (8).
1706. Mediante a sua razão, o homem conhece a voz de Deus que o impele «a fazer [...] o bem e a evitar o mal» (9). Todos devem seguir esta lei, que ressoa na consciência e se cumpre no amor de Deus e do próximo. O exercício da vida moral atesta a dignidade da pessoa.
1707. «Seduzido pelo Maligno desde o começo da história, o homem abusou da sua liberdade» (10). Sucumbiu à tentação e cometeu o mal. Conserva o desejo do bem, mas a sua natureza está ferida pelo pecado original. O homem ficou com a inclinação para o mal e sujeito ao erro:
O homem encontra-se, pois, dividido em si mesmo. E assim, toda a vida humana, quer singular quer colectiva, apresenta-se como uma luta, e quão dramática, entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas» (11).
1708. Pela sua paixão, Cristo livrou-nos de Satanás e do pecado e mereceu-nos a vida nova no Espírito Santo. A sua graça restaura o que o pecado tinha deteriorado em nós.
1709. Quem crê em Cristo torna-se ​
filho de Deus. Esta adopção filial transforma-o, dando-lhe a possibilidade de seguir o exemplo de Cristo. Torna-o capaz de agir com rectidão e de praticar o bem. Na união com o seu Salvador, o discípulo atinge a perfeição da caridade, que é a santidade. Amadurecida na graça, a vida moral culmina na vida eterna, na glória do céu.

Resumindo:
1710. «Cristo [...] manifesta plenamente o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime» (12).
1711. Dotada de uma alma espiritual, de inteligência e de vontade, a pessoa humana é, desde a sua concepção, ordenada para Deus e destinada à eterna bem-aventurança. E continua a aperfeiçoar-se na «busca e amor da verdade e do bem» (13).
1712. «A verdadeira liberdade é, no homem, o sinal privilegiado da imagem de Deus» (14).
1713. O homem é obrigado a seguir a lei moral, que o impele a «fazer [...] o bem e a evitar o mal» (15). Esta lei ressoa na sua consciência.
1714. O homem, ferido na sua natureza pelo pecado original, está sujeito ao erro e inclinado para o mal no exercício da sua liberdade.
1715. Quem crê em Cristo possui a vida nova no Espírito Santo. A vida moral, crescida e amadurecida na graça, deve consumar-se na glória do céu.

Amanhã a iremos enviar o Artigo 2 e Boa leitura a todos!

Família Católica Apostólica Romana

Saiba como morreram os apóstolos e onde estão seus restos mortais.

Secretariado Arquidiocesano de Pastoral - Luanda

A abertura do Mês Missionário.
És Missionário pelo Baptismo e anuncie com Amor as Maravilhas de Deus aos seus Irmãos.
Deus Abençoe!!!!!!!

Cojuvic - Comissão Juvenil da Vigararia da Conceição

MENSANGEM DA CEAST SOBRE AS ELEIÇÕES 2017

Saudamos os Cristãos, bem como os homens e mulheres de boa vontade: “A Paz esteja convosco”. Reunidos na bela e acolhedora cidade de Catumbela, diocese de Benguela, entre os dias 24 a 30 de Março, na primeira Assembleia Plenária Ordinária, e movidos pela vontade de servir o bem comum, gostaríamos de dizer uma palavra que ilumine e ajude a superar o ceptismo, a desconfiança e a indiferença diante dos acontecimentos importantes que marcam o nosso País, neste ano de eleições. Sabemos e compreendemos que pertence à política a construção de uma sociedade justa. Contudo, com o Papa Francisco relembramos que “, a Igreja não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça. Todos os cristãos, incluindo os Pastores, são chamados a preocupar-se com a construção dum mundo melhor” (Evangelium Gaudium 183). 2. Neste ano de 2017, o processo eleitoral marca, sem dúvida, a vida da sociedade e também da Igreja de Angola. A fé cristã não diminui em nada a nossa condição de cidadãos, pelo contrário, aumenta a nossa responsabilidade de vivermos e actuarmos como cidadãos cuja vida – pessoal e colectiva – vai sendo transformada pela força do Amor de Deus derramado nos nossos corações (Rom 5,5).

ELEIÇÕES E A BUSCA DO BEM-COMUM3. Passaram-se pouco mais de quarenta anos desde a conquista da Independência de Angola. Todavia, continuamos a sonhar com um País próspero, democrático, sem corrupção, socialmente justo e economicamente sustentável. A vida do país, que não é senão a vida concreta das angolanas e dos angolanos, deve sobrepor-se sempre às lógicas do poder e dos interesses estritamente partidários. Angola precisa que quem governa seja competente e governe para todos e não apenas para aqueles que o elegeram e, pior ainda, para uma elite de privilegiados. Precisa igualmente de uma oposição forte que “obrigue” quem governa a dar o melhor de si em prol do bem de todos. A democracia não é a “ditadura da maioria”; deve procurar o consenso e, mesmo que se decida pelo voto da maioria, deve valorizar-se as contribuições das minorias, cujos direitos têm de ser sempre respeitados no quadro do Estado Democrático e de Direito. Deste modo, tanto aqueles que receberem o mandato de governar como quem está na oposição desempenham uma função nobre e necessária ao bem do País, devendo servi-lo através de uma atitude de diálogo construtivo, o mais consensual possível, particularmente sensível e atento às necessidades dos membros mais vulneráveis da sociedade. 4. Amados Cristãos, caros cidadãos, devemos todos ter presente que “o bem comum empenha todos os membros da sociedade: ninguém está escusado de colaborar, de acordo com as próprias possibilidades, na sua busca e no seu desenvolvimento (Compêndio de Doutrina Social da Igreja 167). Nesta linha de ideias, recorda-nos a Igreja que, “a responsabilidade de perseguir o bem comum compete, não só às pessoas consideradas individualmente, mas também ao Estado, pois que o bem comum é a razão de ser da autoridade política” (Cf. CDSI 168). A partir deste pressuposto, osVERDADEIROS políticos são aqueles que buscam, antes de tudo, o Bem-Comum do seu povo, concretamente desta nossa Grande Família chamada Angola. Este é, e deve ser, o selo de autenticidade 2 dos governantes, no presente e no futuro, e constitui condição essencial do desenvolvimento do nosso País. 5. Na prossecução desta finalidade, o processo eleitoral é uma forma privilegiada, se bem que não a única, dos cidadãos poderem, através da escolha expressa pelo seu voto, contribuir para a construção de uma sociedade mais justa para todos. De facto, as eleições são apenas um “instrumento” que permite aos cidadãos escolherem os seus representantes e o projecto político que querem ver implementado nos próximos anos. 6. Recordemos quantas gerações de angolanos sonharam e lutaram para que fosse possível que cada um expressasse, através do voto, a sua opção para o presente e o futuro de Angola. Este é um direito cívico e político que, infelizmente, muitos nunca tiveram a oportunidade de exercer. E nós, que agora temos a possibilidade de exercer esse direito, vamos desprezá-lo?

ELEIÇÕES DEMOCRÁTICAS 7. Constatamos, com preocupação, em muitos dos nossos concidadãos um certo desencanto, em relação ao novo processo eleitoral, que foi notório no desinteresse de muitos pela actualização do registo eleitoral. Há muitas pessoas, principalmente entre as mais vulneráveis, que se sentem defraudadas pela incoerência entre o conteúdo dos programas políticos escolhidos em eleições anteriores e uma prática política que muitas vezes os ignora, favorecendo quem tem influência política e poder económico ou militar. 8. Quem se deixa levar pelo desencanto face às debilidades da democracia angolana, com a sua desistência, abdica do esforço necessário para procurar construir uma vida melhor para todos. Como pode, quem não participa na vida política, esperar um futuro melhor, se nega o seu esforço para que esse futuro se torne uma realidade ao longo de um processo de aprendizagem conjunta que todos, como cidadãos deste País, temos de continuar a fazer em ordem ao aperfeiçoamento da nossa democracia? 9. A democracia não é necessariamente virtuosa, não é fim em si mesma, não se implementa “por decreto”, mas exige uma aprendizagem permanente, uma educação cívica democrática e a contribuição de todos os cidadãos e actores sociais para se ir desenvolvendo e aperfeiçoando. A este respeito, convém recordar o ensinamento de São João Paulo II na Centesimus Annus, “a Igreja encara com simpatia o sistema da democracia, enquanto assegura a participação dos cidadãos nas opções políticas e garante aos governados a possibilidade quer de escolher e controlar os próprios governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal se torne oportuno; ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes, que usurpam o poder do Estado a favor dos seus interesses particulares ou dos objectivos ideológicos ” (CA 46). É a “partidocracia” que quase sempre leva ao imobilismo e ao parasitismo social. 10. Há eleições democráticas quando o povo pode escolher, com liberdade e responsabilidade e sem intimidação nem aliciamentos, aqueles que, a seu ver, têm qualidades necessárias, para promoverem o Bem-Comum; quando os partidos concorrentes à governação realizam livre e responsavelmente a sua campanha eleitoral, num clima de segurança e respeito por todos. Neste ponto, os órgãos públicos de manutenção da ordem têm um papel fundamental e uma responsabilidade que lhes é própria. 11. A campanha eleitoral não deve distrair os cidadãos do essencial: o mais importante não é o partido que ganha as eleições, mas a idoneidade e a capacidade das pessoas escolhidas pelo voto para 3 corresponderem, com o seu trabalho ao serviço do bem comum, à confiança que nelas foi depositada pelos seus concidadãos. Não é demais recalcar que é importante reconhecer o valor das iniciativas alheias e que a autocrítica dignifica qualquer partido ou candidato. 12. Espera-se dos partidos políticos que concorrem às eleições a obrigação de apresentar aos cidadãos o programa político que pretendem implementar se forem eleitos, não se limitando a apontar meias frases ou metas vagas, como: melhor educação, melhor saúde,… combate à corrupção, mas esclarecendo que metas concretas se propõem alcançar, como se propõem alcançá-las, quais as pessoas competentes com que cada Partido conta para pôr em prática o seu programa político. Por outras palavras, trata-se de ultrapassar as promessas populistas, vazias de conteúdo e dificilmente realizáveis. Vai sendo tempo de habituar o povo a assistir ao debate de ideias entre os candidatos. 13. A par dos órgãos competentes previstos pela lei, todos devemos contribuir para o bom curso do processo eleitoral. Os responsáveis políticos e partidários devem assegurar a máxima transparência de todas as fases do processo eleitoral para que decorra de forma pacífica e a sua credibilidade não seja colocada em questão. Este apelo dirige-se de igual modo à sociedade civil em geral. Se alguém detectar alguma irregularidade deve informar e reclamar imediatamente, nos termos da lei, para que, eventuais irregularidades sejam analisadas e tidas em conta antes da divulgação dos resultados, de modo a que estes não venham a ser questionados. 14. A Igreja Católica não se identifica com nenhum sistema político nem endossa algum candidato. A igreja encoraja e exorta todos os cidadãos a exercer o seu direito e dever de voto. Evidentemente que para os cristãos e homens de boa vontade, nem todos os programas valem. Os fiéis podem e devem legitimamente escolher diferentes programas políticos, ser militantes ou apoiantes de diferentes partidos políticos. Este exercício, cada um deverá fazê-lo de forma informada e consciente, à luz da sua fé e tendo em conta os princípios da Doutrina Social da Igreja e do direito Natural, nomeadamente no que diz respeito à: dignidade da pessoa humana – defender os valores da vida desde a concepção até à morte natural, da família, da justiça e o acesso de todos aos bens económicos, sociais e culturais indispensáveis a uma vida digna; o bem comum – a justiça social e o respeito pelos direitos humanos, promover o combate eficaz à corrupção; a solidariedade – tendo em conta o destino universal dos bens da criação, promover políticas centradas nas necessidades dos mais pobres, fomentar a inclusão social; a subsidiariedade – aproximar, tanto quanto possível, os decisores e os centros de decisão dos cidadãos; as autarquias – apresentar a calendarização da implementação das autarquias como pressuposto para fortalecer a Democracia; o ambiente, o cuidado pela “casa comum”, as nossas florestas, rios, mares, montanhas etc. 15. A vida democrática do país não termina com o processo eleitoral, nem fica suspensa até ao novo acto eleitoral. Todos os cidadãos devem continuar a participar na vida democrática do país, fiscalizando a acção do Governo eleito e promovendo iniciativas que contribuam para a construção de uma Angola melhor para todos, de uma Angola de cidadãos, onde todos se sintam construtores do País.

ALGUMAS ORIENTAÇÕES PRÁTICAS E ÉTICA NAS ELEIÇÕES Eleições Viradas para o Futuro 16. Os órgãos de Comunicação Social, sobretudo os estatais, têm sido excessivamente unilaterais e tendenciosos. Para a sua credibilidade, devem desempenhar o seu papel, extremamente importante, ao longo de todo o processo eleitoral, com rigor e isenção, garantindo o acesso à informação sobre os 4 diferentes candidatos e programas políticos; noticiando com verdade e imparcialidade. Cada Órgão de Comunicação Social deve assumir a responsabilidade de divulgar uma informação equilibrada e plural. O direito à informação plural é um dos pilares fundamentais de qualquer sistema democrático e essencial para a consolidação da nossa democracia em Angola. 17. É natural que o entusiasmo se apodere dos candidatos e seus simpatizantes no momento de apresentar os respectivos programas políticos, contudo devemos acautelar que não se falte ao respeito pela diversidade de opções que é constitutiva do sistema democrático. Preste-se atenção para que nenhuma situação leve a qualquer tipo de violência (verbal, física, psicológica,…). No respeito pela reconciliação nacional, evite-se recordar desnecessariamente episódios tristes da nossa história recente, que nem sequer fazem parte da experiência de muitos eleitores. Seria insensatez abrir feridas que estão a cicatrizar. Apelo aos Garantes da Ordem 18. A lei angolana considera que os membros de certos grupos profissionais – por exemplo: os magistrados, os agentes da polícia, os militares – devem ser apartidários. Isto não significa que não possam votar e ter as suas preferências partidárias, mas que se devem abster de as manifestar e de fazer campanha partidária, pressionando as pessoas a votar em A ou B. Apelo aos Líderes Religiosos e às Autoridades Tradicionais 19. Os membros da comunidade cristã podem legitimamente optar por ser militantes, simpatizantes ou eleitores de diferentes partidos políticos e, independentemente das suas opções partidárias, todos devem sentir que na Igreja estão na sua casa e na sua família. Para que assim aconteça, ninguém use o espaço destinado às celebrações, catequeses e reuniões de grupos e movimentos apostólicos para campanha partidária, seja através de cartazes, autocolantes, bandeiras, bonés, camisolas ou outros materiais de cariz partidário. 20. Os Líderes das comunidades católicas – bispos, presbíteros, diáconos, religiosas ou religiosos, evangelistas ou catequistas – devem abster-se de manifestar as suas preferências partidárias e de fazer campanha partidária. 21. Convidamos também os líderes das demais confissões religiosas e as autoridades tradicionais a agirem do mesmo modo, dando um testemunho de unidade no respeito pela diversidade de opções que caracteriza o sistema democrático. Recordamos que a natureza e a dignidade da autoridade tradicional é anterior e transcende os partidos políticos. Por isso, apelamos à sua não instrumentalização e que eles mesmos também não se deixem instrumentalizar.

UM AGRADECIMENTO 22. Antes de concluir esta mensagem pastoral, queremos deixar uma palavra de apreço e reconhecimento a todos os cristãos que, num contexto tão complexo como o nosso, continuam a dar testemunho da sua fé, a participar, de forma séria e honesta, na vida partidária e a exercer o poder político como uma missão em vista à edificação do bem comum. Louvamos e agradecemos, de igual modo, a todos os cidadãos que se empenham generosamente para garantir que este processo eleitoral 5 possa decorrer da melhor forma, através do seu trabalho nos vários níveis, antes, durante e após o acto eleitoral.

CONCLUSÃO 23. A Páscoa que estamos a preparar intensamente, é celebração da vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio, do diálogo sobre a intolerância, do bem sobre o mal, enfim, da reconciliação sobre a violência. Por isso, a caridade impele-nos a renovar o nosso compromisso com a verdade, a liberdade, a justiça e a solidariedade na Igreja e na sociedade política da qual somos parte integrante. Aceitemos os desafios da hora presente e futura sem pessimismo nem fatalismo, mas com esperança e grande sentido cívico. Aceitemos o desafio de construir uma sociedade nova fundada no direito e justiça e que seja respeitada a vontade soberana do povo. Que Maria, Rainha da Paz, obtenha do seu Filho a paz duradoira para a nossa Pátria!

Catumbela, aos 30 de Março de 2017 Os Bispos da CEAST

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